Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Se o vento sopra em seu rosto balançando seus cabelos
Sou eu pensando em você e se sentir uma alegria por dentro sou eu lembrando desse seu sorriso lindo
Se derrepente se surpreender tocando seus lábios lembrando meus beijos
Sou eu desejando te beijar
Sei que o vento te fez pensar em mim também num sopro te toca
Nosso amor é elemento fundamental do que somos em nós
Pergunte ao vento o quanto te amo
E o vento responderá sempre que sua brisa passar e de mim se lembrar.
Se disser que a amo
Sou um criminoso e devo morrer por amar
Porisso o meu amor por ti eu escondi entre os versos desses meus poemas que irás queimas por desprezo teu
Pois os poetas não nasceram pra amar neste tempo
Meu amor por ti eu silenciei comigo o levarei
Quando repousar
Nesta vida não a mais lugar para os poetas que se apaixonam
Porisso aprisionei o meu amor como minha sentença pelo crime de ti amar.
Eu sou um prisioneiro do Progresso desleixado sem amor
Assassino da simplicidade
Que destrui a beleza que existia numa vida calma feliz
Com a ganância maldita
Ah tempos!
passado dos poetas estes admirados
Dos romances e os apaixonados da casinha de barro do homem do campo que sobrevivia somente com o necessário
Onde a vida era simples humilde e boa e sem vaidade
Sou prisioneiros do Progresso irritante e apressado sem tempo pra vida pro amor
Estou sentenciado a esta prisão de cidades asfaltos e muros
Desse barulho infernal
Que anuncia um futuro desgastante que se Deus quiser não farei parte.
Eu sou a luz que emana do meu pai, meu criador
Eu sou a estrela da manhã
E reviso para os seres humanos
Seus pecados mais sombrios (males)
Eu sou aquele que permite que eles vejam
Seu próprio mal
Esse é o meu papel e meu pai os julga de acordo com as obras de cada um
Meus irmãos e eu somos miríades de miríades de legiões de anjos infinitos, cada um age de acordo com a vontade de nosso pai, o “CRIADOR”
somos uma emanação de sua glória e poder
E nós o servimos antes de toda a criação
Obedecemos ao nosso pai o “CRIADOR”
יהוה
Não sou eu sensível que choro são as flores na primavera que encantam com suas cores e os colibris espalham seus beijos sugando sua doce beleza
Eu só choro porque o canto dos passarinhos alegram a estação dos amor que inspiram meus versos simples
A minha sensibilidade é poética
Declara o amor como o perfume que as flores primaveril exala.
A estação dos poetas
Sinto que não sou mais o mesmo de antes
Eu perdi a vontade é o desejo
Enterrei meus talentos
Não a inspiração em mim
A luz não irradia mais o céu que já não parece azul agora está acinzentado
Minha perspectiva está distorcida
Sinto-me um estranho em mim
Nem no espelho me reconheço mais
Quem sou
Quem é este agora
Não parece mais como era antes
Minha visão ficou turva e o brilho da vida está fosco opaco
Acho que fique daltônico não consigo enchergar as core nem sei quando é primavera
E meus sentimentos se reprimiram dentro de mim
Por segurança eu me isolei
Agora tenho a sensação que estou deixando de existir...
O que eu sou?
Por que estou aqui?
Há um propósito para a minha existência?
Estas são perguntas com o mesmo significado:
"Existência"
Você é um ser vivo ou entidade
Eu estou aqui está naquilo que você é e busca como propósito
E o seu propósito está nas suas buscas e conquistas. Isso envolve toda a vida e o que a complementa e a torna útil e valiosa
Família, trabalho, desejos, sonhos, realizações
E como eu disse, conquistas
Além de um legado
A vida é uma construção que construímos ao longo do caminho e aprendemos com as nossas experiências vividas
Lidando com situações boas e ruins
mas sempre com um propósito e propósito
Para que ao final desta jornada tudo o que construirmos faça algum sentido e o que deixarmos para trás seja um farol para que mentes futuras entendam melhor a vida
E assim, pelo menos em parte, estas perguntas encontram
Respostas mais conclusivas.
Marcio Melo
Eu não preciso viver
Eu não preciso respirar
Eu não me importo se sou visível ou invisível
Eu não me importo se preciso comer
Beber água
Eu parei de me importar
E comecei a ter apenas o agora e o que o agora me dá
É isso que eu como, bebo e visto
Outras coisas deixaram de fazer sentido para mim; aprendi a viver como uma sombra
Que desaparece à noite.
Eu sou um rio, um riacho, deixo-me levar até o mar.
Pelas margens me arrasto, observado por árvores e vegetação, contemplado por espécies, carrego em mim a vida de muitos seres que dependem das minhas águas inesgotáveis. Sou o banho, o alimento, a fonte dos sedentos, entre barrancos, cachoeiras e rochedos, sigo meu curso sem me desviar, cumprindo meu destino sem sair do meu caminho. Sou o rio que me arrasta até o mar, sou um caminho de água que deságua no mar.
O Rio
Tive que me afogar em minhas lágrimas pra aprender a respirar em mim.
Hoje sei: eu sou prioridade.
Motivo? Sou edição limitada.
Van Escher 🦁
Fé Intolerante
"Senhor, eu não sou digno
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo"
Eu sou intolerante,
Preconceituoso,
Homofóbico,
Racista.
E o mais grave...
Faço tudo isso
sendo religioso.
Salva-me desta hipocrisia.
Amém!
Minha pele é minha dona
E eu sou presa dela.
Minha pele é mais velha do que eu
Mas eu sou mais antiga que ela.
Eu sou os meus passos
Eu sou meu espaço
Eu sou o que toco
Eu sou o que vejo
Eu sou o que sinto
Eu sou a viagem
Eu sou o pouso
Eu sou a virtude
Eu sou a imagem
E semelhança
De quem me criou
Para ser...
Livre!
Não me cale!
Não ouse me calar
- Não mais!
Eu sou assim
Eu sou o que posso
Eu sou o quero
Eu sou o que gozo
Eu sou o que gosto!
Eu viverei de mim
- E ai de ti!
… se vier de novo
querer calar a minha voz!
Eu sou o inverso do início
Sou o fim do começo do precipício
Sou a incerteza da minha razão
Sou o céu azul da escuridão.
Eu sou o buraco que não se esconde
A teia de aranha que engole o mal
Eu sou a tempestade do vento suave
Sou a certeza do vendaval.
Eu sou a intensidade da monotonia
Sou o cansaço da alegria
Sou a temperança da própria raiva
Sou a paixão lasciva e viva.
Metade do tempo
sou eu!
Metade de mim
é o tempo!
Eu sou esta corda bamba
Sou o equilíbrio entre a pilha
de coisas da vida
e a queda desmedida!
Sou a espiritualidade e o tormento
Sou a doença e o unguento
Sou a leveza e a vazão
Sou a subida e o escorregão!
Eu sou metade do tempo
O tempo é metade de mim
Se isto é um sonho, eu digo:
- Os sonhos transformam a vida!
E eu vivo sempre assim!
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