Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Quem sou eu?
Eu sou um pouco de tudo!
Um pouco de força e de fraqueza...
de coragem e covardia...
Um pouco de alegria e de tristeza...
de relaxo e de mania!
Um pouco de simplicidade e de orgulho...
de clareza e escuridão...
Um pouco de silêncio e de barulho...
de pequeno e imensidão!
Um pouco de realidade e de ilusão...
de voar alto e pé no chão...
Um pouco de sossego e de ambição...
de comprimido e explosão!
Um pouco de samba e de sertanejo...
de rock e de reggae...
Um pouco de inibição e de molejo...
de me larga e de me pegue!
Um pouco de exibição e timidez...
de esperança e falta de fé...
Um pouco de loucura e lucidez...
de quem eu quero e de quem quiser!
Um pouco de amor e de ódio...
de dor e de prazer...
Um pouco de vida e de óbito...
do que eu sou e quero ser!
Quem é? É um Espelho?! Sou Eu?!
Sou linda, como uma rosa, delicada por natureza, gentil como a vida pede para ser,
Sou zangada e valente, ah, tenho espinhos, sou mandona, obediente, sou ciumenta,
Sou simples rosa, no meio de muitas orquídeas, sou rosa de muito valor, sou linda.
Sou margarida vermelha, sou girassol, sou flor de lis que encanta os céus e olhos que me vê.
Sou gentil, charmosa, meu perfume é inconfundível e único, sai de minhas pétalas.
Tenho um sorriso lindo, que o sol me inveja, que às até se fecha quando caminho sobre ele.
Tenho luz própria, não sou vaga-lume, mais a lua és tão bela quanto a mim.
As estrelas brilham para mim durante a noite, enquanto eu, brilho para elas durante o dia.
Sou linda, tenho brilho próprio, tenho lindo sorriso que derruba tropas e impede o sol nascer.
O timbre da minha voz é canção a bons ouvidos, minha pele, minhas pétalas são macias.
Ao me tocar, faço coração tremer, voz ficar trêmula, faço a respiração ficar profunda.
Ao sentir meu perfume, faço ir à via – láctea e ir a Veneza e voltar em segundos.
Sou natural, não sou artificial, sou meiga como toda flor da natureza, sou bem observada.
Sou mais que uma flor, sou mais que uma linda rosa, sou mulher.
Do meu modo de viver normal, encanto, sem enfeite e muitos arranjos,
Sou flor, e bons jardineiros reconhecem-me, sou única, especial! Sou Bela Flor.
Sou uma incógnita,
um mistério com pernas e cara de pergunta.
Questione quem eu sou que, sem pensar, te respondo:
descubra!
Quem sou eu ?
Sou um paradoxo. Alguém que vai de extremo a extremo em poucos segundos! Alguém que sabe amar e odiar, alguém que sabe ser boa e ruim .. Que nao espera que a vida me leve, mas que leva a vida! Que como todo ser humano, tem o desejo de ser feliz e busca a felicidade nos pormenores da vida! Alguém procurando uma "razão"pra viver, se é que me entendem! Uma pessoa que já cansou das coisas futeis, inuteis e sem nexo desse mundo em que a beleza exterior importa muito mais do que a interior ... Alguém em busca de aprender com os próprios erros, que tem a intençao de mudar e conseguir ser uma outra pessoa, melhorando a cada dia que passa!
Quanto mais eu conheço o mundo, mais eu estou convencida de que eu nunca verei um homem a quem eu realmente possa amar. Eu exijo tanto!
Há um grande cansaço na alma do meu coração. Entristece-me quem eu nunca fui, e não sei que espécie de saudades é a lembrança que tenho dele. Caí entre as esperanças e as certezas, com os poentes todos.
Quem eu sou? Um gago mudo e um cego daltônico.
Crendo no Buda Católico, no Maomé Protestante e no Jesus do Islã, vivo uma paz nervosa!
Basicamente vestido com roupa preta clara, porque o branco escurece - o contraste evidencia meu lado negro.
Acho que sou um clichê inédito e um plágio criativo! Um ET terráqueo de improviso planejado com entretenimento monótono e uma tristeza feliz...
quem sou eu?
SiNcErAmEnTe, eU nãO AiNdA ChEgUeI A UmA CoNcLuSão.
AS Vezes acho q sou assim e que já descobri minha identidade,mas ai vem e acontece algo que me põe em dúvidas de novo.
As vezes tenho vontade de fazer tudo.. d realizar tudo q desejo... as veezes tenho ansia de liberdade, d sair andando por ai sem destino e rumo... as vezes penso q sou forte e q posso lutar contra tudo e contra todos... as vezes eu acredito no amor...
Mas tem vezes q tenho vontade apenas de procurar um cantinho escuro e me esconder do mundo.. vontade de esconder meus medos, sentimentos,sonhos frustrados,dos amores complicados e das dores da vida.
POIS bem... continuo nessa vida errante.. sem sentido e sem rumo... quem sabe numa dessas esquinas da vida não encontro o que tanto busco?
"tenho fases como a lua..."
(clarice lispector)
Eu me apaixonei por ele dois segundos depois de vê-lo. E nunca vou deixar de amá-lo, apesar de não fazer mais sentido.
“Mas ai você se foi, e eu acabei ficando e acabei descobrindo que não existe coisa pior do que eu ficar sem você.”
Eu quero o teu beijo, tua boca na minha inteira. Tua língua madura enroscada na minha, numa busca sem tréguas e sem caminhos. Eu quero teu hálito perfumado invadindo meu gosto. Eu quero engolir o teu desejo, colar teu corpo no meu e num abraço sem fim, olhando nos teus olhos, dizer que tudo o que quero na vida é ter você só pra mim, como numa poesia. Eu me despeço e sigo trôpego ao sabor do vento. A madrugada escura envolve com seu nevoeiro a minha alma e o meu coração segue apertado, batendo descompassado e chorando a tua ausência, gritando a distância dos teus beijos e deixando escorrer uma lágrima vermelha que se misturou ao escuro da noite, enfeitando a saudade e o sofrer de mais uma espera com a cor escarlate. E vento soprou forte cortando o meu rosto triste, carregando-me para cada vez mais longe. O vento sibila em meus ouvidos e congela os meus lábios que agora já não sentem o calor dos teus. Vento cruel, irresponsável, que veio não sei de onde com a missão de nos separar. Mas que ele não saiba que enquanto soprava com sua volúpia indesejável, ele trouxe para mim o teu perfume. E eu aqui calado, sorrio pela felicidade de guardar na distância o teu cheiro, que é o meu cheiro que me invade tirano ao sabor do vento.”
—
Cinzentos.
Mais uma noite e mais um cigarro, e mais uma vez, sob a luz do luar, e o encanto das estrelas, eu vou escrever sobre a estrela mais bonita que já conheci. Mas dessa vez é diferente, eu sinto que preciso escrever sobre esse sentimento que não vai embora, não importa o que eu faça, não importa quanto tempo passe, não importa o que aconteça, e eu já não sei mais o que fazer, já não sei mais como reagir a esse sentimento, que deveria ter sumido, se extinguido, desaparecido. Eu já tentei de tudo, tentei conhecer e me relacionar com outras pessoas, mas por algum motivo não adianta nada, meu coração sempre volta para você, e eu sinto que não consigo mais viver sem o seu brilho para iluminar minhas noites mais escuras, de alguma forma, eu sinto que não sei mais viver sem ter você, mesmo me convencendo que o tempo passou, e mesmo sabendo que eu mudei muito, e provavelmente você também, por mais estranho que pareça, me conforta saber que quem eu sou agora nunca daria certo com você naquela época, e provavelmente, com você nessa época também não, e eu já me convenci disso, eu já sei isso, então por quê? Por que você não sai da minha mente? Por que você não sai do meu coração? Por que não consigo deixar de ver você como minha cachinhos dourados? Por que parece que nada faz sentido sem você? As vezes minha vontade é de simplesmente dizer dane-se para qualquer coisa e te enviar esse texto patético, mas eu sei que não faria sentido, sei que isso só me machucaria mais, o frio da madrugada e a sensação fúnebre da fumaça dançando em meus pulmões são as únicas coisas que aliviam esse sentimento sufocante, o silêncio da noite e o vazio nas ruas refletem o meu coração. Será que um dia você vai voltar, nem que seja para perguntar como eu estou? É melhor não, isso só alimentaria mais esse sentimento, que eu sei que só o tempo pode curar, mas quanto tempo mais será que vai precisar? Quanto tempo mais será que eu vou aguentar?
Às vezes, durante a noite, quando não consigo dormir e acabo acendendo mais um cigarro, eu penso: "será que não poderia ter sido diferente?". Ouvindo a trilha sonora que sempre acompanha minhas madrugadas eu me pego pensando nas oportunidades que o destino me deu para que eu pudesse ter ido até você, nem que fosse para tirar esse peso da minha consciência. Logo de cara, quando você me ajudou a encontrar meu lugar na sala de prova, em uma cidade longe da qual eu moro, em um lugar onde a única pessoa que eu conhecia talvez fosse eu mesmo(se é que eu me conheço de verdade), fazendo uma prova de nível nacional, podia ter sido qualquer qualquer uma daquelas centenas de pessoas fazendo a mesma prova, mas foi logo você quem me ajudou, um completo estranho, que você nunca viu na vida, e pode parecer frívolo, mas você conseguiu me conquistar com poucas palavras, porém, com uma gentileza que eu sei que nunca vou esquecer, apenas no ato gentil de indicar que minha cadeira era a que estava logo atrás da sua. Não foi simples fazer a prova tendo que gerenciar meus pensamentos sobre a pessoa gentil que estava na minha frente, e o foco que eu deveria manter. E assim foram as três horas seguintes, eu sabia que deveria dar um jeito de pelo menos perguntar seu nome, mas eu não queria atrapalhar aquela pessoa que em tão pouco tempo eu passei a nutrir admiração, em sua gentileza e sua beleza sutil, mas muito impressionante para mim. Os meses seguintes foram uma mistura entre minhas esperanças de vê-la novamente na segunda fase da prova (e consequentemente, minha nova chance de falar com você), eu meus pensamentos realistas de que era improvável eu cair na mesma sala que você, sem ao menos saber se você teria passado para a segunda fase, mas o destino ainda não tinha acabado comigo. Na segunda fase, dois dias de prova, praticamente o mesmo número de concorrente da última vez no lugar em que eu fiz, a desesperança só aumentava, mas quando entrei na sala, e esperei os outros candidatos entrarem, tive a ótima surpresa de que não apenas você tinha caido novamente na minha sala dentre as outras várias que você poderia ter caído, mas também tinha caído novamente na cadeira da minha frente, só que dessa vez teria dois dias para criar coragem e tentar falar com você. Eu consigo me lembrar perfeitamente das camisetas largas que você usou tanto na primeira fase quanto no primeiro dia de prova da segunda fase, seus cabelos curtos, castanho claro, e uma sutil pinta no rosto, além de uma feição que transmitia tranquilidade e calma, porém, não foi nesse dia que eu consegui romper as barreiras do medo para falar com você. No segundo dia, mesmas salas, mesmos lugares, porém, você estava mais arrumada, e ainda mais encantadora. Antes de entrar na sala, eu a vi de longe, sentada em um banco, virada em minha direção, embora na hora, graças a minha leve miopia (tão leve quanto esse eufemismo), eu não tinha conseguido te reconhecer, então a visão de que você estava de longe olhando para mim, pode não passar do meu cérebro, sendo levado pelas ilusões que habitam meu coração. Dentro da sala, era minha última chance, falar com você antes do início da prova para ao menos saber seu nome, ou ter que partir arrependido, sem poder te esperar depois da prova, pois o ônibus que voltava para minha cidade partia cedo. É claro que o medo não me permitiu nem ao menos te cumprimentar, mas dois acontecimentos fizeram acender uma leve esperança em mim, o primeiro: logo ao entrar todos na sala, o fiscal de prova sugeriu que anotassemos nosso nome e telefone na sacola descartável que era entregue para guardarmos nossos pertences, e nessa sacola, colocada logo embaixo de sua cadeira, graças novamente a minha miopia, eu consegui apenas ver parte do numero que você havia colocado, apenas o DDD, que era o mesmo número do DDD da minha cidade, ou das regiões ao redor dela, quanto ao segundo acontecimento, na hora de entregar as provas, o fiscal disse o nome dos candidatos em voz alta, o seu incluso, e essa foi a única hora em que eu pude ouvir seu nome claramente, "J", se meus ouvidos não me enganaram. No término da prova, eu tive que sair da sala com um enorme amargor no peito, sabendo que nunca mais a veria, até que o destino resolveu pregar uma última peça em mim. E na última vez que eu pude ver você, na mesma rodoviária na qual eu esperava meu ônibus, eu pude ver você, arrumando suas coisas ao lado de um ônibus que assim como o meu (porém não o mesmo), ia para a mesma região que eu iria, e essa foi a última vez que eu vi você, a minha última chance de te conhecer. Meses depois eu ainda me arrependo de não ter conversado com você, de tempos em tempos pesquisando seu nome em redes sociais para tentar te encontrar, mesmo com o incontável número de pessoas com o mesmo nome que o seu, porém, sem nenhum resultado. Talvez isso signifique que não é desse jeito que eu vou encontrar você, talvez signifique que eu nunca vou encontrar você, mas sua gentileza e sua aparência não saem da minha mente, junto com a leve esperança de te encontrar, junto com o agonizante sentimento de que talvez eu tenha jogado fora as oportunidades que o destino me deu de conhecer a pessoa que estaria destinada a estar do meu lado até o último dos meus dias. Eu não sei, talvez o destino tenha guardado algumas chances para mim ainda, alguma surpresa, talvez, quem sabe, você esteja lendo isso tudo.
Se a minha mãe acha que eu vou escrever sobre as coisas que eu sinto, ela vai ficar decepcionada. Só concordei em escrever nisso porque um dia eu vou ser rico e famoso. E vão querer ler sobre os meus primeiros anos, então faço isso por eles.
Eu tô tentando entender onde eu me encaixo nisso tudo. Tenho quase certeza de que eu não tô no topo da pirâmide, mas pelo menos não tô lá embaixo.
ainda que nao lembre mais de mim ,
eu te dei um valor inestimavel ,
a algo que me derrubou ,
me fez sentir o ódio queimar ,
uma chama sangrenta ,
impedia meu respirar
mais nao sei ,
acho que nao dá ,
sempre ,
vou te amar
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