Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
Não me olhe com este olhar condenador, apenas aceite um olhar de quem nunca mais olhou alguém por amar você demais. Não precisa entender as minhas lagrimas, se você não consegue entender as lágimas de um homem é porque nunca viveu um grande amor! A distancia me trouxe a saudade, matou os meus sonhos e sepultou a minha felicidade... Você é a saudade que me faz lembrar que o tempo jamais vai fazer eu esquecer o passado que vivi, O fundo dos meus olhos revela o quanto você me faz falta.A sua ausência não coloca fim nas minhas lagrimas, pelo contrario ela me faz sentir saudades de um amor que me ensinou, que nunca devo desistir dos meus sonhos!
A intuição abre caminhos a outras possibilidades que vão além da realidade material em que vivemos. É o portal que interligação as dimensões material à espiritual.
Se elejo outra cidade,saio voando em liberdade,
será que ainda te vejo?
Eu não sei, e também quem é que sabe?
Márcia Morelli
Liberdade aos que agora estão livres,
Eles estão, mas não são livres!
Aos que se sentem seguros e salvos na obscura estrada.
Estes desconhecem a saída!
Pobres arruinados, não conheceram sequer a entrada!
Liberdade aos que pechincham a morte,
Desprezando o valor cristalino que traz a vida.
A língua afiada de quem abre a boca e mostra que tem língua, porque as palavras já são esperadas, faz menos mal do que os efeitos da língua de quem esconde que tem uma.
BOM DIA
é a palavra mágica que abre as portas de um novo amanhecer,
enriquece quem a recebe, sem diminuir quem a profere.
Massageia o ego e dá uma nova cor ao momento.
Se acompanhada de um sorriso então...
espalham fragmentos de felicidade.
Beijos
Mas é verdade que amar alguém é uma arte. Quem ama abre mão de si mesmo muitas vezes. Esquece convicções. Pede desculpas mesmo quando acha que está certo. Sofre de saudade. Morre de ciúme. Parcela passagem em 12 vezes. Sorri quando o telefone toca. Tem dor de barriga quando ele lê sua mensagem e não responde. A gente fica praticamente ridícula.
"Descobri que a sabedoria se revela a quem abre mão das paixões... Oh, meu Deus! Estou condenada a burrice eterna?"
Quem eu sou
Sou a chave que abre portas fechadas,
Sou o manso e humilde de coração,
Sou o Senhor que acalma tempestades,
Sou abrigo do desesperado, sou a pluma de delicadeza,
Sou a fonte em meio ao deserto,
Sou o amigo mais chegado do que irmão,
Sou a simplicidade da Pomba,
Suavidade do vento,
Sou a manifestação no monte,
O milagre no deserto,
A revelação do vale,
O prisma da consciência,
A vida entre a morte,
A calma em meio à turbulência.
...... Enfim, sou eu!
Não sou o fracasso do vencedor, sou a essência do valente.
Não sou a discórdia do isolado, mas a certeza da conquista presente.
Não tenho prazer na derrota, mas me alegro no triunfo.
Não sou a dor do ferido, mas o bálsamo de Giliard.
Não sou o problema do mundo, sou a solução dele.
Não sou o coxear da dúvida, sou a certeza do caminho.
Não sou a morte, sou a vida.
Não sou a ferida, sou a cicatriz deixada na cruz.
Queres saber quem eu sou?
Sou o amado de vossa alma.
O desejado das nações.
O centro das atenções.
O pão do faminto.
A água do sedento, a providência do cansado.
A paz do que enfrenta guerras, sou a fidelidade dos infiéis.
A Salvação do pedido.
Sou o alfa e ômega, a fiel testemunha.
O pai do filho pródigo,
O abrigo do abandonado pela mãe.
Sou Jesus…
Tua âncora...
Teu amigo...
Tua vida...
Tua vitória...
O respeito é mútuo
A humildade abre portas
O caráter mostra quem tu é
Nunca renegue suas origens
E renove a cada dia a sua fé.
Abro o livro como quem abre uma cela
e a gramática entra com chaves de prata.
"Existo", diz o guarda. Eu assinto e, sem notar,
já aceitei que existir é estado.
Pergunta primeira, feita em voz de ponte:
quem fala quando digo "eu"?
Ato que cintila ou coisa que permanece?
Nomear é pôr moldura onde só há clarão.
Repito: penso.
E o verbo, inquieto, não se deita em camas de mármore.
Ele passa. Ele acontece.
O sujeito que o monta é aparição, não peça de museu.
No jogo de linguagem, a regra é simples e feroz:
"existir" cobra documentos de continuidade,
pedem-se sinais de reidentificação,
pedem-se cicatrizes que atravessem anos.
Mas o pensar não traz carteira;
traz pulso.
A cada batida ele inaugura um quem,
um rosto-em-ato que se desarma com o próprio eco.
Olha a armadilha:
quando digo "existo" após "penso",
troco o brilho pelo bloco,
confundo faísca com minério.
Se existir é ser algo, dize que algo és sem congelar o rio.
Dize quem retorna intacto do atravessamento.
A palavra "eu" acena, mas não garante o passageiro;
é índice, não monumento.
Releio e o leitor que sou me contradiz com elegância:
cada leitura me inventa um autor anterior.
Logo, o eu que decide entender é posterior ao entendimento,
e o entendimento, anterior ao eu que o celebra.
A gramática faz truques.
Transforma atos em estados, eventos em essências.
É ventríloqua do ser:
põe voz de mármore no que é água.
Heráclito entra, enxuto:
o nome é margem, o ser é curso.
Quem bebe duas vezes no mesmo "eu"?
Quem devolve a gota ao desenho antigo?
Então aperfeiçoo o silogismo como quem desarma um dispositivo:
se penso, há presença sem propriedade,
há comparecimento do sujeito-em-ato,
há luz que não promete estátua.
Daqui não se segue substância,
segue cena.
Não se prova o dono, prova-se o surgimento.
O cogito é bilhete de entrada, não escritura do terreno.
E se me pedem definibilidade, aponto o necrotério das narrativas:
o corpo já cessou, logo o relato pode fixá-lo.
No arquivo, sim, há estados;
na vida, há verbos.
Portanto, conduzo-te pelo corredor das palavras
até a célula onde "existo" queria trancar o ato.
Abro a porta pelo lado do uso e deixo o ar entrar:
o que havia ali era só o brilho do acontecimento.
Conclusão, escrita na água com letra firme:
penso, logo apareço.
Sou em ato, não como estado.
Cogito, ergo fluo.
– Daniel A. K. Müller
TÚNEL.
Me diga, quem és tu?
Abre a porta do túnel,
Seja claro aos seus pensamentos,
Diga que vale mais ser
Do que nada ter.
Me diga, para onde vais?
Vim de longe
E vi muitos sonhos realizados,
Muitos sonhos perdidos
E alguns frustrados.
Me diga, o que faz?
Feche a porta do túnel
E não deixe o tempo entrar,
Quando o vento bater,
Diga que o passado já passou
Que o presente está atrasado
E o futuro lá na frente parado
Esperando o tempo chegar.
Me diga, que vento não passou.
Não me diga, que o tempo já retornou
Pelo túnel.
Autor: Cássio Charles Borges
“Quem vive para impressionar ergue fachadas; quem vive para inspirar abre caminhos.
A impressão se desfaz quando os aplausos silenciam, mas a inspiração permanece quando a sua verdade acende a alma de alguém. No fim, não vale o brilho que exibimos, e sim a luz que deixamos no mundo.”
Roberto Ikeda
A honestidade é a força silenciosa que abre portas duradouras. Quem age com verdade e coração puro pode até demorar para vencer, mas quando vence, ninguém consegue tirar o seu valor.
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