Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
“Descobri por entre todos os meus receios que sou o meu pior inimigo, que não sou nada além de antecipações.
Era como se a chuva fosse do chão de encontro ao céu num avesso majestoso. Era ver tudo invertido e se adaptar nesse compasso de tristeza bonita de se sentir. Saudade não é mais um sentimento, é uma veia colocada no lugar errado, dor de cabeça por tentar se transportar para onde o tambor do pulsar grita. Mas nunca dá. Porque você se tatuou em mim e eu me costurei em nós, desate um fio e o meu todo se esvai em desatinos. Já que não almejo encanto, separo então um canto para me reinventar. Mostro-me distraída com as paredes descascadas, perguntando-me se as paredes do ego também dispunham do mesmo formato concreto, impedindo as guerras emocionais de escapulirem pelos poros feito um inundar de amargura. Só queria esculpir o teu nu em estátuas, emoldurar os sorrisos para que nunca se dissipem do brilho dos olhos. Compreender que a nudez mesmo está escondida nos detalhes que só percebo depois dos seis lances de escada e um vinho barato. Confusa, talvez. Sentindo o incenso da tua presença, antes mesmo de sentir o afago do teu corpo. Ainda confusa, desvendando a incógnita de quão o mar sabe ser tão claro quanto teus olhos, que cerram atados diante de um fecho de luz. Tua serenidade não cobiçara os meus raios solares. Mudava de opinião como quem sucumbia às fases da lua, exibia a tristeza como quem rega flores artificiais, era pesaroso gostar do colorido de algo sem vida. Era desafiador despir as palavras para que fossem aceitas sem o desconfiar de um Cavalo de Troia. Eu me entreguei de coração aberto e alma limpa para virar apenas mais uma vítima corriqueira do “não era pra ser”. Esquece o roteiro, amor. Nem o aroma do teu perfume sabe a rota da saudade, mas mesmo assim sempre volta para me assombrar. Mais forte e incomum. Um recital fresco e perigoso como a madrugada, sem ecos e sem carnaval. Paralisa os meus sentidos e me faz perceber que comum mesmo são as outras pessoas que copiam o teu cheiro. Porque eu vejo poesia a cada esquina e a brisa me presenteia com o amargo da lembrança de um afeto bom. Eu sinto o murro na cara e encaro a fragrância insípida com lágrimas nos olhos e braços abertos. Tentando, ao menos, juntar as partes do perfume que há muito não me visita e comprimi-las no coração até transformá-las num cobertor de nostalgia bonita de se apreciar. Eu vou esquecer o teu nome, inventarei um bocado de outros pseudônimos que me façam cair na tapeação de caber em um amor do tamanho de um alfinete. Que não me faça sentir o pesar da despedida ou a melancolia de uma noite mal dormida. Eu vou esquecer a tua voz, e todas as palavras um dia proferidas irão caminhar para longe junto ao vento. Vou quitar qualquer compromisso com as manhãs nubladas e esquecer os teus vestígios escritos entre as nuvens. Eu quero uma passagem só de ida, bilhete de trem sem reembolso. Quero viver da sorte e não das possibilidades que prendem meus pés no chão.”
Mas pra quê a pressa, amor?
A eternidade é na rua de baixo, logo ali virando a esquina.
Vejo diante dos meus olhos,
O quanto sou inseguro diante da vida.
E a necessidade de mudar.
Traçar rumos, refazer sonhos,
Alimentar esperanças,
Viver um dia de cada vez.
A única pessoa capaz de me ensinar algo e Deus, tudo que aprendi, tudo que sou, foi ele que me ensinou, somente ele devo chamar de meu professor.
Adoro conhecer coisas novas,
Sou caçadora destinos inventados
Encanta-me um novo sotaque,
Uma frase inesperada, um sorriso rasgado.
Adoro observar as mesmas passagens,
Mas cada vereda que vejo nunca é como
Se fosse o mesmo caminho galgado.
Acho-me perdida nos fascínios diários.
Adoro o som harmonioso das músicas antigas,
Mas cativa-me celebrar uma nova canção, ou dar
Um novo sentido as cifras de uma letra
Acompanhada dos acordes de um violão.
Adoro acordar e pensar que sou aprendiz
Da vida, pelo menos enquanto a essência da
Vida durar.
Sou de todos os lugares,
moro em todos eles,
mas não pertenço a nenhum deles.
do meu poema - Moro em minha liberdade
Sou aquele cara cujo os olhos dos homens só enxergam o exterior. E é do exterior que eles conseguirão me criticar, porque do interior nunca será possível.
Não sou poeta, nem saberia ser,
Sou agitada, melancólica, confusa,
Sou teimosa, tranquila, do tipo calada,
Faço tanta coisa, que acabo não fazendo nada!
Dorminhoca, comilona, de bagunça organizada.
De pensamento ligeiro, apenas escrevo.
Uso palavras simples, á muita coisa?...Não me atrevo!
Como agora nessas frases que rapidinho vem brotando.
Tudo porque de um belo moço to gostando...
Ele bonito, charmoso, perco tempo para ele olhando!
Logo agora que depois de tantos anos vividos, encontrei o amor, não é que o danado fez que fez e me largo; saiu como quem foge pela porta da frente.
Homem macho!
Menino valente, eu disse a ele: meu amor não faça isso! Sou moça boa, e aceito compromisso.
Mas de nada adiantou.
Como flecha certeira o cachorro me acertou agora só me resta pensar que sou poeta....escrevendo todas as noites frases que dizem assim:
Amor, mesmo depois de anos passados, por favor, reconheças que me amas e volta para mim.
Sou o vento que bate na janela. Sou o cheiro do jasmim que perfuma o jardim. Sou a brisa leva da manhã tocando a macia pela da maçã. E ao por do sol fui o ontem o hoje amanhã não sei.
SOU BRASILEIRO SIM...
Sou brasileiro sim...
Gosto de sol, samba, futebol e carnaval.
Mas não sou tão dissimulado, hipócrita e nem cara de páu,
a ponto de desprezar o que os políticos e juizes
estão fazendo com o nosso Brasil.
Se voce está tão feliz para
sair desfilando por aí no carnaval,
calce a cara, esqueça tudo e vá...
Mas antes, complete sua fantasia
com nariz de palhaço.
.."não sou covarde por não dizer os meus pensamentos ,só não digo -os por que não encontrei um sábio para ouvi -los!..."
Sou da opinião que lutar pelo que se deseja vale a pena. Porém, devemos observar se vale a pena o que desejamos !
Inversão de valores não é para mim. Não sou um metrossexual. Sou um homem a moda antiga. Não me importo em ser chamado de rude, bruto ou parecer meio bobo, contanto que eu ainda possa apreciar a delicadeza de uma mulher e para ela oferecer as flores do mundo.
Hoje tirei um tempo para mim, para ler as entrelinhas de minha própria história: Percebi que sou uma pessoa melhor do que imaginava...
Nada sei nem sou
Vivo cada passo sem urgência
Nada programado, nem previsto
Meu tamanho é tempo começo meio e infinito...
Sou a suavidade e a ponderância por escolha e por princípio. No entanto, vez ou outra, a vertigem incontida de uma emoção supera minhas próprias molduras. Como não me perder entre o etéreo e o insano das minhas próprias emoções? Ensine-me, quem o conhece, o caminho mais previsível e linear de um viver e de um sentir sem esses abismos de razão, sem esses tão intemperantes quereres. Aqui, entre os limites do que bem conheço e o inevitável do de nem imagino alcançar, sigo em sintonia secreta com a majestade livre e indomável de um unicórnio ainda pálido pelos sustos e pela desconfiança de seu aparente regaço.
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