Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Não queiras ser quem tu não és!
Tu não precisas de ser igual a ninguém, não te deixes cegar pela Luz dos outros, tu tens luz própria, acende-a e preocupa-te por mantê-la acesa.
Deixa que os outros brilhem e iluminem o teu caminho, apenas, quando a tua luz esteja enfraquecida e não te esqueças, mostra gratidão e humildade.
Deus, toca agora o coração de quem lê essa mensagem, quebra toda mentalidade de escassez e revela que o Teu amor é a maior riqueza que existe, capaz de transformar vidas simples em histórias extraordinárias de vitória.
Os que só se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.
Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.
No esbarrão entre a Beleza da Oratória e a Sabedoria do Silêncio, quem mais se destaca é a Perícia da Escuta.
Não há cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.
Porque a declaração de amor mais cheia de charme e beleza é aquela que cuida, mesmo sem precisar.
Há cuidados que nascem da urgência — e há outros que florescem do afeto.
Cuidar de quem está bem é tocar o invisível: proteger a saúde com ternura, manter o riso aquecido antes que o frio chegue.
Quando o cuidado não vem do medo, mas da vontade de permanecer, ele se transforma em poesia.
É um gesto que se adianta à dor — um afeto que não espera a ferida abrir para se apresentar.
Porque o verdadeiro cuidado é assim: não grita, não exige, não visa retorno — apenas se oferece, como quem descobre beleza no simples ato de permanecer por perto.
Quem romantiza soluções apaixonadas ao alcance das mãos, por descuido, maldade ou capricho, romantiza qualquer coisa: até agendas ocultas.
Quem se empanturra com cortes e recortes de conteúdos para matar a fome apressada de informação pode acreditar em qualquer coisa, menos estar alimentado o bastante para sair arrotando verdades fabricadas por aí.
Quem aluga a cabeça para Discursos Prontos, Frases Feitas e Verdades Fabricadas, quando tenta pensar, caloteia seus Inquilinos Intelectuais.
Talvez porque, no fundo, pensar de verdade sempre nos cobrou um preço muito alto: autonomia, coragem e responsabilidade.
E quem passa tempo demais terceirizando a própria mente se acostuma ao conforto do aluguel — ao luxo de repetir sem compreender nem se comprometer, de defender sem examinar, de acreditar sem investigar.
Assim, quando finalmente tenta pensar por conta própria, não encontra ideias, mas ecos; não encontra convicções, mas slogans; não encontra caminhos, mas trilhas já pisadas por multidões que também desistiram de pensar.
Mas os Inquilinos Intelectuais — aquelas perguntas antigas, as dúvidas legítimas, as inquietações que formam nossa identidade — voltam para cobrar o que lhes foi negado: espaço, voz e moradia na consciência.
E cobram com juros altos demais.
Porque não foram expulsos à força, mas abandonados à própria sorte, por preguiça, por medo e por conveniência.
E o calote, nesse caso, não é financeiro — é existencial.
É a dívida contraída quando se troca pensamento por manual de uso, reflexão por receita pronta, consciência por pertença cega a discursos que prometem tudo e não entregam nada, senão menos liberdade.
Pensar, então, deixa de ser tarefa e volta a ser risco.
Risco de desaprender certezas, de desmontar ilusões, de contrariar a própria bolha.
Risco de descobrir que a cabeça nunca deveria ter sido posta para alugar — porque aquilo que se aluga pode ser devolvido, mas aquilo que se entrega… se perde.
No fim, quem caloteia seus Inquilinos Intelectuais descobre que vive em uma casa grande, mas vazia, abandonada.
E que só há um jeito de recuperar o lar interior: desocupar a mente das verdades fabricadas e permitir que a dúvida — sempre ela — volte a habitá-lo.
Quem se precipita no infortúnio de renunciar à Liberdade de Pensar por conta própria, acaba assinando um contrato tão medonho que só se rompe tropeçando na graça de poder se questionar.
Que a Humildade Intelectual nos abrace!
Amém!
No jogo democrático, quem precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, pode — também — acreditar que a única ideia válida seja a dele.
Mas há um vício muito silencioso neste jogo: quando alguém precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, já não está defendendo ideias — está protegendo certezas.
E toda certeza que não suporta a existência do contraditório passa a exigir exclusividade, como se o debate fosse ameaça e não fundamento.
É nesse ponto que a democracia deixa de ser arena de escuta e vira palco de monólogos.
Não se argumenta para convencer, mas para calar.
Nem se discorda para construir, mas para anular.
Quem acredita que só a própria opinião é válida, não busca diálogo; busca submissão.
E onde a divergência é tratada como inimiga, a democracia não perde só o tom — perde o sentido.
Quem promete amparo sem compromisso não estende a mão; estende o tapete para a ilusão desfilar.
A Crueldade do Fingido “Conte Comigo”
Pouquíssimas atitudes conseguem ser tão medonhas e adversas quanto as dos que oferecem ajuda sem a real intenção de fazê-lo.
Há gestos que ferem mais do que a recusa explícita.
A ajuda oferecida sem a real intenção de ser cumprida carrega um peso extremamente silencioso, quase cruel.
Ela acende uma esperança frágil em quem já está cansado de lutar sozinho, apenas para deixá-la apagar no abandono seguinte.
Esse mau exemplo de atitude a não ser seguido não nasce da generosidade, mas da necessidade de parecer bom, útil ou moralmente elevado.
É um afago no próprio ego travestido de solidariedade.
Quem promete amparo sem compromisso não estende a mão — estende o tapete para a ilusão desfilar.
E ilusão também machuca tanto quanto a desilusão.
Para quem recebe, o dano é duplo: além da dificuldade original, soma-se a frustração de ter acreditado.
A decepção não está só na ajuda que não veio, mas no tempo, na confiança e na dignidade que foram colocados à espera.
Talvez por isso a honestidade curta e grossa — àquela sem rodeios e desculpas esfarrapadas — de um “não posso” seja infinitamente mais humana do que a encenação de um “conte comigo” vazio.
Porque a verdadeira ajuda não se anuncia; ela se concretiza.
E quando não pode ser feita, ao menos não fere fingindo existência.
Quem coloca Deus no centro aprende que prosperar é consequência de amar, servir e confiar n’Ele acima de todas as coisas.
Deus trabalha no favor de quem confia, mesmo quando ninguém vê, e de repente o improvável acontece, a prosperidade chega e o testemunho nasce.
Quem escolhe depender de Deus aprende que a verdadeira riqueza trilionária não é apenas possuir bens, mas viver em paz, sabedoria e abundância que glorifica o nome do Senhor.
Quando o coração é humilde e a fé é firme, Deus honra, prospera e muda a história de quem decide confiar mais n’Ele do que nas circunstâncias.
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