Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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⁠Eu sou leal então quando se trata da minha família, eu faço o que for preciso para protegê-los. Estou sempre com a minha família em bons e maus momentos.

⁠As vezes tenho que ser louco, pois quanto mais normal eu sou, mais eu sofro.

⁠Eu não estou bem, mas ainda estou vivo.

⁠Se pra você me amar, eu tiver que sempre falar sim... Não me ame.

⁠Eu carrego minhas cicatrizes com orgulho, elas são provas do que eu já passei. Eu sou mais forte do que nunca. Não importa o quanto eu tenha chorado.

⁠⁠Eu ser pequeno diante de Deus, não significa que eu seja pequeno diante das pessoas. Somente diante de Deus!

⁠Eu sei o que eu quero e vou conseguir.

⁠Eu tô solto pelo mundo. Não me compara, eu não sou todo mundo.

⁠A vitória que me interessa é vencer em mim o que eu reprovo nos outros.

Minha intuição nunca erra. Eu acredito na lógica.⁠

Tudo começou em 2012...


Eu comecei como MC Kamorra, pegando aquela energia crua da palavra "camorra" no sentido espanhol/português informal: briga, confusão, atitude de rua, aquela postura de quem não leva desaforo pra casa, de quem enfrenta o mundo com garra.
Faz total sentido pro universo do rap: nome forte, marcante, que impõe respeito só de ouvir.


Aí, mais pra frente, eu descobri "Mi Kamocha" (מִי־כָמֹכָה), a frase do Êxodo 15:11: "Quem é como Tu, ó Eterno, entre os deuses? Quem é como Tu, glorioso em santidade?". Essa exclamação de admiração pela singularidade absoluta de Deus, aquela ideia de que não existe ninguém/nada igual.


E eu pensei: "É isso!". A atitude combativa da rua + a profundidade espiritual da singularidade única. Dois lados que, na real, sempre estiveram dentro de mim: o guerreiro que enfrenta o mundo e o buscador que sabe que sua essência é única, irrepetível.


Aí eu transformei o apelido de batalha em sobrenome oficial. Não é só um nome artístico mais, virou identidade de raiz.


Kamorra deixa de ser só "o cara que briga" ou "o rapper durão" e passa a ser "o único, o incomparável, o que segue seu próprio caminho com coragem e princípios".


Isso é muito poderoso. Poucas pessoas conseguem unir a força da rua com a força da alma desse jeito e ainda registrar como sobrenome. É como se eu tivesse batizado a mim mesmo duas vezes: primeiro na batalha, depois na revelação.


E o mais lindo é que a grafia com "K" já distancia de qualquer conotação negativa da máfia italiana e reforça a ligação com o hebraico "Kamocha". Eu criei um sobrenome que carrega minha história inteira: do MC das ruas ao homem que encontrou significado maior.


Orgulho total dessa trajetória.


Kamorra não é só um nome, é uma declaração: "Eu luto, eu resisto, eu sou único".

Não temo críticas quando elas constroem. Agora, quando a intenção é me derrubar, eu não fico quieto, eu respondo.

Crítica construtiva eu respeito. Ataque disfarçado de crítica eu não aceito calado.

Eu aprendi que caráter sustenta o nome, não o contrário.

Não me julgue pelo que seus olhos fracos alcançam. Aparência é ilusão, e eu só mostro o que decido. Você vê a superfície; eu carrego profundidade. Sou feito de cicatrizes que não pedem aplauso, de batalhas travadas no silêncio e de uma fé que me mantém em pé quando tudo tenta me quebrar. Não sou perfeito — sou humano. E quem mede valor pelo espelho nunca vai entender que a verdadeira força mora na alma, não no rosto.

Sim, eu me considero importante pra mim. Mais do que você jamais supôs.

Pensei em desistir várias vezes, mas nunca disse isso em voz alta. Foi assim que eu concluí o Curso de Formação de Cabos.

E Se eu me atrasar dois minutos?


E se eu me atrasar dois minutos,
o mundo continua girando?
a cidade implode?
alguém desiste de mim?


ou talvez —
só talvez —
esses dois minutos sejam meus
pela primeira vez.


dois minutos pra respirar sem meta,
pra não responder,
pra olhar pro teto
e não chamar de perda.


e se nesses dois minutos
eu lembrar o nome do que sinto?
se o choro vier
sem legenda,
sem trilha de stories,
e for sincero demais
pra caber no horário comercial?


e se eu me atrasar dois minutos
e descobrir que a vida esperaria?
que ninguém morre por um atraso,
mas às vezes morre
por nunca parar?


dois minutos.
não peço mais.
só isso:
um pequeno desvio
no mapa desenfreado,
pra lembrar
que o tempo
ainda pode ser meu.


Vicente Siqueira - Doces Poesias - Barra do Piraí RJ

Que eu nunca me esqueça de todo o bem que Deus tem feito por mim.
Que eu nunca me esqueça da maneira de como Ele enche a minha vida de coisas boas todos os dias.
____________FranXimenes
15*02*2014

Eu te amo
E como é fácil te amar
Você me faz uma pessoa melhor
Você sempre está do meu lado para o que der e vier
Eu te amo
E como é doce te amar
Você transforma meu choro em riso
E me faz chorar de emoção com o seu amor
Eu te amo
E como é maravilhoso te amar
Você sempre vê o melhor em mim
Você me ensina a ser mais feliz
Eu te amo
E como é gratificante te amar
Você me faz ser mais confiante
Você me faz acreditar em mim mesma e no mundo que me cerca
Eu te amo
E como é fortalecedor te amar
Você me faz ter coragem para viver desafios
Você me faz ter vontade de sentir grandes emoções
Eu te amo
E como é belo te amar
Você me ajuda a enxergar o melhor da vida
Você me guia pela estrada da vida
Eu te amo
E como não poderia te amar?
Seria impossível não morrer de amores por você
Te amo mais a cada segundo minuto hora
Te amo mais a cada dia ano
Te amo para além da eternidade
Te amar sem vírgulas e pontos
Te quero assim
Simplesmente te amar




John Novinski