Quem Ja Passou por essa Vida e Nao Viveu

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A possibilidade de viver um novo relacionamento amoroso passou brevemente pela minha cabeça, ela voltou (algumas vezes) depois de uns dias... e meu coração sorriu.
Eu pensei tantas coisas a respeito e hoje reconheço que não é meu momento. Porque, muitas vezes, eu me entreguei com a intensidade e a profundidade do meu ser, e fui sobrepondo cicatrizes. Porque cada uma das vezes que eu tentei eu tentei de novo e de novo. Porque cada vez que eu estive em pedaços eu arregacei as mangas e pequei cacos entre uma lágrima e outra.
Cada vez que eu me reergui, eu caí de novo.
E eu tenho certeza de que as (profundas) lágrimas são infinitas.
Eu cansei.
Eu cansei de tentar.
Eu cansei de lutar.
Eu cansei de procurar.

A aurora da mente é poderosa, de cego pelas mentiras do mundo, o inválido passou a enxergar, pelas mãos e palavras do Grande Mestre (Jesus).
Ó Senhor de todo o conhecimento.

Num mundo dominado por algoritmos e ‘influencers’, o poder de autoconstrução passou, de virtude, a ato de resistência.

Dizem que, com o tempo, tudo passa,
mas a saudade de você nunca passou.

Gostaria de te ter aqui,
te mostrar o meu valor
e a neta incrível que uma de suas filhas gerou.

Falam que precisamos aceitar a perda,
mas como?
Fingindo não sentir falta
e sendo rude quando falam sobre?

Confesso que, se tivesse você aqui,
as coisas seriam mais fáceis…
Bem, eu arrisco em dizer que seriam.

Quero poder ser o que não foram,
para que você veja e possa se orgulhar.

Me pergunto se aí de cima você ainda me olha,
e se, me olhando, ainda se orgulha,
se ainda sorri pra mim
se o seu amor por mim não acabou no seu desviver
Porque uma das razões do meu viver
é você.

Feliz família.

"O tempo passou...
E, agora procuro...
Cadê meu pai? - partiu!
Cadê minha mãe? - partiu!
Cadê meus irmãos? não sei!
Cadê os gozos de família?
- se foram...
-Oportunidades tidas e agora as percebo perdidas...
Fui! - cuidado você, prá não ser...
-Feliz família à todos!"
☆Haredita Angel

[Arquitetura da Expectativa]


quando o
sono passou,
ele esperou
por um momento.


pensativo,
esperou
pelo despertador.


com um ar
entusiasmado,
ele esperou
o café coar
e no ponto,
esperou
pelo ônibus.


após a conclusão,
esperou
pela próxima
tarefa a ser
realizada


e faminto
ele esperou
pelo almoço;


depois
pacientemente
esperou
a tarde passar.


atordoado
pela ansiedade,
esperou
pela ligação
e pelos
comentários
adicionais.


então esperou
pela confirmação
e conformando-se,
esperou
pelo fim do
expediente.


apaixonadamente,
ele esperou
por ela.


retornando
por ruas escuras,
esperava chegar
a salvo
em casa


e ao chegar,
pela encomenda
que não havia
chegado,
esperou.


há muito tempo
estava esperando
pela oportunidade
que nunca
chegava.


inconsolável
e desesperado
suplicou por
coragem,


enquanto esperava
a contagem
do microondas
ao requentar a janta.


deitado no sofá,
relaxou e esperou
pelo fim do episódio,
pelo fim da temporada,
pela próxima série.


apreciador de baixas
temperaturas,
na troca das
estações, esperava
pelo inverno.


em seus aposentos,
ele esperou
pelo fim do dia,
pelo fim do ano
e no fim das contas,
pelo sono eterno.


Michel F.M. - Trilogia Flores do Pântano
Bruno Michel Ferraz Margoni
30/12/23

Vivemos tempos em que a pressa virou rotina,
e sentir profundamente passou a ser quase um ato de resistência,
porque o mundo exige respostas rápidas para dores que são lentas,
sorrisos imediatos para feridas que ainda sangram em silêncio,
companhias virtuais para vazios cada vez mais reais,
muitos conversam o dia inteiro, mas poucos realmente se escutam,
há casas cheias e corações desertos coexistindo sem alarde,
gente exibindo felicidade enquanto coleciona cansaços invisíveis,
relações rasas em excesso e compreensão em escassez,
esta é a realidade: nunca estivemos tão conectados e tão ausentes.

Foi-se o mês de maio, mês do amor, da doçura das noivas e mães. Passou para dar lugar ao mês de junho, mês paixão, cheio de cores, sabores, sons, luzes no céu e no chão. Não sei se é o calor da fogueira. Não sei se é o amendoim torrado, o coco ralado, quadrilhas, barraquinhas o forró, o quentão. Não sei se é o frio que pede abraço e dengo, se é o dia dos namorados que espalha romance no vento, ou é o arrasta-pé, coladinho no salão, que faz todo mundo lembrar que ser casal é arretado. Em junho, quem tem xodó fica muito mais apaixonado. E quem não tem, se anima a procurar um amor para se alegrar e quem sabe fazer um casamento...
Mesmo que seja só pelo tempo de uma quadrilha.

Quando o vento tenta reabrir o que um dia machucou, eu apenas respiro e lembro: a ferida passou, o amor ficou.
E o que antes era dor… hoje é história de fé.

Bons tempos aqueles, hem primo! Agora, o tempo passou e com ele, data venia, veio aquele barrigão, isso é, no meu caso. Abraços fraternos.

Amigos e amigas de Facebook!

Agora que passou a política, a poeira baixou, o ar parece estar até mais puro, é hora de respirar fundo e fazer um silêncio profundo, rezar, refletir e pensar melhor sobre todos os nossos atos, ações e omissões, pedir perdões pelas escritas ofensivas, falas e exarcebações, para poder tocar em frente sem deixar para trás ressentimentos, mágoas e ilações, haja vista que, no calor das discussões e nas defesas das idéias e dos ideais políticos, nem sempre usamos a nossa cabeça para pensar, ou mesmo, o coração para amar, a nós mesmos e aos nossos semelhantes, razão pela qual, peço-lhes humildemente desculpas e até perdão pelas vezes que ofendi a quem quer que seja, pois, concessa venia, não é de meu feitio ofender às pessoas do meu convívio do dia-a-dia, por mais importante que seja a causa por mim defendida.

Você que acabou de ler agora esse meu recado , sinta-se perdoado e eu, humildemente, aguardo também o seu perdão, pois, está escrito no Livro Maior: "Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento'' (Ef 4,26).

Abraços fraternos.

Deus criou o livre-arbítrio e depois passou milênios reclamando do resultado.

Conheci um pastor tão persuasivo que conseguiu converter até o diabo, que passou a dizimar na sua igreja. Mas, quando tentou converter um ateu, falhou miseravelmente.

A experiência deixou de bastar a si — aquilo que é vivido e sentido perdeu autonomia e passou a exigir confirmação para ser reconhecido como real. O que não circula parece não existir, e o que não existe deixa de ser vivido. Assim, a realidade é terceirizada ao olhar alheio: não se vive para sentir, vive-se para validar — e, nesse desvio, a própria experiência se esvazia antes mesmo de acontecer.

O tempo, cruel, passou em vão.
Viu a estação mudar, o ponteiro avançar.
Mas o vazio aqui, no meu coração,
recusa-se a sair, a se findar.
​Somos dois mundos, sem a ponte.
Distantes, sim, e o drama é meu.
Vejo o futuro lá no horizonte,
mas ele é igual ao dia que você partiu.
​Nada mudou.
​Na quietude fria da sala,
onde só o silêncio me acompanha,
escutei, em uma onda, uma farra,
o murmúrio da sua voz, tão estranha.
​É o toque final desta melancolia:
saber que a dor tem seu nome, sua morada.
O amor se foi, mas a saudade é magia
que te traz de volta, em cada madrugada.

O que passou passou sozinho
Nós estamos passando juntinhos

O sol se pôs atrás dos prédios
Passou uma moça com tristeza nos olhos
Será que é o medo do futuro?
Ou será que é a esperança do presente?

Se você passou o ano todo brincando com o pecado, mas agora, no carnaval, quer pregar para os que frequentam essa festa mundana, você é um hipócrita.

A perda me ensinou a medir tudo em silêncio. O pouco que sobrou passou a ter peso de tesouro. Conto moedas de afeto e invisto em gestos pequenos. Há economia no cuidado com o próprio quebrado. E essa prudência constrói a base para novos começos.

⁠Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.