Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
“Sozinho sou como um grão de areia a sós, não posso mudar o mundo; E lembro bem que, para o chão existir e formar o caminho é preciso que todos os grãos de areia estejam unidos.”
777
Cara gente chata
Sem conteúdo
Cadê a luz desse mundo
Em pleno no século XXI
Não sou ninguém
Só sou mais um
Onde todos os atos
Todos julgais
Onde as expressões
São sexuais
Onde até as bocas
Não são puras mais
Tamparam as faces
Pra trazer a paz
Nesse mundo somos
Todos animais
Ninguém é mais
Ninguém é mais
Adestrados
A vida gira dentro de um quadrado
Mal informados
Só seguem inatos
Só quero ver
Quando a luz descer
Dos céus
E procurar Onde entrar
Rasgue um pedaço
Da caixa de papel
Pra poder olhar pro céu
Sempre fomos
País mães e filhos
De uma mesma nação
Todos nós temos
Mais de uma versão
Versão de mim
Versão do irmão
O que fica deitado
O que é comilão
O que fala muito
E o que não fala não
Nunca estamos só
Só estávamos perdidos
Procurando se encontrar
Pra erguer a nação.
ᕈOṈΓO DE ҒUGΔ
A minha objetiva sobre o mundo...
É a do agora.
E agora sou tudo o que me rodeia.
Enquanto vejo o que me rodeia,
A minha consciência rasa,
Extravasa,
Rasga,
E a minha recompensa
Não me é mais recompensada!
A meia-vida não se atinge
E a dose mínima,
É SUB dosada!
- Porque te cinges resignada?
Enquanto não atinjo respostas,
A recompensa jamais será recompensada.
A forma fora de estado,
Transforma-se num gume fino,
Para aqueles que odeiam estar em nenhum lado.
O gume fino não se coíbe,
Do que lhe cabe,
Da pressão que sabe,
Nem do sabor que vive!
A voz não diz!
Vive muda nesse estado.
O gume fino,
Aproveita deste lado,
Para esventrar o ego e tudo o que o vicia.
Atravessa a dura-máter
E acontece algo que eu não queria!
Leva-me o escalpe para servir de assas
E faz voar a fantasia.
Perspetiva renascentista,
Na tábua rasa,
Sem locomotiva que lhe resista!
Sou o humano a olhar para mim.
Nádir chamado pelo zénite.
Equinócio de outono enquanto o dia chega ao fim.
Sobrado plano sem louvor,
Derramado no ofuscante branco,
Sem vida nem amor.
Milmiun, onde um braço estendido e forte,
Aguarda pela minha sangrenta morte.
Explosão de plasma,
Luz que pasma,
Ao som da escuridão!
Lírico poético, quê cético,
De uma morte perpetrada sem razão.
Faço uma viagem ao contrário,
Vejo a granulometria da areia
E atravesso o ferro do pilar pra meu calvário!
A gravilha da estrada,
Outrora calcário sedimentado,
Mora agora no sobrado,
E nas fistulas do betão curado.
E eu só...
Sem que alguém tenha dó,
Sinto-me purgado.
Dos males de mim!
Dos bens de mim!
Tal como o malmequer depois de desfolhado.
Sou despido de tudo o que me rodeia.
Ser humano sem sentimento... desnudado.
Fotão de luz em busca do passado.
Vejo partir o que me rodeia.
Das pétalas sou afastado!
Livre do pecado e da maldade,
Sinto que a vizinha de cima,
Não me viu passar, ainda assim sei
Que lhe perturbei o fumo exalado.
Que lhe apaguei o cigarro,
Que ela ainda não tinha acabado!
Vou deixando este mundo,
Pra viver num mergulho profundo!
Agora que não sinto,
Nem o mundo é só o que me rodeia.
Já não são apenas as paredes do meu quarto,
Nem o enxergão de palha em que me deito farto!
Deixo de ver o segundo
E nesta vista altiva,
Sou a perspetiva estendida,
Sou o corpo de massa zero,
Mínimo, mero, não mais tenho o que quero.
Vejo tudo o que temi!
Vejo tudo o que um dia vivi!
Vejo o elefante morto!
Vejo o homem que o matou!
Vejo a indignação de quem o viu morrer!
Vejo quantos o julgaram!
Mas já não vejo maldade.
E quanto mais longe estou,
Menos vejo a desigualdade.
Não mais sinto o desejo,
De mudar a realidade.
Viajo na espiral do vácuo,
Sem que o meu sangue entre em ebulição.
Sei que ele ficou derramado no sobrado,
Onde já não estou, onde de tão longe nem vejo.
Mas não deixo de sentir a sensação,
Do cordão que me liga à Mãe,
Que dança em orbita com o gigante Pai...
Uma valsa equante!
Da qual eu sou cada vez mais longe...
Menos cavalgante…
Mais distante…
Mas não de pensar.
Ainda há existência em mim!
Ainda há um subconsciente no vácuo sem fim!
Só não sinto mais as fronteiras que nos protegem,
Nem sentimentos de ódio de quem mal me quer.
Não deixo de amar todos aqueles que nos regem,
Os iguais a eu...
Continuo a sentir o púlpito de vida!
A cultura!
Inflação!
A subida!
O bordão!
Porque não sei pra onde vou...
Porque não sei onde estou, nem o que diga!
Continuo a crer na menina escura.
Brilhantes iris sem deferente no oposto equante,
No Ser Humano sem agrura.
Continuo a crer!...
Que não há Humanidade sem transumância,
Que não há bom nem mal,
Nem mundos sem distância.
E daqui do longinco celestial,
Mais perto do zénite,
Do escuro do dia que chega ao fim,
Perto do ofuscante branco
E do braço forte que espera por mim,
Recordo as palavras do épico.
Pragmático poético também ele.
"quê cético"
Longe da jornada de onde eu vim
TU és o outro universo, verso do inverso
dentro do verso que há mim!
And I see the "Pale Blue Dot"
Sou o que sou -
Sou o que sou
por não poder ser mais!
Desprendo-me da vida,
desprendo-me do Mundo,
não sei aonde vou ...
Talvez soubera e não fosse!
E não sabendo irei?! ...
Parado não estou.
O que faço não sei.
Tristezas que a vida trouxe ...
E o destino passou ...
A vida é tão estranha ...
Há um fosso à nossa volta ...
E como uma teia de aranha
eu sou o que sou!
apenas o que sou
(lorrane c. santos)
queria sair por um momento
desse mundo absurdo
queria viver por um instante em paz
queria ser por poucos segundos
alguém que faça diferença
nesse mundo sujo,sem noção
queria conhecer algo diferente
sem que eu precisasse me separar
de quem realmente sou
viver,viver e derrepente
calar-me para algo
que sei que é
não como sou
e sim como o mundo quer
{refrão}
ser normal e igual
ser eles ou eu
ser algo que não sou ou posso ser
viver sem pra quê,sem porque
sem eu,sem você
ser algo que julgamos querer
***
ser o incerto do certo
o duvidoso do correto
a verdade da mentira
a bondade da malicia
ser a luz do obscuro
a vida da cova
a amante do ódio
ser gente ou humano
ser apenas o que sou
{}
queria me afastar de tudo
de todos,de qualquer coisa
e ao mesmo tempo
querendo estar perto
de algo que nem sei dizer
querendo viver,querendo morrer
sem nada saber,sabendo de tudo
e tudo querer
amando ao limite sem limite
vivendo enquanto é tempo
e quando chegar a noite perder a razão do que sou
viver,viver e derrepente
calar-me para algo
que sei que é
não como sou
e sim como o mundo quer
{refrão}
ser normal e igual
ser eles ou eu
ser algo que não sou ou posso ser
viver sem pra quê,sem porque
sem eu,sem você
ser algo que julgamos querer
***
ser o incerto do certo
o duvidoso do correto
a verdade da mentira
a bondade da malicia
ser a luz do obscuro
a vida da cova
a amante do ódio
ser gente ou humano
ser apenas o que sou
******apenas o que sou****
Além de ser o seu rumo.
Sou seu mundo.
Sou sua fonte.
Sou sua metade.
Sou o seu inteiro.
Sou sua vontade.
Sou sua verdade.
Sou o seu brinquedo.
Sou sua coisa séria.
Sou o seu medo.
Sou sua felicidade.
Sou sua sacanagem.
Sou seu hoje.
Sou seu sorriso.
Sou sua lágrima.
Sou seu dia.
Sou sua noite.
Sou suas palavras.
Sou sua linguagem.
Eu sou você.
Jota Cê
-
Não sei de que mundo sou
as vezes acho que não devia estar aqui,
Mas se estou é porque esse mundo pertence a mim!
Minha Princesa
Não sei dizer o que mudou..So Sei q NADA esta Igual
Sou um MUNDO antes d ser um HOMEM!
Um Sapo q naum se transforma em um Principe como em um Conto d Fada
Todos Nós temos escolhas...
Fiz a minha...
mas ainda falta algo...ou alguem...
não sei oq espera de mim...
cada passo q dou eh mais um engano,um erro
Me tornei tão "entorpecido".
Mas eh como se não importasse oq eu faço...
Sou tudo aquilo q vc jamais desejou
Tenho Tanto medo
Estou tão fora d alcance
Não espere,,porq não sei oq Fazer...
As Vz vejo oq ninguêm vê.
Eu Nunka Realment me senti Muito Bem...
Mas Sempre q Olho pra vc,
Vejo q vc tem algo diferente...
Vidas Paralelas
Criei um mundo pra ficar contigo
Nele coexisto, ausência de dores
Nele sou o que sou, sigo e me dispo
De todos os pudores, revelando minhas cores.
Vidas paralelas, escolha errante
Estar com você é tocar o infinito
Paixão misteriosa, nau delirante
Atravessando o tempo, beirando o abismo.
Ao olhar o mar, te vejo longínquo
A saudade aperta, não reconheço e brinco
O cotidiano emerge, ouço o silente sino.
A tarde cai, me transporto e te cogito
Desejo tênue, sonho leve, quase agito
É nesse mundo que te encontro e te habilito.
Sou pequena, média e grande.
Pequena diante da imensidão do céu e do mar. Da vastidão do mundo.
Média entre as centenas de pessoas que vejo na rua todos os dias.
E grande, do tamanho dos meus sonhos, das minhas vontades, desejos e anseios.
CRIANÇAS – MAIORES VÍTIMAS
Sou apenas uma criança que o mundo não soube me esconder das atrocidades.
Sou aluno da Escola da Vida, onde o mundo é o grande mestre. Por isso, de tempos em tempos, submeto-me às avaliações apresentadas, que recebem o nome de PROVAÇÕES.
Como posso me sentir livre, sabendo que sou oprimido por leis que regem um mundo cheio de contradições?
Para que irei me esforçar, se sei que a qualquer momento uma pessoa pode tirar minha vida sem o menor esforço?
Acho que a resposta para essas questões, está no outro...
Sou o presente no presente palpitante de um mundo novo criado e recriado pelas maravilhosas máquinas.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases de Raul Seixas para quem ama rock e poesia
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
