Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
Não era fácil me fazer mudar de opinião,
Pois mesmo sabendo que deveria ter os
Pés no chão, eu não sabia como fazer pra
Mudar o que conhecia e gostava até então,
Afinal, como levar pra outro lugar à emoção
Do céu que ao léu tinha nascido, crescido e
Permanecido sem motivo no meu coração?
Guria da Poesia Gaúcha
Eu não queria, mas não sabia como mudar
Este domingo, que pretendia tão lindo, mas
Que via apenas dormindo, esvaindo, sumindo!
Não queria, mas não sabia como mudar
Este domingo, que eu pretendia tão lindo,
Mas que parecia, que aparecia, permanecia
E insistia em ficar dormindo, enquanto o dia
Ia se esvaindo, sumindo, indo e a noite vindo!
João, Capítulo 21.
Os simbolismos.
Por que na rede, que não se rompe, havia 153 peixes? Os números que aparecem nas Escrituras são ao acaso? Qual o motivo da tríplice confirmação do amor de Pedro a Cristo? A missão da Igreja e seu pastor. Leia o capítulo 21, com o qual João conclui seu Evangelho. Com rico simbolismo ele reafirma a missão Evangelizadora da Igreja e da missão de Pedro para guiá-la com amor. Na barca, símbolo da Igreja, os discípulos - aos quais Jesus disse que converteria em pescadores de homens (Lc 5, 1-11) - pescam sem nada conseguir. Com a ajuda do Ressuscitado, o trabalho dá fruto abundante. A rede, que não se rompe, significa a capacidade da Igreja para manter unida a multidão de pessoas, e o número 153, a quantidade de nações conhecidas naquela época, simboliza a universalidade da Igreja. Depois vem tríplice confissão de amor que Jesus exige de Pedro, substituindo as três vezes que negou Cristo, mostrando o valor do arrependimento e da conversão. Depois diz que, se Pedro o ama, ele deve alimentar suas ovelhas, mostrando o Primado do Príncipe dos Apóstolos. A presença do discípulo muito amado representa tanto a comunidade joanina quanto todos os cristãos que devem ser aceitos por Pedro.
A CULPA
Que haja tempo para despedidas,
que a culpa não tome nossas mentes,
que as pessoas não se sintam tão perdidas
e que os pensamentos não se tornem indulgentes.
Sentir-se culpada,
sentir-se em dever,
mas continuar ali, parada
sem saber o que fazer.
Quem nunca?
Sentiu culpa?
Vivo no mundo real, meio imparcial
é no imaginar que ganho esperança
e por isso luto para não ficar apenas na lembrança.
Sou simples, luto pelo que acredito
tenho esperança, creio na humanidade,
creio que o amor supera o ódio,
creio que a paz supera a guerra,
creio que o mundo possa se curar
se deixarmos de pensar apenas em nós,
lutar pelo seu sonho e também ajudar o próximo a conquistar o dele
isso é humanidade.
Vi uma cadeira a se movimentar sendo puxada para lá e para cá,
mas não era músculo que o fazia mover, era o amor por aquele ser.
(uma senhora passeando com o marido cadeirante)
Quando passamos por um lugar uma segunda - ou mais – vez ele já está modificado. Não necessariamente tenha sido o local que modificou, mas também – ou só – você.
Quero me afundar na lascividade,
na voluptuosidade
Posso não encontrar a resposta
mas certamente não me lembrarei da pergunta
Porque nada faz sentido
Peço
Um sentido pra viver
Oh, só um!
Um sentido lógico, racional
mas não há, não há!
Se encontrasse algum me agarraria com ardor
e não soltaria
me matassem, mas não soltaria
Agora, jazo morto enquanto vivo por pensar
O melhor, é se entregar
Sim!
Se entregar ao ‘tudo é permitido’
simplesmente porque nada possui um sentido
Ouse-me!
Desafie-me!
Intimida-me!
Apenas tentativas insólitas aparecerão,
sentidos deturpados pelo emocional elevado
Quão felizes são os que acreditam num sentido
Quão felizes são, pessoas de fé
Ah, invejo-os!
Vivem!
Mesmo no sofrer conseguem viver, pois sentem
Porque acreditam num sentido
Usando a fé na razão
ou a fé na emoção
possuem respostas e/ou confortos
Ah, quão felizes são!
Naul ganhou um presente, era o que exatamente precisava, não ganhou brinquedo ou dinheiro, ganhou algo inestimável, ganhou esperança.
Quanto coisa ele criou com essa esperança!
Viajou, projetou, desenhou, sonhou!
Passava horas a brincar com esse presente, nunca se cansava, sempre a imaginar as infinidades de possibilidades.
Mas, num dia, a mesma pessoa que lhe deu, tomou-o esse magnífico presente.
Naul ficou devastado, perdera tudo que havia criado!
Naquele átimo de perda do bem estimado, sentiu a morte atravessar-lhe o espírito.
Dor, dor, dor
Devastação
Vazio e solidão
Porém, como qualquer dor latente, uma hora cessa, e o que ficou foi a lembrança e a lição que essa dor lhe proporcionou.
Naul agora está sereno, calmo, tranquilo.
Hoje não apenas entende intelectualmente, mas também espiritualmente o que é crueldade.
Pra Naul, existem diversas, mas nenhuma é tão cruel como dar e depois tomar esperança.
Talvez ele esteja certo
Talvez seja apenas exagero pelo que passou
Mas uma coisa concordo com Naul, não há melhor presente que a esperança.
Não sei mais o que fazer, não sei mais o que pensar
fico sempre a me torturar,
não entendendo o que em mim de dentro quer gritar.
Palavras inexistentes para um sentimento sem explicação,
uma devoção consumível, que explode como combustível
de dentro para fora, é foda.
Agora é você, alma gêmea? Fico a pensar
mas pensando vou me torturando,
me torturando vou quebrando,
me quebrando vou morrendo, por dentro.
Tenho a certeza de você, pois estou a sofrer
sofrendo se pode obter a certeza(?).
Se sofro é porque sinto, e como sinto!
Por que sinto?, maldito instinto!
Razão, por que não me agarra?
instinto, por que não se cala?
já era a minha calma, a minha calma...
Felicidade não é saber,
isso é satisfação
Felicidade não é ter,
isso é jubilo
Felicidade não é beneficiar-se,
isso é regalo
Felicidade não é conquista,
isso é prazer
O que é felicidade?
aquela que causa
satisfação, jubilo, regalo, prazer,...
O que é, responde como encontra;
é tão simples mas complexamos,
ela é e está em nós.
Tudo o que busca para alcançar são muletas,
apoios que não duram, que se quebram,
ou são miragens,
que distorcem, deturpam, deformam.
A felicidade não é algo que se encontra de fora para dentro,
e sim, de dentro para fora
Quando compreender a simplicidade do complexo
entenderá a felicidade por completo.
'Todo objeto muda quando observado', sim, mas o que isso demonstra?
Se não vemos o objeto ele age naturalmente, então, como as pessoas pensam que são na realidade não existe, o que existe de fato são analises diferentes, de pessoas diferentes; pressupondo que cada pessoa é única, então sabemos que somos na realidade multiformes, multi-personalidades.
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