Quem Ama Nao Erra
Esquecer...
Nem tudo são flores, nem tudo são amores
O que começa sem verdades
Não merece proceder
O que de fato é melhor
O peso que carrega não seria capaz
De alimentar um amor por muito tempo
É hora de partir
Suas amizades são suas não minhas
Não tenho amor e nem devoção a elas
Não confundo amizade com amor
Nem amor com amizade
Quero encontrar alguém, que me valorize como pessoa
Não quero amar por um
em uma relação existe o casal...
Então viva sua vida...
Eu viverei de meus sentimentos, que no momento é de dor.
Sei que ainda te amo, te amo admito
Não vou esquentar a cabeça, preciso lutar
Contra este sentimento que me envolveu
Preciso te esquecer!
Shirlei Miriam de Souza
Sabe vou dar um tempo pra meu coração sem noção...
Só assim tomo jeito não pensando em nada suspeito.
Shirlei Miriam de Souza
Talvez a gente se esbarre,em um trecho de um livro,ou na cena de um filme qual o final não nos pertence.
Aquele que não questiona nada,age mecanicamente de acordo com a verdade que lhe foi dita.
Apesar de tantos sofrimentos,não aciona o conhecimento que cada um tras em si mesmo.
Como podemos aquietar a mente se não existe ordem,clareza de pensamento ? Uma mente confusa, vivendo em conflito na sua existência diária, não encontrará serenidade e sem a tranquilidade,jamais saberá o que é viver de verdade.
Não pegue para si razão absoluta de nada! Não ache que tem a certeza do julgamento, pelo simples fato de convicção própria.
Simplesmente observe, e tente entender tudo a sua volta. Sua visão é apenas sua! Então veja pelos olhos do outro. Somente assim, realmente vai ver que sua razão, é tão subjetiva e relativa quanto sua convicção em tal...
Quando penso que é hoje, já é amanhã.
Quando penso que é amanhã, ainda é ontem.
Não entendo de horas nem de vento.
Mas como disse alguém; "Temos nosso próprio tempo".
não orbite ninguem...melhor ser um sol parado com luz própria do que um satélite morto em volta de um astro sem luz
Não adianta se gloriar em achar que pode tanto,chega um dia na vida em que o mais poderoso do mundo não pode nada.
Não há justiça, se alguém não for vingado. Não há nada de errado em desejar uma vingança, desde que justa e na medida proporcional bem avaliada.
Não quero nem preciso de receber troféus em meio há uma sociedade crítica quase sem noção,Basta q Deus reconheça no fim.
Carta ao Mestre
Tenho medo. Muito medo. Mas este medo não é maior que a vontade de ser um pouco melhor a cada dia, de ser uma versão melhorada da própria pessoa. Eu não permito que este sentimento bloqueie o meu potencial. Eu me desafio e enfrento cada obstáculo, superando-o não por mim, porque estou espiritualmente maduro e despido dessa vaidade; luto pelos mais próximos e por aqueles que trago comigo. Brigo com todas as forças, com as mãos calejadas e a alma ferida. Luto para honrar a memória dos mestres. Luto pelo meu semelhante e por todos aqueles que de alguma forma dependem de mim, ainda que não saibam disso, ou ignorem. Luto com as minhas limitações e as limitações deste mundo quase honesto. Luto como bicho do mato. Caio. Choro. E levanto quantas vezes se fizerem necessárias, porque sou filho de Deus e senhor dos meus pensamentos e ações. Luto por mim e por você, por cada pessoa a quem tenho amor e respeito.
Por isso, continuemos nossas lutas, vencendo nossos fantasmas, impondo, pela permissão de Deus, o nosso sucesso sobre as adversidades, o nosso estado pleno de felicidade, a nossa consciência tranquila, a paz e a bondade que habita em nós. Porque isto não é para quem quer, mas para quem se esforça, para quem merece por direito.
Rubens Delfino.
Brasília, 12 de agosto de 2017.
Dedicado ao grande amigo Aparecido Tavares.
O Vate de Itabira
Adido a meados... Não importa a que tempo histórico ocorrem os fatos, todavia interessa saber que o personagem se encontra ali, vestindo a biografia. Aldo da Costa. Mulato, pele bronzeada, alto, olhos castanhos à cor do mel, braços fortes; pernas compridas – como as de avestruz. Assim o era.
Cidade de Itabira.
Tinha a sua fama, e modéstia. Dizia ele que em sua pequena propriedade rural, de tudo prosperava um pouco. Havia cultura de hortaliças, abóbora, quiabo, vinagreira, abacate, manga, pitomba, cana-de-açúcar, etc... Ainda disputando o mesmo espaço, as criações de galináceos, e reses – dois bácoros, quatro bodes e cabras, um boi, e duas vacas leiteiras. Destas, conseguia extrair o leite matinal; o que excedia, sua mãe utilizava no preparo de coalhada, queijo e doce. Assim, seguia sob influências de homem do campo, com costumes e práticas que lhe ocupavam boa parte do tempo. Após isto, dedicava-se, acanhado, à leitura de alguns autores conhecidos da literatura brasileira – por este ato, compreendia a necessária higiene mental. Não à toa, lançava luz aos pensamentos.
Suas aspirações vinham desde cedo. Chamavam-no de poetinha. Embora não aceitasse bem a alcunha por não se tratar de Vinícius de Morais. Entretanto, as suposições populares sinalizavam para o fato dele sempre ser visto carregando papéis e livros de poesia; entre eles, trazia seus próprios versos. Mas raramente os mostrava a alguém, recitava-os só mesmo aos amigos próximos, que se incumbiam de perpetrar seu talento.
Rubens Delfino.
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