Quem Domina sua Lingua
Pedi a DEUS.
Que guiasse seus passos,
que iluminasse sua mente.
Uma bênção especial
de Sua graça e clemência.
Pedi aos anjos para ficarem
o tempo todo com você,
Vigiar e proteger
Em tudo que você fizer.
Quando eu orei ao Pai,
Pedi para que lhe enviasse,
Nas asas dos anjos,
Um toque de amor e bondade.
Pedi para que sussurrem
em seus ouvidos, Paz e Alegria
Canções de amor e felicidade,
Em delicada sinfonia angelical,
Embalando seu sono.
Ainda fiz mais um pedido:
que o Pai permitisse
que os anjos que te protegem
lhe proporcionem Serenidade.
Assim, quando você sentir
uma leve brisa passando por você,
São os anjos, enviados de Deus,
que pedi que viessem para lhe proteger.
Agora vou pedir para Deus te fazer
sempre faliz e trazer a ti, a felicidade que
tú tanto tem buscado. Que surpresa!
Hoje é seu dia de ser feliz! Aproveite
Namorada: proteja como se fosse sua filha; ame como se fosse esposa; respeite como se fosse sua mãe.
Queria se um baseado
para nascer em seus dedos
morrer em seus lábios e fazer sua cabeça
A maior covardia de um homem
e desperta o amor em uma mulher
sem ter a intensão de amá-la
Talvez um dia eu seja algo que passou em sua vida, mas para mim você será um sonho que lembrarei com saudade.
Ele mexe comigo esse garoto. Sempre. É sua única desvantagem. Ele pisoteia meu coração. Ele me faz chorar.
Corinthians,
sua marca está gravada,
marcadas em sangue,
no coração de uma torcida apaixonada,
na veia que pulsa,
na garganta que exclama,
na razão que ama.
Corinthians,
tua história te julga,
tuas glórias te enaltece,
teu passado sofredor,
glorifica o sentimento,
de uma nação inteira,
sofredora, pobre e guerreira.
Corinthians,
de duas décadas e três anos,
seu sofrimento consumiu nossos corações,
nos deixou aptos a superar,
superar o medo, a dor, as gozações,
expandindo em amor suas multidões,
identificando o povo, o nosso povo.
Corinthians,
tua camisa pesa,
teu chão estremece,
pela torcida que pula e não para,
torcida que inflama,
a bola que rola,
é movimentada pela massa corinthiana.
Corinthians,
corinthians das multidões,
corinthians das canções,
corinthians dos corações,
dos corações apaixonados,
ligados, viciados,
viciados cada vez mais em ti,
pois em 100 anos de história não queremos milhares de conquistas,
pro verdadeiro corinthiano basta que você exista.
"Mas isso não é culpa sua", a Rosa acrescentou delicadamente. "Você está começando a fenecer, sabe... e nesse caso é impossível evitar que as nossas pétalas fiquem um pouco desalinhadas."
Nunca tire conclusões precipitadas em sua vida!!!!!
Pense antes.......Não deixe que a "emoção"....tome conta.....à ponto de deixá-lo "DECEPCIONADO".
O SILÊNCIO DA BATUTA DO MAESTRO
Morreu Artur da Távola. Calou-se para sempre sua voz tão cheia de sensibilidade que, em seus escritos ou apresentações televisivas, nos tocava, ensinava e encantava. Aquela que traduzia o clássico em linguagem popular.
No seu último programa “Quem tem medo de música clássica?”, olhei triste seu rosto abatido e, temerosa de que a morte se avizinhasse, fui tomada de emoção, pois não conseguia imaginar o momento de não tê-lo mais entre nós. Era uma premonição ou constatação, não sei...
E, no dia nove de Maio, seu espírito deixou seu corpo, enquanto dormia.
Costumo dizer que poucas pessoas merecem morrer dormindo. E, com certeza, ele era uma destas. Exemplo de ser humano, de cidadão, de político correto, em um tempo em que os indivíduos de caráter parecem ser uma rara exceção.
Sempre haverei de lembrar-me dele ao ouvir os clássicos. As palavras ária, sonata, piano, pianíssimo, allegro, cantante, e outras tantas do ramo haverão de remeter-me às suas belas lições, às suas análises criteriosas das músicas, que tanto mexiam com a sua e a nossa emoção.
Eu o admirava muito como jornalista, cronista, político e, ultimamente, como apresentador e analista musical. Aprendi muito com ele e as palavras com que terminava sempre o seu programa estarão caladas dentro de mim: “Música é vida interior e quem tem vida interior jamais padece ou padecerá de solidão.”
Recebendo pela televisão a notícia de sua partida, repeti o que costumo dizer quando morre alguém extraordinário: “Existem homens que jamais deveriam morrer.” Mas, pensando bem, qual o grande homem que morre, realmente? Todos eles deixam rastros de luz em nossos caminhos e, assim, vivem para sempre.
Acho que meu comentário usual deveria mudar para a constatação de que certos homens não morrem nunca. O certo, provavelmente, é dizer como o nosso grande autor do sertão, Guimarães Rosa: não morrem, “ficam encantados”. Assim, posso dizer que Artur da Távola “ficou encantado”. Em outras paragens, ele estará, decerto, despertando a sensibilidade daqueles que partiram sem alcançar a plenitude de sua humanidade.
Ah, meu prezado maestro, sentirei muito sua falta, mas pode ter certeza que, também, por ter lido seus livros, seus artigos, ouvido seus belíssimos comentários sobre Beethoven, Mozart e outros tantos, tornei-me uma pessoa melhor e cresci muito como ser humano. Você, em sua simplicidade, provavelmente, nem sabia que iluminava a vida de tantos.
Também porque o conheci e, junto com você, continuando as lições que recebi de meu saudoso pai, aprendi, mais e mais, a amar a música e sei que, desta forma, jamais haverei de padecer de solidão.
Enquanto existir a música, as auroras e crepúsculos, os amores e desamores, encontros e desencontros e meu coração continuar batendo, com a emoção tomando conta de meu ser, serei muito rica de vida interior. Poderei, inclusive, ouvir as músicas das esferas celestiais e, até nos meus silêncios, estarei ouvindo os sons da Divindade.
Sabe, grande maestro, repetindo palavras suas, citando não me lembro quem, devo dizer-lhe: “A dor da gente não sai no jornal”. E a minha dor pelo silêncio de sua batuta não pode ser traduzida em pobres palavras de jornal. Mas ficam aqui registradas.
E, como diz o Pe. Fábio de Melo, brincando com o poema de Drummond: “A festa acabou, a luz apagou e, agora, é você e Deus”. E Deus, certamente, gostará de ter em seu regaço um grande homem, um filho muito amado, que soube perseguir a Sua Luz e dignificar a arte e a política.
Se a saudade chegasse pelo ar como as ondas de rádio, em que lembrança você sintonizaria sua memória?
Um Anjo para Você
Para iluminar seu caminho,
para colocar ordem na sua vida,
para você ter sempre a certeza,
de que ele está ao seu lado,
em todos os momentos.
Em qualquer situação,
na sua tristeza e na sua alegria.
E mesmo que você se esqueça dele as vezes,
ele estará sempre do seu lado,
lhe ajudando, lhe dando conselhos,
lhe conduzindo na sua estrada,
as vezes triste, as vezes alegre.
Ele sempre vai dar o melhor de si,
para lhe ajudar, e em troca disso,
ele só quer que você saiba dele,
que acredite nele.
Não precisa saber o nome do seu anjo,
basta lembrar dele como uma luz,
a iluminar o seu caminho.
E você pode ter certeza de que ele é assim,
uma imensa luz, que não se apaga nunca,
que não fica fraca,
que jamais perde sua força e seu brilho.
Um lindo anjo para você...
Que você possa contar com ele,
Sempre, sempre.
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