Quem Mexe com Ferro com Ferro Sai Ferido
A vida é isso: um ciclo que se renova a cada minuto, a cada hora, a cada ano, a cada geração... O instante do "ontem" ganha novas roupagens no "hoje"; alguns papéis se invertem numa simbiose de afeto e carinho que marcam em profundidade nossas vidas.
Ser humano e seu falso discurso de querer "proteger" a Natureza. O raciocínio é simples, analisando de acordo com a pior das hipóteses. Veja bem:
O ser humano destrói a tal ponto que "a coisa" se torna insustentável > inicia-se a escassez de água, alimentos, aquecimento global, etc > opções > racionamento, medidas sustentáveis ou ignorar > caso seja ignorado > risco à espécie > caso extremo > extinção da espécie > não há mais ser humanos na Terra > A terra em um processo natural se recupera e volta ao seu perfeito estado de "saúde" > nós não estaremos mais aqui. Entendeu o ciclo ??
Seja sincero, o que o homem quer é apenas um lugar limpo e habitável para viver.
Não deixe o vazio tomar conta do seu ser, busque uma razão para poder viver.
Um objetivo vai te preencher e lhe fará crescer.
Algumas decisões exigem que você ignore o fato de que o chão à sua frente pode desabar no próximo passo. E mesmo sabendo desse risco, você decide não apenas caminhar, mas correr sobre ele!
Nem sempre você estará motivado para fazer certas coisas. Mas o mundo não se importa com isso, ele quer que você dê o melhor de si, independente de como você esteja se sentindo, independente do quão desmotivado você esteja, ele quer o seu sangue, o seu melhor.
Tem dias que queremos ficar sozinhos. Queremos ouvir apenas o bater do nosso coração. Sonhar acordado. Precisamos do silencio absoluto, o silencio da morte. Morte das palavras, de todas as pessoas, das brigas, de tudo. Barulhos dos carros, gente falando ao mesmo tempo. Isso mata as vezes. Agora quem tem que morrer um pouco são eles.
Precisamos ouvir mais os cantos dos pássaros. Os rangidos das arvores, vento levando as folhas caídas, e as que estão caindo.
O barulho do Sol refletido em um a janela. O som que ele faz quando esta indo dormir.
A musica da dança do calor do fim da tarde com o frio do começo da noite.
Precisamos prestar mais atenção nesses sons. São eles que nos fazem meditar, sem ao menos saber.
Eu gosto de me ferir. Quanto mais vezes no mesmo dia melhor… Buscar, correr atras pra poder ler palavras e apelidos que me doem mais que facadas, lembranças que basicamente ‘amassam’ meu coração, meu pulmão, minha cabeça… Eu gosto que doa, porque eu sei que hoje vai doer mais que amanha, e depois de amanhã então menos ainda… Eu sei que um dia vou sentir falta da dor, porque eu sinto saudade de emoções, se é pra escolher entre ficar anestesiada e sentir tristeza… que venha a tristeza! Depois de dias lendo e lendo essas palavras, essas risadas, essa sua felicidade, esse seu novo amor, finalmente chega o dia em que eu me preparo pra sofrer de novo.. E então eu releio aquilo novamente, e percebo que não passam mais de palavras. A dor terminou, me acostumei, sumiu… Eu leio e não sinto emoção nenhuma, como se fosse feita de pedra. Eu releio, e nada… Eu releio e fico feliz pela sua evolução, eu releio e acho graça. Eu releio e fico com orgulho por ter seguido em frente, porque hoje, eu estou mais feliz que em qualquer outro dia.
Acho que se queremos viver em um mundo onda as crianças cresçam aprendendo a valorizar o esforço do trabalho pelo dinheiro, ou pela comida. Devemos voltar a fazer pamonha todo sábado.
Tem muito bolo de cenoura se achando bolo de casamento. Mas eles não percebem que tem muito bolo de cenoura mais gostoso que bolo de casamento.
Eu deixo você me adotar. Se prometer que vai cuidar bem de mim. E eu prometo que também vou cuidar muito bem de você.
Se for beber que beba, se for amar que ame e se for morrer que morra. Mas que morra numa segunda-feira pra não atrapalhar o feriado de ninguém.
