Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais
Foi você quem destilou veneno na minha existência,
quem sacudiu meu juízo — já frágil desde o berço.
Mulher ardente, escandalosa, insolente e devastadora,
rainha sensual que governa meu ser.
Teu feitiço rasgou o véu da minha timidez
e revelou o doce refúgio do teu acalanto.
Bruxa encantadora,
tua extravagância me arrasta
ao êxtase de uma felicidade absoluta...
Mulher Perigosa
És uma mulher de perigo e mistério.
Quem ousa seguir teus passos, se perde —
fica para trás, envolto em sombras.
Teus abraços são labirintos sedutores,
onde a vítima se desorienta,
sem mapa, sem saída.
Teus beijos enfeitiçam,
domam o mais forte,
fazem dele servo fiel
do teu afeto devastador.
Teu olhar é prisão sem grades:
rouba a vontade,
desarma a razão,
lança o coração ao desespero.
Mulher perigosa,
pobre do inocente que repousa em teu leito,
buscando amor, prazer e ternura. Ele vai conhecer
a dor de amar demais sem dúvida,
e a amarga solidão de estar só.
Quem é Deus, o Criador de tudo?
Por que fomos criados? Qual é, de fato, o propósito da existência?
Por que há tantos mistérios, enigmas sobre outros mundos, galáxias, planetas e civilizações?
Desde os primórdios, caminhamos sem conhecer verdadeiramente o nosso Criador. Seguimos guiados por um nome, sustentados pela fé, sem saber ao certo qual porta devemos atravessar.
Há uma lição profunda — muitas vezes incompreendida — que é explicada de inúmeras formas, mas cuja verdade permanece inalcançável. O mistério persiste, enquanto falsos mestres tentam seduzir um mundo faminto por respostas, oferecendo teorias frágeis e interpretações duvidosas.
E assim, a pergunta ecoa, intacta e inquietante:
Quem é, afinal, o nosso Criador?
Talvez Deus não queira ser encontrado com os olhos, mas sentido pela consciência.
Talvez Ele seja a energia que sustenta o universo, o sopro que deu forma à vida, ou até o próprio amor em sua essência pura, presente em tudo o que existe. Vamos vivendo pela fé até o momento de conhecer o bom Deus
Persistir em diálogos com quem se fecha ao entendimento é como semear palavras em solo infértil — por mais nobres que sejam, elas não florescem. não busca entender quem já decidiu não aprender.
Quem se entrega ao ato de criar — seja música, poema, poesia ou qualquer obra que brote da alma — reconhece que a inspiração é um guia caprichoso. Em certos momentos, ela se apresenta tímida, quase esquiva, como se viesse envolta em névoa, pedindo paciência e cuidado para ser conduzida por inúmeros caminhos até se encaixar na essência da obra. Em outros, irrompe plena e luminosa, como um raio que atravessa a escuridão, trazendo consigo a alegria imediata de quem a recebe e a transforma em arte.
Cada dia é uma pequena despedida, um adeus silencioso para quem respira e sente.
Reconhecer o milagre da vida é um gesto de gratidão que ilumina o coração.
Seja compassivo consigo mesmo, pois a ternura interior é a raiz da coragem.
Celebre cada centelha de existência, abrace cada faísca da vida como quem recolhe estrelas no caminho.
Agradeça com alegria, mesmo nas simplicidades, e caminhe com dignidade, sustentado pela força serena da esperança...
A quem ama em silêncio e espera,
Em sonhos que vagam, secretos, inteiros,
Proibido revelar o que o peito encerra,
Na sombra das horas, tão só e verdadeiro. Escuta o silêncio que o vento destina,
Palavras não ditas, na alma guardadas,
São luzes ocultas, chama que fascina,
Nos cantos do peito, juras seladas. Que ninguém veja o amor que se oculta,
Nem quebre o encanto de tão doce espera,
Pois o que é segredo, em alma adulta,
Vive em suspiros, em espera sincera. Assim ama aquele que não se entrega,
Guardando no tempo sua melodia,
Pois o amor em segredo navega,
Na doce prisão da poesia.
Quem fala palavras pode ser ouvidas, vistas, sentidas, moldadas pela emoção, pela razão e pelas feridas que ninguém vê.
Mas, no fim, palavras não são sentimentos — são apenas caminhos onde a alma tenta se explicar.
Sentimentos ardem, rasgam, libertam.
Palavras apenas tentam acompanhar o peso do que pulsa dentro do peito.
Às vezes falham, às vezes machucam, às vezes salvam.
E é por isso que, mesmo frágeis, as palavras tornam-se gigantes
quando encontram quem as entende,
quando tocam o silêncio de alguém,
quando transformam a dor em voz
e a vida em sentido.
Quem escolhe a ignorância acredita tocar a verdadeira felicidade,
mas apenas se afunda no chiqueiro da ilusão.
Sem consciência, não existe escolha;
há apenas um lamento mudo,
um destino que nunca se abre para a liberdade...
É egoísmo pensar que segurança é vida.
Quem se tranca no conforto das próprias certezas esquece que viver exige riscos, quedas e renascimentos.
A vida não se alimenta de muralhas — ela respira na beira do precipício, no passo ousado, no erro que vira força.
Proteger-se demais é morrer devagar, sufocado pelo medo de perder.
A segurança absoluta que muitos buscam não passa de uma prisão elegante, cheia de grades invisíveis.
Quem vive assim troca liberdade por estagnação, coragem por rotina, intensidade por silêncio.
A vida só é vida quando pulsa, quando desafia, quando arranha.
E quem entende isso sabe: o verdadeiro perigo não está lá fora, está no hábito confortável de nunca tentar nada novo.
Nós nasce do mistério que deu vida a tudo, mas querer ser igual a quem tudo criou é caminhar para o vazio. Na tentativa de equiparar criador e criação, o mundo desaba em, ganância ambição orgulho vaidade, sec esquece que o verdadeiro poder não reside na dominação, e sim no saber compartilhar a vida existência.
Quem fala através do coração, expressa um verdadeiro sentimento para com a pessoa amada, sendo assim, penetrará fundo no interior de sua alma!
"Quem nasceu novamente em Cristo, até dos maus pensamentos sente vergonha e tristeza."
— Anderson Silva
Hoje, eu apoio você e sou leal; amanhã, posso apoiar quem foi meu adversário. Na verdade, muitas vezes não há uma ideologia verdadeira por trás dessas ações, mas apenas um jogo de interesses pessoais.
Na velhice, perdemos muito: amigos, força, ilusões… e a paciência para lidar com quem nunca somou nada. Com o tempo, a gente entende que não vale mais desperdiçar energia com pessoas vazias, conversas inúteis e atitudes pequenas. A maturidade não nos deixa mais fingir, nem carregar pesos que não são nossos. Na velhice, não é que ficamos mais duros, é que finalmente aprendemos a enxergar quem realmente faz falta e quem nunca fez.
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