Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
"Sabe aquele abraço que te traz a sensação de que o mundo parou e que naquele instante tudo que existe é um mero detalhe diante da alegria de estar em seus braços? Se você ja sentiu ou sente essa sensação posso lhe dizer isso sim é amor"
23/03/12.
Se cada sorriso fosse igual ao seu
O mundo seria muito mais bonito.
Se cada olhar fosse igual ao meu
O mundo seria mais colorido.
Se cada casal fosse do jeito que a gente é
O mundo seria mais feliz
E se tudo isso fosse mentira
Eu tornaria realidade, com você.
B.
Uma Nova Oportunidade
"Vais encontrar o mundo, disse-me meu pai, à porta do Ateneu." São estas as palavras que abrem um dos grandes clássicos da literatura brasileira, O Ateneu, do fluminense Raul Pompéia. Adquirir domínio sobre a leitura e a escrita, essas ferramentas extraordinárias, é exatamente esse "encontrar o mundo", é abrir surpreendentes e infinitas estradas ao pensamento, no mapa do tempo e da história, no mapa do sonho e da imaginação, ampliando em muito o alcance da mente e dos sentidos, aumentando a capacidade de absorver e compartilhar as experiências próprias e alheias, tornando a todos mais ricos daquela riqueza que os ladrões jamais poderão roubar. Paralela à leitura, a técnica da escrita permite a possibilidade de registrar e transportar sentimentos, pensamentos, levando atuação e intervenção concretas a lugares muito distantes, numa irradiação dos produtos do espírito humano para muito além dos limites restritos da presença física de cada um. A escrita dá a cada um de nós um poder extraordinário: o dom da ubiqüidade, ou seja, a capacidade de estar em muitos e diversos lugares ao mesmo tempo. Escrever um bilhete e deixá-lo para ser lido por alguém que só chegará depois é um exemplo simples e cotidiano desse dom. Uma carta enviada a algum remoto lugar onde nunca se esteve, ao qual fisicamente talvez nunca se irá, é outra prova dessa capacidade de ultrapassar limites físicos e ampliar a presença pessoal no mundo. Os extraordinários recursos postos à disposição do homem pela informática e pelo desenvolvimento tecnológico dependem da leitura e da escrita para poderem ser plenamente desfrutados. Quem não domina essas ferramentas acaba sofrendo, portanto, uma exclusão dupla. Todas essas capacidades quase mágicas são facilitadas por essas duas práticas, tão cotidianas que chegam a ser vistas com trivialidade. Sendo tão naturais, tão compartilhadas por todos, tão presentes no mundo, muitas vezes fica até difícil imaginar, neste tempo renovado de um século que se inicia, a existência de pessoas que, por razões que não cabe discutir aqui, não adquiriram esses instrumentos tão necessários para compartilhar existência e experiência, permanecendo por isso mergulhadas num sombrio estado de isolamento, uma espécie de limbo social que as torna quase invisíveis, motivo de limitações e dificuldades que surgem a cada dia e já não se justificam de nenhum modo. Existe um grande esforço espalhado por todo o país, muita gente empenhada em enfrentar e transformar essa situação. Exatamente para se reunir a esse esforço e resgatar desse inaceitável limbo pelo menos setecentas mil pessoas acima dos quinze anos de idade é que a Secretaria de Estado da Educação, associada ao Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior em São Paulo (SEMESP), lança o Programa de Alfabetização e Inclusão, que também atende pela sugestiva sigla PAI. O objetivo é, em quatro anos, atingir essa meta. Professores e salas de aula, sustentáculos humanos e base estrutural do programa, serão fornecidos por mais de cem instituições de ensino superior que já mostraram interesse pela parceria. O governador Geraldo Alckmin esteve presente ao evento de assinatura do convênio entre SEMESP e Secretaria da Educação, no dia 5 de junho último, no Centro Universitário Adventista, e ficou visivelmente tocado ao testemunhar a viva emoção de pessoas de cinqüenta, sessenta, setenta anos, mais que felizes por esta bem-vinda nova chance e pela circunstância muito especial, jamais imaginada, de que isso vá acontecer dentro de uma universidade. Entre as melhores lembranças desse dia ficará o sorriso de uma senhora de sessenta e quatro anos, respondendo orgulhosa à neta que lhe perguntava o que ia fazer: - Vou à universidade, ao sonho, à vida! À Secretaria de Educação caberá a supervisão dos cursos e a orientação pedagógica, realizada a partir das Diretorias Regionais de Ensino. No segundo semestre de 2003 estarão mobilizados mais de dois mil estudantes universitários espalhados por mil salas de aula. Caberá às universidades e faculdades articular o recrutamento dos estudantes dentro de sua base territorial. Esses são apenas números iniciais. Com a adesão de mais instituições de ensino também crescem as perspectivas de expansão do programa. Uma das preocupações que orientam o projeto é trabalhar a aprendizagem a partir dos problemas locais da comunidade, chamando a atenção dos estudantes para uma visão nova do seu próprio universo. Tudo isso vai ser feito com a intenção de criar caminhos e possibilidades para que as pessoas promovam sua própria inclusão social e compartilhem com todos o luminoso sol do conhecimento, e também o seu calor.
Publicado no Diário do Grande ABC
A invasão da paz
É momento de paz! O mundo clama. A sociedade anseia. Paz. Viver e conviver em harmonia, sem medo, com equilíbrio. É necessário promover a invasão da paz. Bem-vinda invasão, para reforçar os laços afetivos entre escola e comunidade. Invasão total: seis mil escolas da rede, em todos os municípios do estado, abrirão as portas, permitindo, incentivando a ocupação do espaço pela comunidade nos fins de semana, no início do próximo semestre letivo. São esses os objetivos do projeto Escola da Família: Espaços de Paz, parceria entre Secretaria da Educação, Unesco e Instituto Ayrton Senna, que também vai envolver faculdades particulares e seus alunos vindos da rede pública, educadores contratados pelas Associações de Pais e Mestres, além dos milhares de voluntários que já entenderam a missão da partilha e o trabalho de amor. Daí sairão equipes de planejamento e monitoria de atividades para todos interessados, nas escolas abertas aos sábados e domingos. Há tempos acontecia encontrar, após o fim de semana, desagradável surpresa na volta à escola. Arrombamentos, documentos furtados apenas pelo estúpido gosto de fazer o mal, já que nenhum proveito deles se poderia tirar. Sujeira, pichações nas paredes, equipamentos inutilizados, isso produzia, nos que lidavam com esse quadro, sensação de inutilidade de esforços. Para eles parecia repetir-se o castigo de Sísifo, conforme a tradição da mitologia grega. Castigo que consistia em empurrar enorme pedra ladeira acima para, em chegando ao alto, ver a pedra rolar ladeira abaixo, descer atrás dela, começar tudo de novo. Era preciso limpar, arrumar, improvisar, rápido refazer condições para retomada do funcionamento, porque os alunos ali estavam, prontos para suas atividades normais. Dever cumprido com a consciência da pendente ameaça de ter de fazer tudo outra vez na seguinte segunda-feira. Ameaça que se concretizou muitas vezes. Fechada nos fins de semana, a escola parecia dar as costas à comunidade. Alguns de seus menos amigáveis membros forçavam, de modo criminoso e prejudicial a todos, a abertura da escola, promovendo essas invasões indesejadas pela esmagadora maioria. O argumento fundamental do Escola da Família: Espaços da Paz é a certeza que o isolamento nunca será suficiente para garantir a segurança e a proteção da escola, ao lado de outra certeza: o que atingir a escola estará ferindo a comunidade num dos seus pontos essenciais. Somente a presença e a ampla participação da família e da comunidade, que é a família ampliada, no interior da escola vão garantir a proteção e a segurança desejadas, para escola e comunidade. Um espaço de paz e convivência que muito depressa transcenderá aqueles muros. Quando os envolvidos tiverem a certeza de que a escola é órgão vivo e vital dessa mesma comunidade, estarão prontos a defendê-la como se estivessem defendendo suas próprias casas e essa será de fato uma garantia. É a consciência do pertencimento. A escola pertence à comunidade. Isso ficou provado pela sensível queda de índices de violência no entorno das escolas que já desenvolvem atividades durante o fim de semana. A decisão sobre as atividades oferecidas a esses novos e bem-vindos invasores dos sábados e domingos não será tomada à distância, mas no local, pela própria comunidade. O projeto prevê atividades esportivas e recreativas, culturais, de treinamento e qualificação para o trabalho e de informação para melhoria da qualidade de vida. A esperança neste projeto é ver dele surgir pessoas interessadas em diversas modalidades esportivas, quem sabe até um atleta de destaque, grupos de teatro, de música, muitos e muitos leitores, poetas expondo e trocando trabalhos, rádios comunitárias fazendo reverberar em ondas cada vez mais amplas as novas possibilidades e idéias que com certeza surgirão nesses alegres fins de semana dentro da escola de portas abertas. E também gente habilitada a procurar novas possibilidades de colocação na dura luta pela sobrevivência. Filhos ensinando pais a utilizar o computador. A magia da convivência, a energia transformadora do afeto capacitando gente a se cuidar melhor, gostar mais de si mesma, viver com mais saúde, saber como melhor aproveitar variadíssimos recursos colocados ao seu alcance. É o grande desafio da escola. Ser um centro de luz que irradia para toda a comunidade. Uma escola atraente, acolhedora. Cecília Meireles já sonhava, nos idos de 1930, com uma escola que tivesse a poesia das goiabeiras e mangueiras, o canto e a liberdade dos pássaros, o encanto e a cor dos girassóis e margaridas. Este é um desafio de todos. Professores, funcionários, pais, alunos, comunidade... Todos que têm a consciência dessa divina invasão da paz.
Publicado no Diário de S. Paulo
A razão de todos acreditarem que você é igual a todo mundo,
é a sua falta de capacidade de provar que é especial.
A colheita se faz pelo que você semeou. Nas sementes do bem, o mundo conspira a seu favor. Já nas do mal... bom, aí é problema seu. A vida é feita de escolhas.
Você era feliz? Digo, em seu mundo? — Perguntou o velho carpinteiro.
Sim, — respondi — mas não sinto falta alguma dele.
Pessoas especiais pra mim : Valem mais que o ouro, valem mais que o mundo inteiro . No meu coração ganham espaço eterno , são insubstituíveis .
Ninguém substitui Ninguém .
MUDAR O MUNDO
Posso ver o mundo, meu mundo. Posso imaginar o seu mundo, com meus olhos. Posso enfrenta-lo também, do meu jeito. Entendo que posso tudo. Tudo aquilo que está ao meu alcance. E você o que vê? O que faz? Como faz para mudar sei lá o quê. Aí! De graça. O mundo não precisa apenas de mim e de você. Precisa de tudo que á nele; como em nosso corpo humano. Somos um mundo novo em outro novo mundo. Adaptamo-nos as suas mudanças e causamos suas doenças. Nem eu sem tu nem tu sem ele.
Alias: para que mudar o mundo se nós mesmos podemos mudar...
A carência faz com que falemos de tudo com todo mundo e pensemos em nada daquilo que temos que decidir.
Temos que andar pelo mundo, para descobrirmos que o lugar onde vivemos é perfeito para sermos felizes.
Com olhos cansados de ver o mundo
o homem retroce...
percebe a beleza que existe na simplicidade
nas formas cruas
nas cores naturais...
... e resgata a essência .
Enxugados os excessos
tem-se o belo em sua forma primitiva.
Less is more virou refrão de uma existência...
sustentabilidade é in
ecologicamente correto é a vibe.
Esse é o contexto
Esse é o nosso momento.
Ando meio assim mesmo..
as vezes solta demais.. as vezes presa demais..
Sinto como se o mundo desprendesse de mim, de pouco a pouco
a unica coisa que me manteria presa..
Indefeso talvez, fosse meu sentimento... por que esse se torna capaz todos os dias de errar em escolhas, e ser sensível o suficiente para recomeçar..e se chatear.. e novamente recomeçar.
De escolhas, atos, momentos, sentimentos.. ausência de lucidez e falta de juízo, talvez, seja feita a vida..
E a cada nova instancia tenho sede de viver ao seu lado amor.. De tornar aqueles sonhos abobados no qual vivíamos falando, real.
Me dá uma ansiedade, um descontrole-controlado, uma vontade exagerada...
Dai percebo, meio que assustada.. que não sou mais Só Eu.. Nunca mais depois que te conheci será só eu..
Por que, da forma mais interessante, descobri que somos nós..
Descobri, quando me afastei, quando não tinha mais seu sorriso pessoalmente.
Por que foi ai amor... foi ai que te tive mais em mim, foi ai que descobri que naquela noite fria em que você me abraçava tentando me aquecer, nos tornamos um.
Então amor, com essa chuva que tá caindo aqui, enquanto eu digito essa mensagem abobada no celular... Já sei que você está sorrindo também, sei que vai receber, e entender que somos sim..
Você sente tanto quanto eu, em cada ausência minima minha de palavra, de afeto, ou daquelas frases clichês tipo "eu te amo", sei que sente também, que não existe mais um só Eu.. e nem um só Você.
Agora seremos Só Nós..
Por isso ando meio assim..
As vezes solta demais.. as vezes presa demais..
A unica coisa que me desprende desse mundo.. mais me coloca aqui.. Presa em palavras..tem uma definição indefinida... que está escondida.. em ti !
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