Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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“Eu já perdi outras pessoas, então por favor, se for para entrar em minha vida, permaneça nela sem essa de ir embora.”

Se amar é viver amo,além da vida eu vivo além do amor,ama sempre que for necessário.

Eu vou fazer você olhar para mim, eu vou ouvir você dizendo sim, eu vou deixar o tempo me ajudar e aos poucos vou te conquistar.

Apaixonei por você, isso já virou amor, não precisa se esconder, pois eu não me escondo de você, a timidez passa, não precisa se envergonhar, quanto mais o tempo passa, nos teus braços eu quero estar

Tá tudo tão neutro, tão nem aí, tão tanto faz. Que se você aparecesse aqui eu nem me alteraria. Já não há vontade de amor, passou, esfriou, morreu. Demorou demais.

, - É tao bom viver com vc , eu sò posso agradecer , o presente mais lindo q a vida me deu , a estrela maior uma bençao de Deus.

Eu só queria te abraçar agora, e deixar que meu próprio coração falasse dessa saudade indescritível de você.

Eu quero e tenho que te ver bem. Porque se eu te ver mal, conseqüentemente, eu vou ficar mal também.

Ultimamente eu ando assim; Assisto programas que não me interessam, escuto musicas que não gosto, frequento lugares que odeio, e faço coisas que não quero. Vivo uma vida paralela, faço um outro papel, visto a melhor roupa, coloco um sorriso no rosto, saio por ai e tento mudar completamente pra saber se as coisas também mudam. E por mais que eu tente, uma hora o programa termina, a musica chega ao fim, os lugares fecham, a alegria acaba. Então eu volto pro meu mundo, sem roteiros, sem ensaios, com um pouco mais da parte de mim que eu fujo pra esquecer das coisas que não valem a pena ser lembradas. Mas é inútil. Eu sempre acabo me encontrando nessas fugas.

Eu amo quando você vem todo fofo falar comigo, Eu amo quando implica comigo sorri e me beija.

Eu mudei? não, eu amadureci, eu aprendi.

Percebi que essa não é minha vida, estou no lugar de outra pessoa ou no lugar errado. É como se eu quisesse fugir de dentro de mim e viver minha própria vida; os meus sonhos, amores, flores, cores.... já se passaram ou talvez ainda estará por vir. Eu anseio, e isso basta!

E eu agradeço a tristeza que tive pois hoje reconheço a alegria que me cerca e tenho certeza que mesmo morando em uma choupana nada iria mudar, não é externo e passageiro e sim o que vem de dentro pra fora....é duradouro e verdadeiro!

Raio e trovão representa a minha grande pertubação. Já não consigo mais...Talvez com paz, eu ganhe essa luta. Agora pego minha espada que o trovão me deu, quem estiver errada, não espere nenhum esforço meu.

Foi só mais uma conversa, nada demais. Ele queria saber como eu estava, e eu tive vontade de perguntar se ele realmente queria saber a verdade, mas deixei pra lá... Todas as nossas conversas sempre acabam com a gente discutindo sobre o passado; ele tentando me puxar um pouco mais pra perto mas sem ultrapassar a linha vermelha, eu querendo colar de vez nele. Dessa vez foi diferente, nenhum de nós tentou ressuscitar um passado morto e enterrado. Nenhum de nós. Uma pena, porque às vezes eu ainda sinto que a gente poderia dar certo; se ele tentasse de verdade, claro. Mas eu tô aprendendo a não dar ouvidos à esses sentimentos. Tô deixando passar abatida aquela voz interna que insiste em falar que essa história não acabou. Tô deixando, porque eu não tenho mais estrutura emocional para ser a protagonista de uma história de amor fadada à falência. Esperei por tanto tempo um apelo dele, sei lá, qualquer coisa, que ele me pedisse para ficar ao lado dele, pra sempre, talvez. Mas esse dia nunca chegou. Tive que me acostumar e aceitar que na minha vida ele é só um visitante; vem, fica por um tempo, e depois vai embora sem data para voltar. Eu já não posso mais assistir, fria, esse tipo de cena dramatizada, essa comédia romântica sem graça. Por isso que eu evito qualquer conversa que nos arraste para o passado. É mais fácil dizer à ele que eu estou bem sem nenhuma frase subentendida, é mais fácil fingir que eu não entendi as entrelinhas dele, e engolir a oficialização do fim mais uma vez. Tem gente que perde e nem percebe, tudo bem. É melhor que seja assim, que ele não perceba que eu estou indo embora, pelo menos eu me poupo de qualquer tentativa de argumentação, e meias promessas. Mas um dia ele vai ter que encarar os fatos e parar de fingir uma auto-suficiência que não tem. Vai ser tarde demais. Nesse dia, quem sabe, eu conto a ele o meu novo começo, e deixo o meu adeus, que ele vez em sempre morra de saudade, e um dia aprenda a ser dois.

Trabalhei tanto...para uma avaliação muito importante...mas não me avaliaram...o que eu ganhei??? EXPERIÊNCIA SEMPRE!!!ISSO É MARAVILHOSO!!!!

Enquanto você dorme eu velo o seu sono...

Sonho genealógico

Era uma noite de verão, estava quente e eu dormia.
Alguns instantes após comecei a sonhar e o que sonhei agora relato.
No sonho eu estava em minha própria casa revirando compartimentos e gavetas em busca de documentos que me permitissem convergir para o meu passado.
Queria descobrir o nome de meus bisavôs e trisavôs, etc. Contudo todo meu esforço era vão. Subitamente minha mãe apareceu no sonho e explicou-me que os papéis aos quais eu anelava estavam na antiga casa de meus avôs, naquele sitio onde passávamos todos os anos-novos.
Despedi-me da minha mãe e corri com afinco e esperança para a casa mencionada; enfim eu desbravaria minhas origens. Naquela paisagem onírica a casa estava tão bela quanto era na realidade - claro que minha mente usara minhas antigas lembranças para arquitetar aquele sonho - e toda uma atmosfera nostálgica pairava por sobre as arvores, a casa e os animais. Quando atravessei os umbrais da casa deparei-me com uma montanha de papéis amarelecidos atirados sobre os cômodos e o chão enquanto outros estavam fixados ao teto, como se a casa já estivesse a minha espera.
De repente ajoelhei-me sobre aqueles documentos e no primeiro que pus as mãos li o nome e o sobrenome do meu bisavô materno. Meus olhos pareciam não acreditar no que estavam lendo, parecia um sonho dentro de outro sonho. Eu descobriria tudo, tudo o que sempre ansiara para descobrir.
Tomado de euforia e já rascunhando e esquematizando minha arvore genealógica senti com se meus sentidos estivessem me abandonando, suave e perversamente eu acordava chocando-me com a realidade, a triste realidade onde estou perdido em um emaranhado de dúvidas que se conectam a outras dúvidas numa teia infinitamente colossal.
O golpe de misericórdia veio quando recobrei a consciência e lembrei-me que eu jamais encontraria essas respostas na casa de meus avôs, porque ela não passava de cinzas. Em futuro algum eu decifraria meu passado.
Minhas raízes sempre desapareceriam um pouco além dos meus pais, como se minha família tivesse surgido a pouco mais de cem anos nesta terra anciã, consumidora de vidas, algoz de todos os séculos.
Somente os sonhos trazem o que a realidade se nega a revelar.

Que culpa eu tenho se o coração pede pra eu ir atrás só mais uma vez? Pra eu ligar só mais uma vez? Pra eu tentar só mais uma vez? Me diz, amigo, como é que eu faço pra esse ´só mais uma vez´ deixar de acontecer várias vezes?

Já que ele tem, eu posso também.