Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
MINHA BAGUNÇA
Não queira me mudar! Sou a minha desordem, mas sei onde me encontro! Mesmo que você se perca neste meu jeito torto de ser, se você me mudar, eu me desencontro! Eu sou menos confusa do que você imagina embora eu te pareça meio sem pé, nem cabeça! Eu ainda consigo separar o coração da razão, embora isso não te convença. Eu sei que vivo me perdendo, e talvez até me ache meio esquisita... Mas é nessa minha desordem que eu encontro razão na vida! Deixe-me assim! Eu me ajeito pelos cantos. E se você olhar bem pra mim, verá que tenho lá meus encantos!
Outra vez me encontro com meus delírios
E outra vez eles me consomem.
Sou perito em remoer uma dor por longos anos
Idealizando um passado que poderia ter sido e não foi.
Acidentalmente me vem uma melodia,
Ela será o fôlego de que preciso.
Me transporto voluvelmente por minhas lembranças
Me recusando remediar a dor.
Coração teimoso e nada perspiscaz,
Insiste em despertar meu pranto
Trazendo de volta esse desamor
E me levando a exaustão
Vou vivendo o inverso da cura,
Chorando as mesmas lágrimas
Na esperança de que um dia elas me levem daqui
Ou tragam de volta o meu amor.
E daí que sou um misto de chatice, serenidade, paixão e cabeça dura?! Muito fácil brindar o agora. Nossa história é contada de um passado com problemas e endereços. Você não estava lá. Você não viu. E não é qualquer beleza fútil que irá dividir meu agora. Quero mais que isso. Quero atitude, quero verdade, quero amor próprio do lado de lá e muito do lado de cá. Quero carência da saudade e não da presença com hora marcada. Quero um elo constante, que dure, que me traga sorrisos do nada, que me faça ir além, que me faça querer todos os dias esse alguém. E já não vejo a hora de tudo isso pulsar aqui dentro. Porque em algum momento alguém chega e transforma tudo que temos em amor.
Mas, qual é limite da liberdade? Até onde sou livre para fazer o que quero? Acredito que seja até onde eu não extrapole o limite do respeito pelo outro e de determinadas regras a favor do equilíbrio, consenso, e ordem de um sistema, e ainda assim, que eu possa me sentir bem.
Sou capaz de manipular o meu consciente. Se sou Deus, sou tudo. Sou conflito, felicidade, morte, tempo, vida, fantasia, sonho, alegria, sou liberdade interior. Me permito tudo a todos de todas as formas a todo instante. Sou o extremo do simples, o mínimo do complexo.
Sou um quarto desse quarto. Mas, sem mim, torna-se um terço, e deixa de ser um quarto. É bom que se saiba que sou a quarta face desse quarto. A base do infinito onde tudo é possível, quando a alma não é pequena.
ADAPTAÇÕES
Sou o que o amor deixou
Fui entrega sem reservas
Sou produto das decepções
Fui dedicação e cuidar
Sou descrença e frieza
Fui guerreiro e coragem
Sou surdez emocional
Fui súdito de um sorriso
Sou apatia e silêncio
Fui dança na alegria
Sou escravo em liberdade
Fui calor em noite fria
Sou grilhão sem chave
Fui aconchego e carinho
Sou mão sem companhia
Fui aceno solidário
Abandonei meu eu, vivi você
Tropecei na vida, caí em mim
01/11/2012
Sou piradinho mas nao piro em muitas coisas , me relevo , as vezes levo meu corpo em cima de mim.
Ora levo minha alma por dentro mim.
Será que sou anti-herói filósofo?
Que tem a cabeça dura de pedra
de frágil esteatito.
Que tem perigosa peçonha
e usa para criar o antídoto.
Que tem o coração guardado
a sete ou oito chaves
mas deu cópia aos amigos.
Ao longo da minha vida, criei hábitos que se tornaram parte do que sou.
Meu jeito de escutar, o meu falar, o meu interagir, o meu questionar, e afinal concordar pra evitar a discussão, sem, no entanto, mudar de opinião do que é certo.
Cansada de tanto barulho, mas, também de tanto silêncio.
Minha garganta lateja, dói, pedindo VOZ ATIVA.
Assim sigo, entre as verdades e as loucuras, buscando sempre sanidade.
Não sou com um trem que segue seu trilho com um destino certo, sou como a água que por onde passa deixa suas marcas suas lembranças e até mesmo suas desgraças. Tudo depende de como você me vê!
Penso muito antes de fazer alguma coisa, mais infelizmente ainda sou um adolescente não tenho culpa se minha mente me faz ser um inconsequente.
Sou poeta falido
Com vários risos
Vida de poeta
Não é ser super-herói
Sempre solitário dançando com a solidão
Mas eu não vou salvar o mundo.
O mundo que ira me salvar
Ou enlouquecer talvez.
Poeta não escreve, Seus dedos que tem vida própria
Sua imaginação decola.
Longe dessa realidade tão doentia.
Escrevendo sobre flores e amores.
Sem dores.
Me enforco com minhas palavras
e me engasgo com meu silencio.
Quando eu crescer, não quero ser poeta.
Não quero viver tantas dores.
Não quero conviver com meus dissabores.
Não pretendo dança a valsa com a solidão.
O verdadeiro poeta é aquele que escolhe
Se só, por opção.
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