Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Vai ver, eu só esteja forçando sentir o que eu já não sinto mais, por medo de não mais sentir.

Ser reconhecido me deixava muito animado antigamente. Acontecia muito quando eu estava andando por Los Angeles. Uma vez parei em um farol e ouvi: ‘Ei, cara!’ Isso te assusta muito. Olhei para o lado e haviam quatro caras em um picape mostrando o dedo do meio para mim! Fiquei muito cansado de coisas assim acontecerem, então parei de prestar atenção nas pessoas ao meu redor.

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que essa tua ausência me causou...

Eu te entendo... e quando não te entendo eu te aceito. E acima de todas as coisas eu te respeito.

E se eu te disser que todas as coisas em que você acredita sobre si mesmo são mentiras?

Eu amo:
Deus. Família. Vida. Livros. Ideias. Chocolate. Novidades. Música. Dança. Amigos. Sol. Estrelas. Primavera. Flores. Pássaros. Balé. Inspirações. Sorrisos. Amanhãs. Sonhos. Chocolate quente. Deus. Conversas. Internet. Perfume. Blog. Começos. Violão. Amor. Piquenique. Pipas. Filmes. Adrenalina. Romances. Tulipas. Margaridas. Cartas. Abraços. Esperanças. Cores. Deus. Sertanejo. Pop. Temperos. Campo. Festas. Família. Amigos. Chuvas de verão. Vento. Companhia. Alegrias. Xadrez. Crianças. Sentimentos. Barcos. Viagens. Europa. Pêssegos. Paz. Dança. Tulipas. Branco. Preto. Rosa. Lágrimas. Amoras. Céu. Delicadezas. Intensidade. Doces. Diferenças. Proximidades. Verdade. Passos. Casa. Aconchego. Silêncio. Coragem...

Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.

Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.

Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.

Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.

Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.

Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.

Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.

Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.

Não é difícil me fazer sorrir.

Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.

Acreditar é o que explica a minha vida.

Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.

Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.

Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.

Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.

Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.

Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.

Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.

Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.

Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.

Saudades daquele tempo em que eu era a menininha do papai, livre de todos os problemas, daquele tempo de pequenos grandes momentos em uma família perfeita e ao mesmo tempo imperfeita, ou simplesmente normal, daquele tempo em que jogávamos conversas e risadas bobas fora, em que ficávamos uma tarde toda de domingo ou feriado juntos, fazendo nada, mais juntos e felizes, um tempo em que sempre quis que passasse rápido e que chegasse logo o futuro, mais agora, que o presente de hoje é o futuro que eu antigamente desejava chegou, daria tudo para ter aqueles momentos de volta, momentos frios que vivo agora, esperando um novo futuro caloroso, feliz e novamente unido, PAI, hoje se dou algum tipo de desgosto, saiba que só estou buscando ser o seu maior orgulho em um futuro não muito distante. TE AMO!

Não me julgue por acusações de outras pessoas, você não me conhece, eu posso ser várias pessoas ao mesmo tempo, cabe a mim escolher quem você merece que eu seja.

Hoje você fala mal de mim, Amanha eu passo por cima da sua cabeça.

Os livros - é o remédio que eu sempre receito e quase sempre dá um resultado razoável. Ponho em jogo o egoísmo humano, e lembro-me de que sempre há-de consolar a nossa dor o espectáculo da dor dos outros...

A gente tentou fugir um do outro, eu tentei me apaixonar por outra pessoa. Mais não deu, você sempre foi e sempre vai ser meu ponto fraco, o único que consegue me tirar do eixo, me tirar fora de órbita só pelo fato de me olhar!
Há o seu olhar!

⁠...tanto que me vinha a vontade, se pudesse, nessa caminhada, eu carregava Diadorim, livre de tudo, nas minhas costas.
(Grande Sertão: Veredas, p . 388)

"Eu realmente jamais pensei em dar adeus a alguém sem ao menos olhar nos olhos. Mas as circunstâncias que me deparei me fizeram te dar adeus em meio ao silêncio que você deixou. Ainda guardo comigo todas as palavras engasgadas que não pude te dizer olho a olho."

Não sei porque mas eu tenho uma leve impressão, que você não é mas a mesma. Acho que te fizeram uma lavagem cerebral. Gostava mais do teu jeito de antes, agora parece que você perdeu completamente a personalidade. Parece que tudo o que eu faço é errado, só os outros é que estão certo. Mas tudo bem, o direito e a escolha de mudar é tua, não vou mas falar nada que possa vir manchar a minha conduta. As vezes é melhor ficar em silêncio e deixar Deus agir. Só espero que um dia você acorde pra vida e perceba que eu nunca quis o teu mal, eu sempre permanecerei te desejando todo o bem do mundo, mas eu não seria eu mesma se passasse sempre o pano dizendo que tudo está correto. Peço desculpas se de alguma forma eu fui arrogante!

- Cortou o cabelo ? porque ? preferia como estava antes.
gabrielcezar:

- Ah, é ? Eu preferia o seu pescoço cortado, e nem por causa disso eu comento.

"Que é isso? Xô, não, vamos lá, eia, avante, companheira, hei-de-vencer, Deus-provê e eu-mereço-mais, devem ser NOSSOS lemas na Nova República. Fique bem, please. Paciência — é preciso ter infinita paciência. Olhar meigo para tudo & todos. Humildade, decência, recato & pudor. A um passo da santidade."

As pessoas tem mania de acharem que me conhecem o suficiente pra saberem tudo que eu gosto e sinto em relação a algo. Todos acham que eu odeio todo mundo e que trato mal porque eu gosto. Mas não é bem assim, eu considero muitas pessoas importantes na minha vida, confesso que não viveria sem elas. Não só nisso que as pessoas acham que sabem como também acham que sabem o tipo de musica, de filme, de pessoas, de coisas que eu gosto. A verdade é que ninguém me conhece como eu realmente sou, me conhecem apenas pelo jeito que inventaram nas suas cabeças e acreditam tanto nisso, que quando eu mostro ao contrário acham que eu mudei, mas eu sempre fui a mesma, porém ninguém nunca soube que eu era essa.

O norte, a morte, a falta de sorte...
Eu tô vivo, tá sabendo?
Vivo sem norte, vivo sem sorte, eu vivo...
Eu vivo, Paulinho.
Aí a gente encontra um cabra na rua e pergunta: ‘Tudo bem?’
E ele diz pá gente: ‘Tudo bem!’
Não é um barato, Paulinho?
É um barato...

Sobre ontem:
Eu e essa minha mania de chamar forasteiro de amigo.
Estranho de família.
Canalha de bom moço.



Candida O.S.