Quem Gosta de Ouvir Nao quer Falar
“” Vá minha flor
Leve a voz onde eu não posso falar
Leve carinho onde eu já não posso estar
Leve-me onde está o amor
Vá minha flor e perfume o dia
Da pessoa triste
Que na dor insiste
Precisa da tua luz...
Leve teu sorriso
E onde quer que vá
Não leve vaidade
Leve apenas o amor e a simplicidade
E quando voltar
Traga o gosto de ter valido a pena
Pois foi assim serena
E cheia de amor,que te enviei...””
Porque é assim
na ausência
ouviras falar
e quando nada puderes fazer
saberás o que não morre
no coração...
“” Talvez você seja uma daquelas pessoas que eu gostaria de falar uma porção de coisas, e não falo, mas não tem problema... você sabe !!!...””
Feio é não ter honra
É dar prejuízo a alguém
Feio é falar algo que não podes sustentar
É mentir
Feio é o patinho da história
Que mesmo rejeitado, venceu.
E ao crescer tornou-se um cisne branco
Feio é acordar e não ter o que fazer
É anoitecer e sair por ai sem rumo
A beleza física é privilegio de poucos
Lembra da corrida dos espermatozóides
Outro poderia ter chegado antes
Feio não é olhar no espelho e querer ser melhor.
Feio é não gostar de si e se desfazer sempre
A beleza realmente atrai
Mas pode estar em alguém que por ser bonito ou bonita, se prevalece
E se faz de melhor, quando o melhor está na alma no coração.
Feio é não poder lutar...
Feio é não ser o melhor que podes ser
Feio é não saber amar...
Falar sobre Política? Não! Com sabedoria me expresso somente em poesia, faço de forma escondida, separo comigo uma simples analogia, meu candidato já está definido, não preciso provar meu ideal e nem o que sinto, o meu voto é algo pessoal e não dividido, prefiro mil vezes a paz do que a razão em um comentário mal sucedido, pois isto não vai mudar em nada a intenção do outro indivíduo, apenas haverá discussão, grosserias dirigidas ao semelhante amigo, que após o embate proferido, talvez até se torne um ferrenho inimigo... Não, prefiro a paz, o sossego e a tranquilidade no olhar, como cidadão, com certeza em alguém capacitado irei votar, mas não preciso detalhes te contar, faz parte da minha analogia, nem que você saiba, nem que insista, neste embate não me verá entrar...
Não façamos algo pensando no que os outros possam falar sobre nós, se assim o for, estaremos vivendo em função de terceiros. Nossa vida é o que fazemos dela, não o que os outros querem que sejamos nós!
Para falar de amor não é preciso ser um especialista, basta ter um coração puro e a alma de um artista.
''Preferirei falar ao calar
Mesmo que cometa enganos
E se alguém me julgar
Não me importarei com o que possam pensar,
Pois as piores palavras são as que não pronunciamos''.
MEU FALAR: PRETOGUÊS
Não me submeto à gramática normativa.
(O papagaio de Mainha não aprendeu também.)
Mas, respeito quem a criou.
Ei!
Minha fala é potente,
Meu linguajar é fluente: meu pretoguês.
A negona Lélia Gonzalez gritou,
E a metade do mundo não ouviu.
Se meu R soa ruim pra tu,
E eu com isso!?
Meu irmão é Cráudio, e ele ama meu jeito de chamá.
Pois, meu pretoguês é assim!
Guarda pra tu teu preconceito linguístico.
Que eu não sou menino.
Porque com dialetos, eu me comunico.
Sou herdeiro das diversas línguas lindas, ricas do meu povo africano...
Sou poeta marginal, sou do cordel, sou do verso livre: Sou arte moderna!
Minha língua é culta: tu, véi, noíz, vú mermo, etc. Não me deixam à míngua.
A outra língua é elitizada.
Eu sou antigramático:
As minhas palavra não são, e não voltam vazias.
Deu errado para o português:
Tentou vestir o indígena,
Que pena, guri!
Tentou confundir
O Africano na senzala com diversas línguas,
Mas o aquilombamento resistiu, moleque.
Portanto, não existe a linguagem errada, manos!
Minha língua africana/ indígena: abrasileirada também é cheque!
Sou poliglota na minha língua, camarada.
Meu verso faz o cântico dos loucos e dos românticos.
MEU FALAR: PRETOGUÊS
Não me submeto à gramática normativa.
Ou Norma Curta!?
(O papagaio de Mainha não aprendeu também.)
Mas, respeito quem à criou.
Ei!
Minha fala é potente,
Meu linguajar é fluente: meu pretoguês.
A negona Lélia Gonzalez gritou,
E a metade do mundo não ouviu.
Se meu R soa ruim pra tu,
E eu com isso!?
Meu irmão é Cráudio, e ele ama meu jeito de chamá.
Pois, meu pretoguês é assim!
Guarda pra tu teu preconceito linguístico.
Que eu não sou menino.
Porque com dialetos, eu me comunico.
Sou herdeiro das diversas línguas lindas, ricas do meu povo africano...
Sou poeta marginal, sou do cordel, sou do verso livre: Sou arte moderna!
Minha língua é culta: tu, véi, noíz, vú mermo, etc. Não me deixam à míngua.
A outra língua é elitizada.
Eu sou antigramático:
As minhas palavra não são, e não voltam vazias.
A gente acompanha à moda, às tecnologias, menos à língua.
É preciso tirar à roupa dos gramáticos!
Eu sou um erro ortográfico.
Mas sou também uma língua reconstruída: vou estar mudando sempre.
Sou um preto. E se fosse gay?
Pretoguês! Pretoguês!
Não quero ser preterido. Sou pós (analiso)
Se há um homem em meio a várias mulheres, se usa todos – por causa do homem. E o
gênero feminino? A língua é uma equação: marca, escolhe umas palavras e mata outras/
outras/ outres falantes.
...Não tome às ideias em vão.
Deu errado para o português:
Tentou vestir o indígena,
Que pena, guri!
Tentou confundir
O Africano na senzala com diversas línguas,
Mas o aquilombamento resistiu, moleque.
Portanto, não existe a linguagem errada, manos!
Minha língua africana/ indígena: abrasileirada também é cheque!
Sou poliglota na minha língua, camarada.
Meu verso faz o cântico dos loucos e dos românticos.
Vale repetir os versos dos linguistas marginais:
"[...] Problema com escola eu tenho mil, mil fita
Inacreditável, mas seu filho me imita
No meio de vocês ele é o mais esperto
Ginga e fala gíria; gíria não, dialeto."
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