Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
arrume uma ilimitada quantidade de linhas , um bom pensante e uma caneta para não falhar , faça seu rascunho de sua vida , com aquele grafite 0.7 que adorávamos no tempo de escola.
No ínterim da vida, um mal estar, uma despedida
De mim. De quê?
Acho que eu dormi nos intervalos da chegada, da partida.
E a cada despedida eu me pergunto se é o fim
Ontem, morreu um bicho dentro de mim,
E hoje as suas tripas me degolam
Um bicho esguio e luminoso... Sei lá...
Só sei que estava aqui porque agora não está,
E se nunca esteve, tem um espaço aqui pra ele... Vazio, vazio
No ínterim da vida, um não estar, uma despedida...
Assim foi que eu fiquei desfalecida no sofá do quintal velho
Enquanto uma semente que virou broto que virou árvore e virou árvore
De repente, virava árvore que virava broto e virava semente
Semente que se enroscou e bloqueou minha garganta
Semente que dói feito pedra.
O que eu sei é que até ontem havia um caixão por aqui
Um caixão que ninguém abriu
O cadáver... Não sei bem... Mas acho que era morte/por segundo
Talvez por cárcere privado, talvez por conveniência.
O que eu sinto, vejo e ouço é que até hoje fede e bate na madeira inutilmente.
Aconteceu...
No ontem de algum dia
Em algum olhar distante, vazio e doloroso.
Eu não sei... Mas eu me lembro,
Como uma sensação no escuro.
O amor é uma válvula de escape da realidade também,como diria em um daqueles textos de Walter.O amor,mesmo que não exista puro e verdadeiro,fico remoendo dentro de mim.Talvez seja a falta de alguém pra amaciar meu ego e ,sobretudo,pra falar que eu sou importante,especial,essencial;porque não posso ser indiferente a mim mesma.O amor dá razão ao irracional:a vida em si.Se abster dessa ilusão,uma vez já iludida, é uma tarefa dolorosa.São dias inteiros de sofrimento até alcançar a indepência da ''felicidade''.
Da relação 2
Fica mais um pouco
amar sozinha, não mais
cola teu rosto absorto
com meus lábios frontais
deixa eu te arranhar revolto
dois loucos ou animais.
Quebra a cabeça e não há encaixe
arranha as peças e me excita
gosto da não sincronia
do nosso desencaixe
já o meu seio palpita.
envolve nas dobras do teu corpo
meu corpo, que nunca mais ache.
gosto de você ao todo
me prender e se perder
das brechas de cada. Ai!
Me ganhar e se soltar.
e te insultar!
de ser presa,prosa
Ou!sobressaltada...
substancial,serva,sal
pimenta e pó.
É triste né? Te evitar. tratar voçe como um desconheçido, seguir em frente com uma danada vontade de olhar pra trás, mas olhar pra trás o que adianta? Eu olho pra trás o tempo todo, com uma esperança que voçe volte, e me diga: "Meu amor, volta pra mim!!!" eu volto na hora! Mas é que isso não vai acontecer, e dói! doi. dói te tratar assim, assim como voçe me trata. Dói seguir em frente, e te deixar, dói imaginar não ter voçe cmg. Isso ja ta acontecendo e faz 1 mês. É verdade, vou ter que seguir. Não tem sido nada facil, desde que voçe descidiu sair da minha vida, levando minha paz, meus planos, tudooo, isso é egoismo sabia? Caramba! Meu Deus eu sinto falta! Me ajuda.
Tem gente que dá nó no osso
vontade de mastigar-lhe o miolo
querer que lhe atingisse um raio imenso
um raio do céu do firmamento.
Tem gente que dá gelo e fogo
gelo que não sara e fogo que não ferve
tem gente que não serve
com gelo ou fogo, queima
e tenta a paciência
é gente que só teima!
Tento prever a curva do a
Não é um a? O que será?
Tento prever um movimento de linha reta
Mas o pincel ziguezagueia sobre o ar.
Tento decifrar os lábios
Mas as sílabas se juntam umas às outras
Mas os lábios ziguezagueiam palavras soltas.
Assisto meu destino
Meu destino de rabisco
Sobre a tela um arabesco
Um rabisco pitoresco
Meu destino, meu destino, meu destino de rabisco
Aramaico? Argentino? Que desenho formará?
Fará uma cruva completa antes de a tinta acabar?
Asco
A cabeça tonta cede a ronda
E o pescoço solto torno tomba
E o corpo morno compra
Um sorriso frouxo que assombra.
O corpo em retalhos
Quase um espantalho
Tenta disfarçá-lo
Um sorrir amargo
Um sentir tão asco
Uma noite
O quarto vazio..
Em um piscar,
Tinha um par.
O tempo, aquele clichê.
Parado, inerte;
Não haviam dublês.
Os dias que antecederam a noite,
eram lindas manhãs de cores vivas,
O sol sobressaia com energias positivas!
O clima estava se formando.
Uma noite...
A noite.
Chegou o dia da noite,
sem expectativas mas com mutias vontades,
Incrível foi para o dia e para a noite.
Maravilhoso, esplêndido, prazeroso, amigável, confortavel...
*Suspiros
Sem muitas palavras,
O que numa noite foi maravilhoso,
Os dias que procederam depois dela...
Foram de solidão.
J.P Eleuterio 30/10/2017
O vazio não existe. Sendo que o vazio é um espaço sem nada, já é automaticamente algo, é um espaço delimitado pela matéria "palpável" Se o vazio e o "nada" realmente existissem, não seria possível haver matéria.
Era um caminho. Aberto. Vago. Alheio.
Pesava sobre meus ombros posses, abstrações.
Não há setas, bússolas, perdões.
Não há um destino, mas vários ou nenhum.
As pegadas dos últimos passos, eu vi adiante.
Que garantias isso me dá?
O que é o destino se não a morte?
Caminho em direção a ela?
E eu tentei ver nas réstias do horizonte onde dará.
Dará na última pegada, ao cair numa armadilha.
E o que será adiante se não um ponto de vista?
20 anos e os ombros pesados.
A dificuldade de se desvencilhar…
É preciso estar leve pra escalar montanhas.
Um dejá vu. Me pergunto se já estive nesse ponto
Ou se os pontos se repetem gradativamente.
Talvez a natureza não seja tão criativa.
Parece que o ar se torna cada vez mais rarefeito.
Ou eu me sufoco com meus próprios ombros.
Fui tirando pedaços da bolsa. Um apelido, uma mentira...
Alguns pedaços saíam com muita dificuldade,
um chiclete grudado aqui e ali.
No final… no final… estava leve?
Mas afinal alguma coisa permaneceu, aguada e inconsciente
e essa coisa afinal sou eu?
Havia um vazio pesado. Como o ar rarefeito.
Como a melancolia que inunda os domingos.
Um cemitério vazio encharcado de medo.
Afinal, quando acabara já estaria acabado?
O mais se temia já teria se adiantado?
Não sei o que eu era e o era um estado de mim.
Nem ao menos sei a diferença.
Sei que quando chegar a hora
a hora já terá passado.
Tão lógico e paradoxalmente.
Era um mar de rosas, violetas, jasmins.
Mergulhávamos sobre pétalas, o perfume do primeiro amor.
Mas a correnteza corre e todo o cheio se dissolve.
Deságuam as rosas sobre as cachoeiras.
Então sob as pétalas, no caule, os espinhos.
Os meus espinhos, os seus espinhos.
Qualquer aproximação brusca, machucávamos um o outro.
O espinho é a defesa da rosa, como o orgulho e vaidade na gente.
Espinhos sobre espinhos e todos já estavam feridos.
Feridos, sem lembrar bem do que houve, só o peso do ódio, do mal humor.
Tentamos nos aproximar pouco a pouco
Era quase um estudo anatômico.
Cutucávamos as cicatrizes. Doía.
Eu cutucava suas feridas ferozmente,
queria chegar à raiz, à verdadeira natureza de si.
Não podíamos remover o passado,
mas remoíamos paulatinamente.
Sorrir sempre foi o melhor remédio para os males da vida...
Então... Estampe sua face com um sorriso lindo e contagie a todos com sua alegria...
Seja do bem... Faça o bem...
Sou como uma concha vazio por dentro quase sempre, já fui preenchido por um molusco e abriguei e dei proteção ao corpo dele, mas o molusco se foi e eu a concha não sei porquê, se eu ainda estava em boas condições, e eu fiquei lá jogado na praia, talvez por toda a vida à espera , quem sabe ,que outro molusco faça de mim sua casa, mas lá no fundo sei que em um certo dia serei novamente abandonado na praia e assim em diante, até que o mar me leve e assim será meu fim, flutuando sozinho por ai ou no fundo do mar.
por mais simples que possa parecer nada acontece por acaso seja uma folha que cai ou um simples passaro que voa tudo tem uma razão um motivo um proposito quando as coisas tem que acontecer simplesmente acontecem por isso desistir nunca
“E você me olha com essa carinha banal de“me espera só mais um pouquinho”. Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta. Volta porque pode até ter uma coxa mais dura. Pode até ter uma conta bancária mais recheada. Podeaté ter alguma descolada quete deixe instigado. Mas não tem nenhuma melhor do queeu. Não tem.”— Tati bernardi
Deus tem um amor peculiar pelo esquecido.O que a sociedade despreza, Deus acolhe, o que o mundo destrói Deus recupera. Te amo Deus querido, obrigado por sempre lembrar e cuidar de mim!
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