Quem Nao da Audiencia Abre Concorrencia
A felicidade não provém de capacidade física nem do auxílio de alguém. É na verdade uma vontade indomável, aliada a uma força inabalável de viver bem consigo mesmo e com paz na alma.
Chega uma etapa da vida que cansamos de gente que não acrescenta, que não vale à pena, que cansa, que chateia... Certo tipo de gente que não valoriza nossa atenção, nossa amizade, nosso carinho...
Eu ando selecionando mais quem quero ao meu lado, ainda que me sobrem menos pessoas do que os dedos de uma mão. Talvez eu precise da outra para dar um adeus a quem não vai me fazer falta nenhuma!
Por vezes me afasto para encarar minha dor, e não deixar que outros a sintam por mim.
Vou para meu deserto, e ali encontro a paz. Pois sei que Deus me chamou até ali, para
estreitar a distância entre ele e eu, e me fazer refletir. E saio revigorado, usando o caráter
como escudo, e minha Fé como espada.
De fase em fase...
Vou montando um pedaço de mim...
Construindo “firme” minhas bases...
Não precisarei me preocupar com o fim.
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Eu nao me esqueço daquele olhar
aquele beijo
a lua e testemunha do nosso beijo
o sol e testemunha do meu amor
E as rosas São apenas complacentes ao meu amor a sua beleza
Saudade tenho eu,
não do que um dia foi meu,
tenho saudade sim,
de uma amor que virá enfim.
Um amor verdadeiro,
que se entrega inteiro,
daqueles que passeiam de mãos dadas,
por toda madrugada.
Brincam no chuveiro,
cantam o dia inteiro.
Se beijam no sofá
e adoram namorar.
Apreciam o luar,
e adoram se beijar.
Amor de corpo e alma,
que finalmente traz a calma.
Que se encantam com as estrelas
e se abraçam a beira mar.
Sente saudade quando longe
e mais ainda ao deitar.
Um amor sem cobrança,
com respeito e confiança.
Venha com vontade para durar
uma eternidade.
Venha de braços abertos
e me queira sempre por perto.
Traga as malas para ficar
e fazer do meu coração seu novo lar!
Sergio Fornasari
O artista que se oculta em sua arte, não deve ser chamado de artista, sua suposta arte é tão vazia e amorfa quanto uma superstição.
Não há objetivo na vida, a não ser amar e desafiar o mundo. O mundo, esta máquina monstruosa com milhões de olhos invejosos e milhares de dedos apontados em vão.
Não há fronteiras entre espírito e matéria, alma e corpo. O ímpeto psíquico é um instinto magicamente racional, que poucos reconhecem.
Sacrifício não é redenção. O masoquismo coletivo, deve se rebelar contra o sadismo reacionário que fere os olhos do mundo, pois o sacrifício anula os sentidos.
O ciúme envenena a alma, cega a inteligência e não é sinônimo de amor, ele é a insegurança e a vaidade, exercendo seu egoísmo sobre o conceito ilusório de afeto.
Estou caminhando para meu destino. Porém, no momento não sei qual é. E talvez, ninguém saiba.
Como desvendar as armadilhas do destino?
Sobreviver, e ser mais forte a cada dia.
Caminhos, contornados por pressões e expectativas.
Problemas, que tomam proporções absurdas quando se convive com ele.
Fel, o amargo sabor de quem lida com as consequências de suas escolhas.
Dúvidas, interrogações respondidas a medida que milhares surgem na mente.
Paz, onde ela está?
E o caminho continua, sendo seguido por muitos.
Muitos, os mesmos que seguiam lado a lado e que agora se distanciam, porque não possuem tantas dúvidas, porque fizeram boas escolhas, porque não sofrem com as consequências, porque não sentem o amargo fel impregnado na mucosa oral.
Caminham, sobrevivem, e os problemas?
Não são os mesmos. Não sentem a dor. A dor do outro é maior.
Aceno, o mesmo aceno dos corredores agora soam como uma despedida.
Logo, apenas mais um rosto.
Uma lembrança que jaz no esquecimento.
Acabou, acabou o sonho de possuir algo por mérito próprio, porque a primeira vez não foi brilhante.
Medo, a tensão que tira a vontade de experimentar, e perder de novo, e sentir a mesma dor, a mesma solidão.
Amor, sinônimo de decepção, de cegueira.
Frieza e força, uma combinação amargurada, o fruto do trauma.
Fé, acreditar naquilo que não se vê, acreditar que porventura o melhor está por vir.
Utopia. Realidade?
Martírio, súplica, chagas que foram abertas não na pele, mas na alma.
Ego, o eu que procura por uma estima.
Sonho, de abrir os olhos e acordar do pesadelo.
Desafio, de seguir em frente e aceitar o que é real.
Estou caminhando para meu destino.
Para onde o vento me levar.
Para onde o sorriso simpático esconde o entristecido na face.
Para novas cobranças. Para velhos fantasmas. Para aquilo que é imutável.
Aquilo.
Segredos que já não são mais segredos.
Desculpas que não serão aceitas.
Lágrimas. Fuga. Tempo.
Tempo que passou, que passará, mas que parece estar estagnado.
E no final do caminho, luz ou trevas.
Morte.
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