Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
E eu acabo de descobrir, simples assim, a única maneira de me livrar desse sentimento: aceitando ele, parando de querer ganhar dele.
às vezes eu me sinto tão confusa.
a confusão que enlouquece,
a confusão que deprime,
a confusão que decepciona.
Quero tanto querer,
quero tanto aceitar,
quero tanto fazer parte desse mundo que já não é mais meu.
Quero querer sem me machucar,
quero viver sem me decepcionar,
quero me sentir alguém normal por apenas algum tempo.
Eu pago o mínimo possível [de impostos] e luto até o inferno para pagar o mínimo possível. Eu odeio o jeito que eles desperdiçam nosso dinheiro.
Hoje vou sair sozinha
Vou dançar até morrer
Hoje vou ficar na minha
Hoje eu quero enlouquecer
Hoje eu quero alegria
Capoeira, sexta-feira
Eu vou ver raiar o dia
Acabar com a calmaria
Hoje eu vou ficar sozinha
Hoje eu vou sair da minha
Quando eu era pequena e alguma parte do meu corpo doía minha mãe sempre me dizia que era porque eu estava crescendo. Hoje adulta eu entendo o que a minha mãe queria dizer, e toda vez que alguém ou alguma situação me machuca eu lembro do que a minha mãe dizia, ai sei que estou crescendo.
Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro
E fizesse parar de chover nos primeiros erros.
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol.
(Primeiros Erros)
“Divido as pessoas em: as que preciso lembrar, as que preciso esquecer. Você eu já esqueci, mas prefiro não lembrar.”
Duas razões para te amar
Eu não preciso ser filósofo nem usar da filosofia para encontrar razões para te amar;
Não preciso ser vidente para vislumbrar o nosso futuro;
Não preciso ser mágico para transformar espinhos em flores;
Não preciso ser agrônomo para saber a fertilidade do solo meu coração;
Não preciso ser advogado para saber quais as minhas razões para te amar,
Nem juíz para determinar a penalidade por te amar tanto.
Eu preciso apenas ouvir o meu caração,
Seguir o meu coração e saber que as duas razões básicas para eu te amar tanto são:
Te amo tanto porque te amo,
Te amo tanto porque tu me amas.
Será que eu ainda preciso explicar mais alguma coisa?
Eu estava olhando no espelho, tentando encontrar uma nova reflexão, quer tomar a estrada menos percorrida em uma direção diferente.
Uma hora passa, dizem. Uma hora o tempo cura, insistem. E eu espero, sinceramente, que passe. Porque se não passar eu não sei o que vou fazer.
Eu vivo mesmo é de claridades e não vai ser qualquer gentinha à toa que vai enfraquecer minha fé na vida e minha vontade de sorrir pro mundo.
Algumas coisas voltam, outras não. E a única lição que eu tiro disso tudo é que tudo teve seu motivo, para ter sido dessa maneira.
Divida essa sua juventude estúpida com a gatinha ali do lado, meu bem. Eu vou embora sozinha. Eu tenho um sonho, eu tenho um destino, e se bater o carro e arrebentar a cara toda saindo daqui, continua tudo certo. Fora da roda, montada na minha loucura.
E quando escutar um samba-canção.
Assim como: "Eu preciso aprender a ser só".
Reagir e ouvir o coração responder:
"Eu preciso aprender a só ser."
É se amor... Enquanto eu conseguir falar palavra, ela será amor. Amor é o sentimento constipado de felicidade, é uma nostalgia de presente, um bem-querer sem bem pensar. É aquele querer espremer, abraçar até tornar um, dois corpos. Amor é o sentimento pleno da paixão, é aquela calmaria que toda plenitude traz. É a ansiedade que toda tormenta produz, mas da terra, acalentada pelo ruído do mar, que perturba. Costumava dizer que o amor era conseqüência da paixão. Ao senti-lo, vi que me enganei. O amor, se existe, coexiste com a paixão, é concebido no primeiro olhar. Paixão não dura sem amor. O amor subsiste em qualquer bafo de existência, permanece além da esperança, além das forças, além dos deuses. O amor é maior do que qualquer divindade suprema, mais forte que qualquer universo. O amor verdadeiro se basta. Com fome, frio e dor. O amor permanece. Quando nada mais restar, nem mesmo o ódio, oposto que confirma, resta o abraço quente do ser amado pra nos mostrar que existimos. Mais importante que isso: que coexistimos. O amor, se amor, é eterno. Diferente da truculenta e voraz paixão que consome até se apagar, o amor alimenta. Não cessa de alimentar. É a energia em si, não consome, não exige, não precisa. Apenas é. Pra sempre é. Não morre com o corpo, não nasceu com ele. Surge e vive, eterno e plural, em dois corpos que decidiram deixar-se habitar. O amor não foge, não prende e não puxa. Atrai. O amor atrai, alimenta, seduz. Faz bem, ensina, constrói, edifica. O amor é aquela sensação do primeiro ao último beijo. Aquela certeza louca que nos obriga a sentir tudo sinceramente, a dizer tudo sinceramente. É o fim dos jogos das paixões juvenis, o início da loucura franca de dizer "pra sempre". O amor é a verdade da vida, a única certeza que temos. Nossos amores são nossos pilares, e nós somos os seus. Sorte de quem tem amor, um só, que seja. Ou se ama, ou não se ama, verbo intransitivo fora da gramática dos céticos. Amores mesmo, são poucos os que trazemos conosco. O verbo amar só é pleno quando sujeito, complemento, objeto, substantivo, paradoxo. Minha família é meu amor. Meus amigos são meu amor. O pai dos meus futuros filhos é o meu amor, o meu amor que coexiste com a paixão. O meu amor-mar do filme sob os lençóis, do grito de eu te amo na beira da praia, do corpo que esquenta, dos olhos brilhantes, sempre meus. Ele é o meu amor eterno. Verdade franca, redundante, louca e crua. Sob as gargalhadas de nossas cócegas ao brincar de ser criança, está sendo dito, constantemente, o desabafo insanamente são do sentimento que vive dentro de nós e entre nós dois: te
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