Quem
Onde a Memória Mora
Ecoo na história como quem sussurra ao tempo,
deixando rastros onde a memória insiste em ficar.
Sou voz que atravessa o esquecimento,
fragmento de instantes que se recusam a passar.
Na fotografia, nas palavras, no que toca e transforma,
sou presença que resiste, sou marca que não se apaga.
Porque existir não é apenas estar,
é permanecer, é reverberar, é deixar-se encontrar.
O Peso de Pedir Ajuda
Para quem tem dificuldade em pedir ajuda, romper essa barreira e buscar socorro é um grande desafio. Admitir que precisa de alguém, que não consegue sozinho, pode parecer um sinal de fraqueza quando, na verdade, é um ato de coragem.
Mas e quando o pedido é ignorado? Quando a resposta é um "não" ou simplesmente o silêncio? A frustração de buscar apoio e não encontrar pode ser avassaladora, criando uma armadura de autossuficiência forçada. Aos poucos, a pessoa se convence de que é melhor não precisar de ninguém do que arriscar a rejeição novamente.
Assim, a necessidade de não incomodar se torna quase uma regra de vida. Evita-se pedir, evita-se depender, evita-se até mesmo demonstrar vulnerabilidade. O peso da solidão, por mais doloroso que seja, parece mais suportável do que o peso de um "não".
Mas até que ponto essa barreira protege, e até que ponto aprisiona? Nem sempre haverá uma resposta positiva, mas insistir em buscar ajuda quando necessário também é um ato de resistência. Afinal, ninguém precisa carregar o mundo sozinho.
Dizem que na vida quem perde o telhado ganha as estrelas. É assim mesmo. Às vezes, você perde o que não queria, mas conquista o que nunca imaginou. Nem tudo depende de um tempo, mas sim de uma atitude. O tempo é como um rio, você jamais tocará na mesma água duas vezes. Aproveite cada minuto de sua vida, não procure pessoas perfeitas, mas sim aquelas que saibam o seu verdadeiro valor. Tenham 4 amores: Deus, a vida, a família e os amigos. Deus porque é o dono da vida, a vida porque é curta, a família porque é única e os amigos porque são raros!
faça algo diferente amanhã, mate seus assassinos, roube mil rosas e dê a quem te odeia. Faça algo sem sentido, sem nexo. Insita, mate, destrua, crie, use e seja usado.
Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último pra esquecer tolices. O último para ignorar o que, no fim das contas, não tem a menor importância. O último para rir até o coração dançar. O último para chorar toda dor que não transbordou e virou nódoa no tecido da vida. O último para deixar o coração aprontar todas as artes que quiser. O último para ser útil em toda circunstância que me for possível. O último para não deixar o tempo escoar inutilmente entre os dedos das horas.
O silêncio é a linguagem de quem ama;
é melhor que a palavra humana
renuncie e se exprima
com afeto.
Somente a alma, na sua
linguagem silenciosa,
consegue fazer o que sentimos.
Então, naquele dia, na aula de música, a professora perguntou quem conhecia a canção do vale. Sua mão logo se ergueu. Ela colocou você em um banquinho e mandou você cantar pra gente. E juro, todos os pássaros do lado de fora ficaram em silêncio.
"Afinal, quem é que tem a pretensão de não ser louca?... Loucos somos todos, e livre-me Deus dos verdadeiros ajuizados, que esses são piores que o diabo!"
Só erra quem produz. Mas, só produz quem não tem medo de errar. As massas humanas mais perigosas são aquelas em cujas veias foi injetado o veneno do medo. Do medo da mudança.
Joseph Conrad uma vez escreveu: "Quem sabe o que felicidade verdadeira é? Não no sentido convencional, mas no terror puro. Para os solitarios ela usa uma máscara. O indigente mais miseravel abraça alguma memoria ou um pouco de ilusão".
Triste é quem fica o tempo todo a pensar na vida que passa despercebida, por não ter sido bem vivida.
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