Quem Ja Passou por essa Vida e Nao Viveu

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Uma taça de vinho
Uma taça apenas de vinho tinto
...E a gente já tem o pretexto perfeito
para agir por instinto.

Já havia compreendido que as pessoas se alegravam demais com a humilhação moral alheia para deixar esse prazer ser estragado por uma explicação.

Milan Kundera
A insustentável leveza do ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

Já que a noite é uma criança, vamos abusar mais nas brincadeiras?!

Há muita verdade nessa afirmação. Todos já viram alguém “envelhecer da noite para o dia” ao passar por uma crise financeira ou emocional.

O que é exatamente esse padrão de pensamentos a que chamamos preocupação, e que parece ter o poder de envenenar nossa existência?

É possível até mesmo afirmar que a preocupação causa o envelhecimento, pois ela acelera o tempo. A preocupação é obviamente um hábito. O hábito de se atormentar por coisas que já passaram ou pelas que ainda podem acontecer. Ela não tem nada a ver com o presente.

Analisemos primeiro o passado. Ainda não se conhece nenhum meio de mudar o que passou. O passado é irrevogável; o tempo anula todas as possibilidades de torná-lo diferente. Viver em meio aos enganos e mágoas do passado é totalmente improdutivo.

Além do mais, esse tipo de atitude é nocivo, pois libera no organismo substâncias tóxicas que aumentam a pressão arterial e sobrecarregam o coração. A melhor postura é reconhecer os erros passados, aprender com eles e deixá-los ficar em seu devido lugar, no passado.

Para dedicar toda a atenção ao presente é preciso a percepção sadia de que o passado se foi para sempre. A preocupação é a recusa psicológica de aceitar esse fato.

E o que a torna parte aparentemente inevitável da vida é o fato de os erros, as mágoas, os ressentimentos e as injustiças deixarem na mente vestígios que afetam o organismo através da conexão psicofisiológica.

Há um segundo tipo de preocupação que se ocupa de tentar evitar a dor pelo controle do futuro. Um de meus colegas me deu um bom exemplo desse modo de agir. Ele tratou uma paciente durante vinte anos, e, nesse período, ela o visitava duas vezes por ano para fazer exames físicos completos.

Sempre que aparecia, demonstrava grande preocupação com a possibilidade de ter um câncer. Embora não tivesse nenhum sintoma da doença, ela inventava uma série de queixas que obrigava o médico a pedir uma bateria de exames apenas para assegurá-la de que não tinha câncer. Essa cena se repetia ano após ano.

A cada consulta o médico fazia o que podia para convencê-la de que estava livre da doença, e todas as vezes ela perguntava: “Tem certeza?” Certa vez, porém, depois de analisar o resultado dos exames, o médico veio com más notícias.

Disse à paciente que ela tinha câncer. Ao que ela respondeu, com uma espécie de expressão de triunfo: “Não falei? Faz vinte anos que venho dizendo a mesma coisa!” Em sua preocupação, essa mulher imaginou uma doença que ela temia mais que tudo. De tanto dar atenção a esse medo, ele acabou se tornando realidade.

A consciência tem meios de alterar os fatos. Nosso subconsciente pode transformar aquilo que imaginamos em realidade. As pessoas que se preocupam se convenceram de que a preocupação é, de certo modo, o modelo correto de pensamento para evitar que coisas ruins aconteçam. Entretanto, atenção é atenção.

Se ficamos imaginando coisas que não queremos ver acontecer, é quase certo que o resultado será o oposto. Talvez algo “igualmente ruim” ocorra, o que dá no mesmo. Se queremos imaginar o futuro, que ele seja repleto de alegrias e coisas boas.

Mas as pessoas saudáveis não vivem nem no passado nem no futuro. Elas vivem no presente, no agora, que acaba tendo sempre o gosto da eternidade, pois nenhuma sombra paira sobre ele. Quando se presta atenção ao momento presente, ele se faz em toda a plenitude.

Ao vivermos apenas de momento em momento, o tempo deixa de ser nosso inimigo. Os efeitos nocivos da preocupação são eliminados através da valorização do que a vida nos oferece hoje.

O fato é que todo brasileiro, com 18 anos, ele já tem opinião formada sobre tudo. Eu, aos 18 anos também tinha. Porém, nessa idade, eu percebi que eu era um palhaço. De todas as convicções que eu tinha, comecei a me perguntar: - De onde eu tiro tanta porcaria? Eu não sei nada a respeito disso, eu estou chutando... Então, o que eu fiz? Eu fui para casa e fiquei quieto durante 20 anos, estudando, tentado aprender alguma coisa. O dia que eu for um homem maduro, experiente, daí eu irei ensinar algo. Foi o que eu comecei a fazer com 45, 47 anos. E acho que até comecei cedo, pois eu deveria estar começando agora (depois dos 60 anos).

Já perdemos muito tempo brincando de perfeição
Esquecemos o que somos: simples de coração

Em tempos de crise, alguns perdem o apetite. Já o meu é multiplicado dez vezes.

E quando a gente vê, já é Natal. Hora de fechar o balanço. Hora do frio na barriga só de pensar em tudo que se passou e superou, enfim. Hora de filosofar em como as coisas podem mudar num passe de mágica, e que, muitas vezes não dependem só de nós. O quanto somos pequenos diante das tragédias que acontecem no mundo. O relógio, que não pára pra que a gente conserte o que quebrou. Aquele sentimento que por mais que a gente queira não volta depois que já acabou. E a gente sabe que não é todo mundo que teve a coragem de trocar o certo pelo duvidoso. Que teve a ousadia de mudar de emprego. De mandar aquele safado ir “catar coquinho”. (pra não dizer outra coisa) Mais um ano está chegando ao fim e a gente não deu tanta atenção àquelas pessoas que amamos. Esquecemos-nos de agradecer muita gente. Fomos estúpidos com alguém que não mereceu. Adiamos muitos encontros que poderiam ter significado um riso a mais na vida da gente ou um alívio a mais na vida do outro. Decepcionamos muitas pessoas, inevitavelmente. Viajamos o quanto pudemos, ou nos afogamos no trabalho a fim de realizar algum sonho maior no futuro. Desejamos ter mais dinheiro, mais tempo livre e mais leveza. Muitos de nós tentamos realmente mudar e nos tornar melhores. Melhoramos o hábito alimentar, frequentamos academia, tentamos ler alguns livros e tivemos mais fé em Deus. Teve gente que mudou radicalmente. Gente que realizou sonhos. Gente que descobriu como é bom ser mãe., como é bom ser pai. Ou então como é bom ter mãe, como é bom ter pai. Teve muita gente que descobriu novas possibilidades por aí. Um novo amor, uma nova aptidão, uma nova turma, viagens. Gente que quitou todas as dívidas. Gente que conquistou um novo cargo. Teve gente que deixou pra trás aquilo que lhe fazia mal. Teve gente que deixou de conhecer outra gente por falta de vontade, ou por falta de sintonia, de atitude. Mas ambas tiveram lá suas razões. Teve gente que ficou doente e passou a dar muito mais valor à vida. E sim, teve gente que não conquistou aquilo que tanto queria. Pra todo esse tipo de gente, uma novidade não tão nova assim: Todo dia é dia de repensar, recomeçar, de ter ousadia, tomar coragem e atitude pra mudar. Afinal, a vida é sua e aposto que vai querer ter muitas coisas boas pra escrever sobre o ano que passou né? Então deixo aqui: uma lembrança, um abraço, um riso, um afeto , uma foto, uma consideração àqueles que não pude estar tão presente de corpo, mas que sempre estão comigo em coração! Que nosso 2014 seja ABENÇOADO!!!!!! Feliz novo começo família, amigos e amigas.

Já acostumei com esse seu jeito meio idiota de ser.

E, de repente, tudo o que preciso é segurar a mão dele mais do que já precisei de qualquer outra coisa na vida. Não apenas sentir que ele segura a minha mão, mas segurar a dele também.

Dizem que as pessoas sinceras demais machucam. Eu já acho que a mentira causa um estrago muito maior...

Engraçadas são as pessoas mais velhas. Atingem um certo nível profissional e já pensam que os jovens não sabem nada. Pois saibam que na vida, cada experiência só acontece uma vez, não há como ensinar ninguém. Não fique "se achando", pois todo jovem, se quiser, consegue ser melhor do que os mais velhos, pois possui a cabeça muito mais aberta e atual. Eu vou ficar velho, e sei que eu também vou me achar melhor e mais inteligente do que os mais novos. Todo mundo é assim, e sempre será.

Se você só fizer o que sabe, nunca será nada além do que ja é.

A sabedoria nos chega quando já é tarde demais.

Às vezes me pego pensando em tudo o que já vivi, pessoas que conheci, as quais cheguei a amar e cheguei a me decepcionar. Vi coisas que não queria, senti coisas que não devia, falei coisas que não podia. Ah, se eu pudesse esquecer de tudo o que já passei, das dores que já senti e poder me afastar daqueles que tanto me querem mal. Conseguir mais uma única vez fazer com que meu coração bata forte por alguém, que valha a pena, que me queira bem. Queria ter o controle do tempo, do destino e do coração, principalmente, para que assim eu não fosse pega de surpresa nunca mais. Não me iludir com promessas falsas, palavras sem fundamentos, beijos e abraços sem sentimento. Não vou deixar que abalem meu "eu" interior, pois foi com ele que conquistei tudo o que tenho hoje em dia. Acredito na felicidade, acredito ainda mais que vou achá-la.

E quantas pessoas já foram minha inspiração sem saber...

Vamos beber... porque amar tá difícil!
Afinal, alguém aí já viu uma Absolut dizendo que vai te ligar no outro dia e não liga?
Ou então uma dose de tequila dizendo que é jovem demais pra se envolver?
Ou uma latinha de cerveja pedindo um tempo pra decidir se realmente é aquilo que quer?
Ou ainda uma Smirnoff dizendo que é a pessoa certa na hora errada?
Alguém já levou gaio de um litro de uísque, por acaso? Hein? Hein? Hein?
Já viu o uísque brigar com a vodca por causa do energético?
Nunca vi... Dividem numa boa!
Francamente...
Vamos beber, porque amar tá foda!

“Divido as pessoas em: as que preciso lembrar, as que preciso esquecer. Você eu já esqueci, mas prefiro não lembrar.”

De repente, quando menos esperava, ela já tinha se tornado insubstituível. E nem era algo tão bom, porque a gente sempre quer mais um pouco sem saber quanto tem no estoque.

Por você me apaixonei;
Por você eu esperei;
De você eu me cansei;
E agora eu já nem sei...