Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Fique mais um pouquinho, amor
Está chovendo muito
E eu tô sem guarda-chuva

gota de chuva
escorre na parreira
pára na uva

o pequeno Batman
rouba um beijo da Cinderela
- chuva de confetes

Correr na chuva

Hoje eu quero correr na chuva
pra ninguem mais ver minhas lagrimas
hoje eu quero deixar escorrer
a vontade de nao querer mais te ver

Quero que desague todo oceano
que me deixou úmido e com frio
quero me revirar neste enxague
torcendo e refugando todo vazio

Quero de alguma forma me aquecer
junto às margens que fazem espremer
todo este temporal de sentimentos
que me deixou alagado e desolado por dentro

Hoje eu quero correr pra chuva
Quero irrigar todo meu solo
quero regar, rogar e pedir
pra nunca mais te sentir.

Cai a chuva lá fora...
E agora lembro que você foi embora.
Eu posso esconder a dor que sinto;
Eu posso fingir um sorriso,
Mas eu não posso enganar meu coração!
A minha alma está perdendo a cor,
E eu estou lutando pelo amor...
Só eu sei o que é essa confusão;
Que atormenta e invade o meu coração.
Eu sei...
...Alguém tem que perder,
...Alguém tem que sofrer,
...Alguém tem que aprender.
...Alguém tem que saber o seu valor.
Meus olhos choram pro mar,
Eu sigo aqui tentando me encontrar.
Eu não canso de acreditar;
Embora eu saiba que você não vai voltar.
E vem a saudade me atormentar...
Será que você vai voltar ?
Será que devo mesmo acreditar?
Vou vivendo com as duvidas,
Vou me enchendo de angustias;
Vou catando os pedacinhos que restaram do meu coração,
Vou juntar e colar tudo,reconstrui-lo de novo,
Vou me preparar e assim se você não voltar...
Ele vai novamente se desmontar
e não vou mais me preocupar;
Porque de nada adianta remontar e enfeitar,
Essa ferida, só você poderá curar !!

A chuva caindo no chão,
E eu seguindo um caminho sem direção.
A vida passa por entre as mãos,
E a maior dor do mundo é a dor do coração.!

Gosto da chuva que faz o parto da terra.

Houve um tempo em que tudo era negrume, o brilho do sol era regido por lágrimas, as gotas da chuva eram feitas de sangue, o azul do céu confundia-se com o preto das lamas, o cheiro da terra já não podia chamar-se de cheiro, repugna.
Da repugna fizeram o perfume, das lamas tiraram seus alimentos, do sangue fizeram os escudos e o brilho continuou sendo as lágrimas. Portanto, não chore, não use escudo, não alimente-se nem use perfume. Seja a essência.

A chuva cai la fora
e eu sonhando aqui dentro
mais o barulho da chuva me acordou
assustei com todos aqueles trovoes, a chuva na janela
não conseguia dormir, com todo aquele barulho
mas depois quando tudo se acalmou, eu não tinha mais sono
entaum fiquei ali deitado na cama, naquele silencio
que vem depois da tempestade, ouvi o meu coração
como nunca tinha ouvido ele, em sincronia com os meu pensamentos
e ele me ouviu, ouviu que precisa muda, para de sofrer
e foi naquele silencio, que ele entendeu, e começo a agir
e ao agir, a tempestade voltou e com ela todo aquele barulho..
e foi finalmente no barulho que pude dormir denovo...

Mas, o que é a chuva, que não as lágrimas do Sol?

Fugirei da chuva e beijarei o sol!

Aqui vou eu novamente
Falando sobre chuva
E remoendo sobre coisas que não existirão além do hoje
(...)
Esta pode ser minha última chance de dizer a ele o quando Tu o amas

Depois que passou a chuva e o sol se pos todo cheio de luz no céu, foi que eu pude ver e perceber que tudo gira em torno de uma renovação e que tudo na vida é contínuo assim como são os dias que vão e noites que chegam sem avisar.

Como a chuva cai lá fora
Eu caio em pensamentos
Em tentativas de entendimento
Por que estou tão errada assim?

Por não conseguir entender
O que é correto afinal?
Talvez acreditar de menos,
Ou desacreditar demais...

Talvez por sufocar sem pensar,
Sei lá, acho que não sei mesmo amar.
Talvez eu não alcance, não consiga esperar,
Parece estar tão alto, tão distante...
Pelo menos pra mim,

Que já me sinto tão cansada,
Que talvez tenha sido tão fria,
Por não saber quase de nada
Sinto muito, eu não queria...

Mas por favor, não me compare,
Com alguém que eu poderia ser,
Isso é tão doloroso... pare!
Assim, nem vale a pena viver...

Sou chuva e sol

Sou maresia e ar

Vento viajante

Nas tempestades vibrantes

Dos corações andarilhos

Que buscam nos cantos, segredos

Daqueles que sabem amar.



Sou lua ,nas noites escuras

Espuma ,nas ondas frias

Não sou mar, mas sou profunda

Profana, intensa , passional,

Amor, sem condicional.


Sou solidão , sou vazio

Errada, errante na vida

Sou tanto e sou tão pouco

Uma perfeita imperfeição

Como noite que o sol encerra

O manto da escuridão .



Não me peça razão,

A lógica não me conhece

A incoerência mora comigo,

Minha essência é a emoção,

Tenho razões sem razão

Alimento-me da paixão!

ouve a chuva cair...ela também trás saudade em si»

Homenagem póstuma,

Quantas manhãs de domingo já ocorreram? Esta chuva, fina, vista por tantos olhos. Através de tantas janelas. Ouço o ranger de minha alma através, não mais do castanho, mas do novo branco de meus olhos, que não refletem nem mais a sombra de minhas lágrimas, já com sabor de sal sem doce. A expectativa do ranger da porta de meu quarto é a maior de todas as torturas. A dor que aguarda para ser arrebatada. Impressionante, o costume ao som do silêncio. Tornei-me uma escritora. A tua ausência me obriga a escrever como uma forma de me calar. Por anos estive livre em sua prisão. Verdades e mentiras convivendo na mesma sela. As minhas demandas, hoje, estão me sufocando no pavilhão da solidão. E eu acreditando na sua ressurreição. Recebes esta homenagem póstuma, da desgraçada, com quem conviveste por 47 anos, e que sofre implorando a Deus, todos os dias, pelo último suspiro.

Algo está diferente
Como você e eu
Algo difícil de acontecer aconteceu
O sol encontrou a chuva
E no meio estava você
Milagre da estação
O verde dança

Uma nuvem discreta tenta atrapalhar
O Espetáculo
Mas é tão lindo, tão sábado.
Se não for a negra nuvem
Será a negra noite
Talvez um luar pálido.

No terraço parecem ser mais flores
São águas, se derramam em corpo todo.
Inveja dos amantes
E seus amores se deleitam com seus beijos e carícias

Ó tarde-chuva-sol
Em meio a sangue e renovação
Beleza é ver pela janela
Vontade de ir lá pra fora sentir a sensação

Mãe das águas cobre os filhos
Filhos rebeldes e sadios
Subir em árvore, beijar o sol
Sua luz eternizar
O que pra sempre será o Espetáculo

Mãe das águas cobre os filhos
Filhos rebeldes e sadios
Subir em árvore, beijar o sol
Sua luz eternizar
O que pra sempre será

O Espetáculo
Mas é tão lindo, tão sábado.
Se não for a negra nuvem
Será a negra noite
Talvez um luar pálido.

A amizade

Muitos dos meus amigos vieram das nuvens,
com o sol e a chuva como bagagem.
Fizeram a estação da amizade sincera,
a mais bela das quatro estações da Terra.

Têm a doçura das mais belas paisagens
e a fidelidade dos pássaros migradores.
Em seu coração está gravada uma ternura infinita,
mas, às vezes, uma tristeza aparece em seus olhos...

Então, vêm se aquecer comigo e você também virá...

Poderá retornar às nuvens
e sorrir de novo a outros rostos...
Distribuir à sua volta um pouco de sua ternura,
quando alguém quiser esconder sua tristeza.

Como não sabemos o que a vida nos dá
talvez eu não seja mais ninguém.
Se me resta um amigo que realmente me compreenda
me esquecerei das lágrimas e penas...

Então, talvez, eu vá até você
aquecer meu coração com sua chama...


L´AMITIÉ

Beaucoup de mes amis sont venus des nuages
Avec soleil et pluie comme simples bagages
Il sont fait la saison des amitiés sincères
La plus belle saison des quatre de la terre

Il sont cette douceur des plus beaux paysages
Et la fidélité des oiseaux de passage
Dans leur coeur est gravée une infinie tendresse
Mais parfois dans leurs yeux se glisse la tristesse

Alors, ils viennent se chauffer chez moi
Et toi aussi tu viendras

Tu pourras repartir au fin fond des nuages
Et de nouveau sourire à bien d'autres visages
Donner autour de toi un peu de ta tendresse
Lorsqu'un un autre voudra te cacher sa tristesse

Comme l'on ne sait pas ce que la vie nous donne
Il se peut qu'à mon tour je ne sois plus personne
S'il me reste un ami qui vraiment me comprenne
J'oublierai à la fois mes larmes et mes peines

Alors, peut-être je viendrai chez toi
Chauffer mon coeur à ton bois

Sou como a flor que desabrocha num dia de chuva...
Procuro o sol para minhas pétalas enxugar.
Sou como o rio que corre para o mar...
Preciso da vida para me guiar.
Sou como os pássaros a voar...
Preciso de asas para me libertar.
Sou como o vento...
Procuro sempre a direção certa.
Sou assim mulher, menina, garota, moleca, faceira...
Simplesmente mulher...
Uma linda mulher... ¨