Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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Eu te li nas entrelinhas, onde o silêncio fala mais do que as palavras.
E ali, no espaço vazio entre um gesto e outro, descobri verdades que você tentou esconder.
Nada era bonito.
O que parecia brilho era apenas verniz, o que soava doce tinha gosto de amargura.
A sutileza dos detalhes me mostrou que a beleza que eu via era só reflexo, e não essência.
Às vezes, o amor engana os olhos, mas nunca engana a alma.
E a minha, ao decifrar o não-dito, percebeu que a beleza que restava era só cansaço e desengano, e que o encanto se quebrou no silêncio que você deixou.



Eu não vou te levar no coração, eu vou te levar na alma.
Vou te levar no olhar, vou te levar naquela roupa bonita que você tanto gostava de olhar.
Mas eu vou te levar, porque o coração é um órgão simples sem você lá.
Então eu vou te levar e te lembrar em cada poesia de rosas que eu recitar e escutar.
Eu vou te levar, te esperando ansiosamente lá, lá onde eu me apaixonei por você pela primeira vez.
Lá, quando retornarmos para casa, eu vou poder me expressar,
e assim você me verá sem a maldade e as limitações do mundo.
E assim, assim eu estarei lá, no nosso primeiro altar, te esperando entrar,
para então poder me derramar
e compensar uma vida inteira de ansiedade
só para te amar de verdade de onde viemos, lá
na eternidade.

uma parte minha sempre vai te procurar, em todos os corpos que eu tocar, e por mais que você insista em se afastar, não importa, a minha mente, sempre vai fazer questão de te encontrar

Que chova ou faça sol, é na fé que eu vou, e você também.

Uma pessoa falou pra mim que eu precisava fazer musculação pois era muito magrinho, então pensei comigo: Cara, você ainda tá na parte do corpo? Porque eu já tô na parte alma, pois ''o essencial é invisível aos olhos.''

Foi vivendo a vida que eu me apaixonei pela oração. Foi vivendo a oração que eu me apaixonei pela vida. E foi me apaixonando por você Jesus, que estou vivendo melhor a vida.

' COMO FLORES EM SETEMBRO '


Nos cantos e desencantos,
Nos desencontros da vida,
Alegre eu levo meu canto,
Meu recomeço de cada dia.


Canto e danço nessa vida,
Tranquila em passos lentos,
amanhã é chama que guia,
a caminhada com alento,


A vida hoje é o que importa,
E Deus proverá o amanhã,
Num aroma suave de rosa ,
cheirando como maçã .


Longe deixei a vida passada,
Tanto, que nem me lembro,
Broto nas manhãs sossegada,
Como flores em setembro !


Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
Registro: 122958067065

⁠Eu falei quando poderia ter ficado em silêncio. Eu briguei quando deveria ter apaziguado. Eu toquei quando deveria ficar distante. Eu fugir quando a única coisa que ele tinha era meu abraço... No final das contas, percebo que a escolha tem seus dois lados, e a decisão só será analisada quando a primeira lagrima escorrer pelo seu rosto, transbordando um conjunto de emoções e sensações que nos envolve na mais pura delicadeza do nosso sentir, por mais complicado que seja sentir o do outro.

' ENQUANTO ESTOU AQUI.'


Eu só queria ouvir a tua voz
Dizendo sim,
Abraçando-me forte
e tua voz enviasse
Num num som pra' o
Mundo inteiro ouvir ....
Queria ouvir você dizer:
"Não, eu não vou embora
Preciso cuidar de ti"
Enquanto estou aqui
Talvez,
Se ouvisse a sua voz
Fosse curada
Toda dor e angústia
Que invade meu ser
Que aos poucos me mata .
De saudades de ti !
Mas sei que breve a terra
clamará meu nome
Levando-me pra si.
Mas
Eu queria ouvir a tua voz
Uma última vez
Enquanto estou aqui.


Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98
REGISTRO N° 122958067065

Eu não escrevo palavras.
Apenas junto letras,
como ímãs.
O que elas formam no fim
fará mais sentido para mim
do que para você.

Levantei, como de costume.
Tudo estava no lugar.
A chuva veio antes da alba,
eu não tinha medo de me molhar.


Nem azul, nem cinzento era o sentimento.
Cada gota tinha três olhares.
A cada três olhares, estava eu.
Entre memórias, sons e cheiros, deixei o lugar.


O que há de ser de nós?
Penso eu…
O que há de ser de mim?


Segurei cada gota com a ponta dos meus dedos;
em cada uma delas havia uma lembrança.


Encontrei-me no silêncio,
sussurrando o meu próprio nome.


A chuva eram memórias,
minhas saudades eram a chuva.
Abracei-me com força,
finalmente, o choro parou.


Guardei as presas minha coleção.
Oh, minha querida!


seu nome é amor.

Eu amo tanto você que chega a doer no corpo, na mente, na alma, você é literalmente a única coisa do mundo que mexe comigo, como pode, algo tão pequeno e chato, ser tão kryptonita pra mim? Para de mentir pra si mesma e vem me amar
Vem que eu conto os dias
Conto as horas pra te ver
Eu não consigo te esquecer
Cada minuto é muito tempo sem você, sem você

Eu não sou Jesus Cristo, para ficar pagando pelos seus pecados.

Eu nunca duvido da capacidade de uma boa ou de uma má gestão. Ambas têm altíssima probabilidade de ser assertivas.

Na sala preenchida por uma luz branca ofuscante, eu não sou aquele que esta perdido ; eu sou a razao de não existirem sombras.


Ventura Rodrigues Alves

Eu aprendi que tenho que começar a fazer o que precisa ser feito sem esperar nada em troca. Nem compreensão, nem recompensa, aplauso, tapinha nas costas, troféu ou medalha. Quem pensa como forças especiais, precisa dominar a necessidade de aprovação.

O que eu sinto não é o que eu digo.
O que eu digo não é o que outro escuta.
E o que o outro escuta quase nunca é o que eu quis comunicar.


Entre minha intenção e a sua percepção, existem duas vidas inteiras de experiências acumuladas que raramente coincidem na mesma tradução.

Quando eu morrer


Não desejo homenagens tardias, pois a morte não escuta aplausos nem recolhe flores.
Se algum tributo houver de existir, que seja enquanto ainda respiro, enquanto meus olhos veem e minhas mãos tocam o mundo.
Não me enviem coroas — a vida não se coroa após o fim.
Não proclamem grandezas quando já não posso contestá-las ou sorrir delas.
Não digam que fui extraordinário, nem o melhor jurista, nem o melhor delegado, nem o melhor escritor, nem o maior professor da história. Fui, antes de tudo, humano — falível, inquieto, em permanente construção.
Não batizem ruas com meu nome quando meus passos já não puderem percorrê-las.
Não eternizem o que não soube ser vivido no tempo certo.
Se desejam me honrar, que seja agora: no reconhecimento sincero, na palavra dita sem atraso, no gesto simples que alcança quem ainda caminha. A verdadeira homenagem não é póstuma — é presença.

Entre versos e canções, eu prefiro poesias...

... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...

... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...

... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...

... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...

Entendeu...

Eu não vivo de acordos de agenda. Não negocio o chamado em troca de favores.


É Deus que abre portas, é Deus que nos dá púlpitos.