Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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⁠Quem não te valoriza arrisca te perder, quem te considera vai querer ouvir você dizer mesmo que não concorde com seus pensamentos, por tanto se não quiser morrer pra alguém não mate o relacionamento bloqueando a pessoa, dê a chance ao amor de virar amigo, dê ao outro o ouvido que gostaria de ter pra você caso contrário você vai estar anulando tudo que houve entre vocês, e quando se quebra o cristal, nada vai juntar os caquinhos que viram poeira, areia e pó.

"Tropeça com quem contigo tropeça; contudo, não tropeces com quem jamais em ti tropeçou."

Cansei de brigar com minha essência e querer ser o que deixava os outros confortáveis. Quem quiser caminhar comigo terá que aceitar também os meus espinhos, caso não queira está tudo bem, siga em paz o seu caminho que eu sigo o meu.

Não confronte quem nunca ergueu nada além de opiniões herdadas. Quem vive de repetir trilhas alheias não entende o peso de abrir caminhos. E jamais se explique a quem não edifica, mentes que não constroem também não sustentam grandezas.

Ser prioridade… muitas vezes precisamos aprender, com urgência, a valorizar quem verdadeiramente nos dá prioridade, quem nos coloca na rotina não como obrigação, mas como escolha, pessoas que, no meio do caos do dia, encontram um espaço para enviar uma mensagem, perguntar se estamos bem, compartilhar um simples meme só para arrancar um sorriso, gente que tira tempo, porque quer, para fazer parte da nossa vida, porque ser prioridade não está nas promessas bonitas, mas na constância dos gestos, está em quem demonstra, em quem se faz presente, em quem nos inclui sem precisar ser cobrado, é na amizade que não nasce do interesse, mas do cuidado sincero, é em quem prova, nas atitudes diárias, que realmente importamos, quem ama de verdade não ama apenas em palavras; ama em ações, em presença, em escolhas repetidas todos os dias.

Gosto Amargo

Sabendo que eras veneno,
ainda assim bebi.
Gole por gole,
como quem tem sede de infinito.

Era amargo —
mas eu disse a mim mesmo
que era amor.

Afundei-me nesse sabor fugaz,
ardendo na língua,
queimando por dentro,
e mesmo assim
não larguei o copo.

Tinha tanta sede
que me afoguei em ti.

Inocente fui,
ao acreditar que era eterno
o brilho do teu sorriso —
sorriso que, pouco a pouco,
devastou o que havia em mim.

Hoje restam
solidão e dor,
filhas de uma tragédia veloz,
sem aviso,
sem direção.

Caminho agora
entre ruínas,
recolhendo pedaços
de um eu que já não existe.

E o que sobrou de mim
não sonha,
não espera,
não ama —

apenas respira
no silêncio pesado
de quem aprendeu
que o veneno
às vezes
tem gosto de eternidade.

“Quem só pesa o que entrega nunca enxerga o que já ganhou.
Gratidão também é maturidade.”

Somos apenas seres medíocres, os quais temem mais a miséria ao linchamento. Desejamos ter quem não podemos e choramos uma dor que é tão suja quanto um córrego. Sentimos o ódio com tanta força que este esmaga o amor encostado no canto da mente. Acreditamos no único deus capaz de salvar a humanidade, mas este mesmo deus não acredita em nós.

Sabedoria que não se entrega, se atrofia.


Quem teme compartilhar por perda de controle destrói a personalidade de quem perde a oportunidade de aprender.


O cérebro evolui a cada dilema racionalmente resolvido.


Uma sociedade bem resolvida pratica o bem comum. Qual mundo o egoísta deixa para seus filhos? Vai confiar neles para o futuro dos seus filhos?


Bilionários não estão planejando seu futuro, estão criando estratégias de controle.


Quem não se responsabiliza pelo futuro da sociedade através da atitude altruísta de um líder, é um traidor.

O Observador de Trinta Mil Dias


Quem és tu?
Num universo com dois trilhões de galáxias — cada uma com cerca de duzentos bilhões de estrelas — orbitas um planeta entre os cem bilhões da Via Láctea. Vives entre oito bilhões de seres humanos: um quarto crianças, um décimo idosos, a maioria adultos; metade homens, metade mulheres. Num mundo com mais de sete mil línguas, cento e noventa e cinco países, milhares de etnias e províncias…
Quem és tu?


Entre elétrons e quarks, prótons e nêutrons; de átomos a moléculas, de organelas a células; de tecidos a órgãos e sistemas… em meio a esse organismo que respira, quem és?
Quem és tu?


Ser que busca energia e luta para sobreviver; que compartilha e retém emoções; animal que necessita de bando, de ordem e de governo.
Quem és tu?


Em meio aos que pensam — e pensam até sem querer —, que buscam uma razão ora contaminada, ora reforçada pela emoção. Tu, que tens vontade; que és sem perceber que és; que, do centro da própria consciência, observas.
Quem és tu?


Distante quase seis mil anos da primeira escrita, entre os que lavram a terra e redigem histórias; que erguem impérios e constroem modelos de pensamento. Cercado por máquinas que ampliam tuas mãos e por armas que multiplicam tuas distâncias; imerso em códigos invisíveis que transformam silêncio em voz e presença em memória…
Quem és tu?


Em oitenta ou noventa anos — quase trinta mil dias, seiscentas mil horas, quarenta milhões de minutos — dos quais dormes um terço. Tu, que não enxergas o futuro e apenas recordas o passado; que observas a partir do teu próprio ponto de vista; que mudas com o calor e o frio, com o dia e a noite; que tens pressa ou paciência, ousadia ou prudência…
Quem és tu no olhar do outro?


No olhar do outro, és rótulo antes de ser nome. Alto ou baixo. Forte ou fraco. Comum ou gênio. Belo ou feio. Justo ou opressor. Inimigo ou amigo. Rico ou pobre. Ignorante ou instruído.
Quem és tu? Ainda assim, achas que és o centro?


Não sei explicar tudo. Mas sei que sei menos do que ontem imaginava. E ainda assim, continuo.
Quem és tu?


Esquecido pela terceira geração. Mencionado em documentos que não escreveste. Parte da história ou sombra de um figurante.
Diante dAquele que te formou — que te deu vida e deu vida a quem te deu vida —, quem és tu?


Quando o fim chegar, quais palavras permanecerão: morreu ou eternizou?


Entre o pó e o eterno, foste um sopro.
O que fizeste com ele?

Quem tem medo de ouvir, confunde dialogo com briga. Quem não quer mudar, interpreta qualquer verdade como ataque.

Não se compare com os outros, compare-se com quem você era ontem. O único progresso que importa é a sua própria evolução.

cuidado com o que conta e para quem, ponto fraco vira arma.


​"Amei com a fúria de quem entrega as chaves e esquece de ficar com uma cópia.
No zelo de ser cais para o outro,
naufraguei em mim, deixando minha própria margem ao relento.
​Odeio o rastro que os fins deixam:
esse eco de portas batendo em casas que ajudei a construir,
mas onde nunca fui o dono.
​O medo, esse velho cúmplice, sorri no canto da sala,
lembrando-me de que, entre tantos 'adeus' que dei aos outros,
o mais doído foi o que sussurrei para o espelho."

A educação e cortesia estão entra as regras primordiais de quem deseja ser respeitado. Se falta-lhe isso, certamente será lançado ao desprezo coletivo.

COMPAIXÃO MARISTA
Quantas histórias à vista
Na vasta Santa Maria
E sempre há quem insista
Ser um guru que previa
A chama vindo da chispa
E com tamanha ousadia
Ao despreparo se arrisca
Outra tragédia luzia
Nenhuma chance na pista
Que nova Luz na porfia
Acalme a dor dos Maristas.

⁠Interessante como para algumas pessoas o conceito de muito ou pouco varia a depender de quem seja o beneficiário.

O homem que culpa o mundo por sua queda esquece que foi ele quem abriu a porta.

Quem teme a verdade evita o silêncio; quem já a encontrou não precisa de aplausos.

Há quem viva de autópsia moral: abre os defeitos dos outros para não dissecar os próprios.