Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
Não adianta nada exteriorizar a todos os cantos glórias e bênçãos a Deus... Ele só enxerga o interior...
HOMEM FRUTA, NÃO!
Cara, assuma ou suma,
Pois chega de lero-lero,
Até porque se tu ainda
Não sabe o que quer,
Eu sei muito bem o que
Quero e, cá entre nós,
Papo furado e enrolão
De um homem-banana,
Molengão feito mamão
E azedo que nem limão é
Um abacaxi que não quero!
Guria da Gaúcha Poesia
HOMEM FRUTA, NÃO!
Cara, assuma ou suma,
Pois chega de lero-lero,
Afinal, se tu ainda não
Sabe o que quer, eu sei
Muito bem o que quero
E papo furado, enrolão
Não! Pois não é bacana,
É vacilão de um covarde,
De um homem-banana,
Molengão feito mamão
E azedo que nem limão,
Enfim apenas um abacaxi,
Cascudo e espinhento, que
Tem a cara bem igualzinha
Ás costas que é para tentar
Entrar já saindo de todo e
Qualquer relacionamento!
Guria da Poesia Gaúcha
HOMEM FRUTA, NÃO!
Cara, assuma ou suma,
Pois chega de lero-lero,
Afinal, se tu ainda não
Sabe o que quer, eu sei
Muito bem o que quero
E papo furado, enrolão
Não! Pois não é bacana,
É vacilão dum covarde,
De um homem-banana,
Molengão feito mamão
E azedo que nem limão,
Enfim, é só um abacaxi
Cascudo e espinhento,
De cara igual às costas
Que não presta pra se
Ter envolvimento, pra
Manter relacionamento!
Guria da Poesia Gaúcha
Deus me abençoa e, por favor, me perdoa se
não quis, mas inimigos fiz, pois só Tu sabes o
quanto ainda estou pequena para merecer só
com os meus amigos queridos poder conviver!
HOMEM FRUTA, NÃO!
Cara, assuma ou suma,
Pois chega de lero-lero,
Afinal, se tu ainda não
Sabe o que quer, eu sei
Muito bem o que quero
E papo furado de enrolão?
Negativo, comigo não, já
Que é coisa de um mero
Vacilão, de covarde vazio
De coragem, que tão cedo
Chega bem tarde porque é
Só um homem-banana só,
Bem molengão como um
Mamão e tão azedo como
Limão, então, não! Não me
Interessa, afinal não presta,
Já que na real não passa de
Um guri-abacaxi sem graça,
Que sequer conhece ou que
Reconhece qualquer mulher
E não merece, nem mesmo,
Uma mulher qualquer, pois é
Muito verde para envolvimento
E podre demais pra dar fruto em
Qualquer tipo de relacionamento!
Guria da Poesia Gaúcha
O AMOR NÃO TEM...
O amor não tem preço.
O amor não tem idade.
O amor não tem limites.
O amor não tem cura.
O amor não tem receita.
O amor não tem bula.
O amor não tem fórmula.
O amor não tem contra indicação.
No idioma inglês não há duas palavras que prejudiquem tanto como “bom trabalho”.
(Terrence Fletcher)
AGORA
Vem, bem agora meu bem,
Não demora, e também vê
Se não sai logo porta afora,
Afinal há muito já passou da
Hora de te ocupar com culpa,
Preocupar com mil desculpas,
Então basta de tantas farsas,
Te assume e não some, pois
O covarde jamais vira homem,
Então anda, pelo menos tenta,
Pois sem tentar não há como
A gente adivinhar ou saber no
Que poderá dar, e, além disto,
Aproveita e te aceitas, centra,
Chega de tanto mas e chega
Mais, para de ficar suspenso,
Tão denso e tenso todo tempo,
Sai desta janela, tua vida está
Pra o comando do teu mando,
Então conduza, assuma ela e
De vez, vê se tu aprende que
A mulher quer homem intenso,
Com solicitude e muita atitude
Para plenitude, então pensa e
Experimenta, sustenta, cresça
E melhor apareça, afinal odeio
Gente lenta, covarde e molenga
E tem mais, esta é minha última
Chamada, afinal ando cansada
De tanto esperar sentada pra tu
Acordares pra poder te amar, já
Que ligeira e bem louca quero a
Tua boca encher com desejo de
Beijo pra ver se nós vamos além
Deste vil vaivém, então meu bem,
Vem, chega, me aprochega bem
Gostoso, apertes bem, pega e te
Apega, te integra e entrega a tua
Quimera, teu lado fera, tua utopia
De fantasia pra gente viver à beça
Esta vida que é uma festa e festa
Melhor quando tudo é mútuo, junto,
Reto, bem direto, concreto, ilimitado,
Ousado, liberto e bem aberto, enfim
É assim que quero pra mim, mas se
Não quiseres, vou respeitar, mas já
Aviso pra surpresa não te pegar, não
Quereres virar mesa, pedires tempo
Pra pensar, então fica a dica, se quer
Vem agora ou de vez cai fora, vai te
Embora, pois assim como tá não dá,
Afinal cheguei a conclusão que mais
Que besteira, é burrice não saber ou
Querer o melhor da vida curtir e levar!
Guria da Poesia Gaúcha
Pedaços de Mim,
Página 76,
1999
Meus escritos se dividem em duas partes: A primeira, não merece sequer reflexão e a segunda também não...
Sei que não estarei aqui para ver a colheita, daqueles que por pura rebeldia, hoje sem temor se levantam contra mim...
É isso aí! E é isso que é. Eu não escolhi, não planejei, não busquei. Talvez tenha sido escolhido. Mas, o que é, é o que é. Quer goste, quer não...
Não, eu não posso afirmar onde tudo começou. Mas, o que me feri mais, é saber que eu nunca poderei reparar os erros que cometi...
Ser certo nem sempre é ser você, e do que
adianta ser certo e não ser você, não faça
a vontade de segundos ou terceiros, mas
sim a sua; por que é essa a que importa.
E perdoa-nos as nossas dívidas...
Dívidas, dívidas, “melhor não tê-las”, parodiando o poeta. Mas quem é que consegue se livrar totalmente delas? Alguns de nós não as têm no terreno financeiro por ter nascido em berço, senão de ouro, pelo menos cercado do que é básico. Outros, pela prática de uma disciplina rígida, evitam dívidas, preferindo ficar sem as coisas. Mas se não as temos na área do dinheiro, nós as temos noutras áreas igualmente importantes da vida. Como as que Jesus mencionou quando nos ensinou a orar assim: “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6.12).
Que dívidas são essas? Certamente são as dívidas morais, as faltas cometidas, as omissões praticadas, as falhas de comportamento, as opções erradas que fizemos e que, além de machucar alguém, feriram também a face de Deus. Essas dívidas são os nossos pecados.
Observe bem o tratamento que Jesus dá ao assunto. Jesus não nos manda fingir que está tudo certo. Jesus não nos autoriza a negar a existência das nossas dívidas. Elas existem. Somos pecadores. Somos devedores. É uma triste constatação. Mas ao lado dessa triste constatação, Jesus também nos oferece a saída dessa crise. Aliás é a única saída. Ele manda que peçamos perdão ao Pai nosso. Carlos Drummond de Andrade disse certa vez que “perdoar é rito de pais”. O Pai nosso nisso também é expert.
Como resultado de termos recebido de Deus o perdão, nós também perdoaremos aos outros as falhas que os outros cometeram contra nós. Certa vez, um crente disse a João Wesley: “Eu não perdoo a ninguém”. Wesley respondeu no mesmo instante: “Então você também nunca erra, não é mesmo?” Noutras palavras, se você é infalível, então seja inflexível. Não sendo nós perfeitos, não podemos esperar que os outros o sejam. Tratemos os outros como Deus nos trata! E aprendamos com o Pai Nosso a difícil lição de perdoar!
Pr. João Soares da Fonseca
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