Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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O homem não é o que tem ou pode. É um pouco o que sabe, muito o que sonha mas, acima de tudo, o que faz aos outros.

Ninguém deve viver porque outros vivem, mas, sim, porque tem consciência do cumprimento do dever, do que faz na Terra.

Ah! Tinha esquecido, tem felicidade pra vender em caixinhas com tarja preta na farmácia. E pra solidão, um bom divã...

Esses olhinhos curiosos de Jabuticaba,
Tem a alma pura,
Acredita no amor e no sorriso,
E no doce jeito de levar a vida,

Esses olhinhos curiosos de Jabuticaba,
Me enxerga da forma mais simples,
Se aconchega no peito e adormece,
E no meu abraço se senti acolhida,
Esses olhinhos curiosos de Jabuticaba,
Tem mais a ensinar do que a aprender,
Ensina que sobre todas as dificuldades,
Poderemos sobreviver,
E que a cada gesto de humanidade,
Temos muito a crescer .... Ah! Esses olhinhos curiosos de Jabuticaba,
Preenchem meu coração de amor,
E quando se fecham e enchem de lagrimas,
Aflora meu extinto desbravador,
E procuro em todas as palavras,
A te confortar da dor

Todo mundo tem a bula da educação, todos querem ensinar o professor ensinar. Mas, ninguém sabe ensinar o aluno a aprender. E o aluno repreende o mestre dizendo que ele não pode dizer isso ou aquilo, se não sabe o que é ser aluno, vai saber o que é ser professor

Um homem tem de estar livre de toda fiscalização externa para ter a certeza de que olha para si mesmo e não para um papel social – e só então ele pode fazer um julgamento totalmente sincero. Somente aquele que é senhor de si é livre – e ninguém é senhor de si se não agüenta nem olhar, sozinho, para dentro de seu próprio coração.

Se você tem MESMO preguiça de desenvolver sua consciência, tem a OBRIGAÇÃO ESTRITA de contentar-se com um posto baixo e humilde na sociedade. Muitos deputados, senadores, ministros e professores universitários poderiam ganhar a vida honestamente como ascensoristas e engraxates.

tem um bem-te-vi
me fazendo serenata
no meu quintal
quando eu te vi
bem que te quis para mim
bom te ver e ouvir
bem perto de mim
bem te quero
bem me quero
bem te espero
para todo sempre!!!

⁠Você precisa saber que o coração da gente tem que ser muito grande e caber tudo que a gente gosta.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

Na vivencia cada coisa tem seu tempo. E no seu tempo acontece as coisas.
E que em qualquer tempo, venha sempre o tempo do amor maior.

Você não precisa adicionar nada para ser feliz; você tem que largar alguma coisa.

Eu não sei qual é a guerra que estás enfrentando, mas pra vencer, a gente tem que ganhar uma batalha por dia.

Será fácil!




⁠Cada passo dado tem um significado,

Tua simplicidade e tua objetividade na relação me renovam todos os dias,
quando estou com saudades o que aumenta são as minhas sinceras vontades de está com você sozinhos no pico de uma montanha olhando a lua,

minha respiração é controlada, mas os meus mergulhos são profundos,

manter uma fogueira acesa e vibrante talvez eu ainda não entenda como, porém aprender com o tempo será fácil para um iniciante querendo ganhar a experiência de uma vida.

⁠Talvez não haja nada além de ⁠máscaras (...) Máscaras sem rosto. Você tem máscara de pai de família, máscara de professor, máscara de marido, máscara de amigo, máscara de chapa de clube, máscara de palestrante, de atleta. Aí você vai tirando, tirando... Porque a ideia de máscara sempre pressupõe justamente algo autêntico por trás, a máscara tem que grudar em alguma coisa.

Clóvis de Barros Filho

Nota: Trecho de entrevista com Rafinha Bastos no programa Mais que 8 minutos.

Todo homem tem desejo natural de saber; mas que aproveitará a ciência, sem o temor de Deus? Melhor é, por certo, o humilde camponês que serve a Deus, do que o filósofo soberbo que observa o curso dos astros, mas se descuida de si mesmo. Aquele que se conhece bem se despreza e não se compraz em humanos louvores. Se eu soubesse quanto há no mundo, porém me faltasse a caridade, de que me serviria isso perante Deus, que me há de julgar segundo minhas obras?

Renuncia ao desordenado desejo de saber, porque nele há muita distração e ilusão. Os letrados gostam de ser vistos e tidos por sábios. Muitas coisas há cujo conhecimento pouco ou nada aproveita à alma. E mui insensato é quem de outras coisas se ocupa e não das que tocam à sua salvação. As muitas palavras não satisfazem à alma, mas uma palavra boa refrigera o espírito e uma consciência pura inspira grande confiança em Deus.

Cada região da terra tem uma alma sua, raio criador que lhe imprime o cunho da originalidade. A natureza infiltra em todos os seres que ela gera e nutre aquela seiva própria; e forma assim uma Família na grande sociedade Universal.

O estudo tem sido para mim o remédio soberano contra os desgostos da vida: nunca tive uma aflição que uma hora de leitura não tenha dissipado.

Ideal

Aquela que eu adoro não é feita
de lírios nem de rosas purpurinas,
não tem as formas lânguidas, divinas,
da antiga Vênus de cintura estreita.

Não é a Circe, cuja mão suspeita
compõe filtros mortais entre ruínas,
nem a Amazona, que se agarra às crinas
dum corcel e combate satisfeita.

A mim mesmo pergunto, e não atino
com o nome que dê a essa visão
que ora amostra ora esconde o meu destino.

É como uma miragem que entrevejo
Ideal, que nasceu na solidão,
Nuvem, sonho impalpável do Desejo...

Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.

Minas Gerais não tem mar, mas tem montanhas lindas e cheias de história.