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Mim apaixonei pela estrela cadente💫

Como se explica o amor ,para quem nem se quer permite-se sentir essa dádiva no coração ?
Só se fala sobre a noite, pra quem ama as estrelas ...
Só se fala sobre as estrelas ,para quem aprecia o brilho constante da sua existência.
E consequentemente terá a grandeza do luar ao parar para observar.
Triste mesmo é saber o que é Amar , receber esse dom que há no coração de alguém que com tantas estrelas no céu foi se apaixonar pela estrela cadente e viverá de um sentimento ausente e raro que aparecerá em uma lindo luar porém que será visto apenas no olhar.
Thaty Almeida 🧚🏻‍♀️

Pai👑
No rosto as marcas de quem sempre lutou para dar o melhor aos seus...
Esse olhar firme,não mostra o tamanho do coração desse moço.
E por falar em tamanho, posso afirmar que o Amor que ele tem não dar para medir ou calcular.
Ele é o espelho de força, coragem e caráter inigualável.
E quanto a quem ele é de fato ? Ele é um herói para defender quem ama, um alicerce que sustentou e sustenta sua linhagem e ao mesmo tempo sabe ser guerreiro pois lutar e vencer não é para qualquer um.
Suas propriedades excede a feição cansada da lida , mas confirma em cada passo dado pois leva com ele resistência e AMOR! Te amo coração gigante, tu é o cara!
"Exemplo Cristóvão "
Em 11 de Abril de 2020.

Traga na alma a pureza e a doçura de quem acolhe um novo dia, de quem sabe que para ser feliz é necessário fazer o outro feliz. É preciso compartilhar, ser útil, contagiar o ambiente à nossa volta com energia boa, energia do bem... e o resto vem...

Homenagem aos professores de Parintins.


Nas salas onde o saber floresce,
Brota a luz de quem ensina e guia,
É no olhar do professor que acontece
O milagre da vida e da poesia.
De Parintins, terra de encantos mil,
Erguem-se professores, orgulhos do Brasil.


Com voz serena e alma paciente,
Plantam futuros em cada lição,
Transformam sonhos na mente da gente,
Com fé, coragem e dedicação.
Cada palavra é semente lançada,
No chão da esperança, bem cultivada.


No chão da escola, o saber é canção,
Que ecoa forte e vem do coração,
E cada gesto dessa nobre missão,
Revela o dom mais puro e comum:
Ensinar é servir, é fazer brotar
O bem que o tempo não vai apagar.


Neste dia, a população lhe agradece,
Com reverência, carinho e emoção,
A quem ensina e também enriquece
A alma viva da educação.
Professores são como um farol,
Que acende o futuro com luz e sol!


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

A questão é, há amor nas cinzas?
Para quem sofreu, há mas lhe interessa procurar.
Para quem perdeu, as cinzas são o próprio amor.
Para o cientista, as cinzas são o resumo de tudo.
Para o matemático, há uma probabilidade apenas.
Para o poeta, há um livro a se dissertar.

Talvez só você compreenda a tristeza nos meus olhos.
Te ver, talvez fosse um alento, para quem há muito já perdeu o rumo.

JÁ ESQUECEMOS QUEM SOMOS


Vivemos tempos estranhos e fora da dignidade. E digo isto com peso, medo e insegurança. A cada dia, torna-se ainda mais duro.


Está tudo misturado.
Hoje és acusado, amanhã, já estás condenado, sem provas, sem defesa, sem voz. Há quem seja agredido e há quem nem sobreviva para contar a sua versão. Tudo por causa de um boato. Tudo por causa do medo. Tudo por causa da ignorância.


Criou-se, nas mentes de muitos, a ideia perigosa de que fazer justiça com as próprias mãos é aceitável. E isso é um erro grave. É muito perigoso.
As escolas, as igrejas e os mais velhos já não ensinam como deviam ou não são vistos como antes. Não orientam como antes. E os valores que mantinham a ordem, foram sendo esquecidos lentamente até chegarmos onde estamos.


Uma sociedade dominada pelo pânico torna-se cega. E quando a razão desaparece, qualquer mentira ganha força de verdade. O que está a acontecer certamente é um teste à nossa consciência como seres humanos.


Já esquecemos quem somos. Precisamos parar e pensar. Olhar para o passado, entender onde falhámos. Analisar o presente, com coragem.
E proteger o futuro, antes que seja tarde demais.
Nem toda história que se ouve é verdade. E nem toda suspeita justifica violência. Se continuarmos assim, não estaremos apenas a destruir inocentes…
estaremos a destruir-nos a nós próprios.


Agora, a verdadeira luta não deve ser contra fantasmas, deve ser contra a ignorância que carregamos dentro de nós, para que possamos lembrar quem somos. Porque já esquecemos quem somos.

Pessoas não devem ser descartáveis, devem ser interessantes. Cuide bem de quem só te quer bem.

Em matéria de amor correspondido, meus amigos, não existem tolices nem devaneios. Não se intimidem, continuem! Continuem provando a todo segundo, das maneiras mais desvairadas, que dentro das veias correm sentimentos. E se aprofundam pensamentos, sonhos, manias, ousadias, que para serem concluídos precisam ser vividos a dois.
Ame, ame muito mesmo, mas não a ponto de enlouquecer e perder a razão. O amor também é feito de razão, e precisa de pé no chão. O juízo que não deixa chegarmos atrasados no trabalho todo dia porque foi difícil largar o outro sozinho na cama; o juízo que não nos permite arrancar a roupa do outro no meio da rua depois de longas horas de saudade. Ahhh, o ranzinza do juízo, velhinho danado e cheio de razão! Queria eu não saber que ele existe e deve ser usado! Ser ousado é tão mais convidativo que ser conservador quando falamos de amor.
Fique com alguém que não tenha dúvidas, fricotes, nem medo de se envolver, tão pouco dívidas afetivas com outro alguém, muito menos feridas abertas que você não será capaz de curar nem com extremo afinco e dedicação. Se o passado ainda o prende, o caminho será tortuoso demais para quem preza um futuro sereno e pleno.
Fique até mesmo com alguém que tenha um passado cheio de erros, mas sem nenhum fantasma. Que seja bem resolvido a ponto de te assumir! O amor é uma questão de atitude. Não adianta dizer que ama e não fazer nada de útil e intenso para construir uma relação duradoura e insubstituível.
Pessoas não devem ser descartáveis, devem ser interessantes e se fazerem presentes pra vida toda. Não sejamos só momentos passageiros na história um do outro, isso é fácil demais! Ser novidade é fácil demais. Difícil é ser interessante todos os dias por 50 anos, já pensou nisso?! Ser legal hoje é fácil demais, mas e amanhã? E quando as contas chegarem? E quando estiver doente, exausto e sem paciência? Só o amor constrói e une! A pessoa tem que querer fazer dar certo e resolver que não provocará traumas, que definitivamente não está ali para acender torturas emocionais nem para deixar sequelas irremediáveis. Cessemos as dores, o mundo já está cheio delas!
Nós nos apaixonamos perdidamente pela forma como nos tratam. E também nos desapaixonamos pelo mesmo motivo, com a mesma intensidade. Gosto à beça desse paradoxo. Cuide bem de quem só te quer bem! E deixe os outros, que por ventura aparecerem descompromissados, de lado.

Para o cotidiano, ajudas mútuas. Irmãos extendendo as mãos para quem puder alcançá-las… De humano em humano… Deus usa humanos para promover o bem em seu nome, em suas causas… Deus usa as Palavras dos pregadores para alcançar nossos corações com a consciência que precisamos… Não há o que Deus não possa fazer e/ou restaurar! Deus abençoa e provê!

Para o que parece impossível, só Deus! E às vezes Deus está escondido em um simples “Bom dia!” que você precisava ouvir, num conselho que não te negaram, num elogio que você não esperava ou numa repreensão que literalmente vai te salvar do mundo. Pequenos lembretes de que Deus está ali, trabalhando na sua vida, ainda que não possa enxergá-lo ou sentí-lo!

A humanidade espera pelo futuro. Mas Deus está no passado, presente e futuro! Nosso Pai é eterno e atemporal! Então, mais que uma esperança é ter a certeza de que nada foge da vontade do Pai! Com Ele, a luz resplandece! O bem sempre vencerá as trevas ainda que a realidade atual do mundo seja de conflito espiritual! 🙏🏻

(Aline Abdalah)

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📖 “Nunca paguem o mal com o mal. Pensem sempre em fazer o que é melhor aos olhos de todos. No que depender de vocês, vivam em paz com todos. Amados, nunca se vinguem; deixem que a ira de Deus se encarregue disso, pois assim dizem as Escrituras: “A vingança cabe a mim, eu lhes darei o troco, diz o Senhor”. Pelo contrário: “Se seu inimigo estiver com fome, dê-lhe de comer; se estiver com sede, dê-lhe de beber. Ao fazer isso, amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele”. Não deixem que o mal os vença, mas vençam o mal praticando o bem.”

‭‭(Romanos‬ ‭12‬:‭17‬-‭21‬ ‭NVT‬‬)

Quem parte, leva em segredo uma parte de nós; e essa parte se parte do nosso inteiro, tornando-se jamais acessível.

Quem é você? Diga logo que eu quero saber. Já passou o carnaval, tire a máscara social. Boi, boi, boi, boi da cara preta, tire essa menina que tem medo do capeta. Então você é isso, um rosto sem riso e se quer ser meu inimigo, junte suas armas inúteis, pois eu conheço seu calcanhar de Aquiles e não vou te polpar. Seus poemas de escarnio morrem ao virar a página e é perigoso a você achar que eu sou frágil. E se falo em solidão é porque no meu mundo não cabe seu jogo sujo, que quer me calar covardemente. Pegue seu capital cultural, e dele se desfaça, veremos que sobra uma farsa de um comediante sem graça. Eu nasci pobre e doente, mas não me tenho medo do seu ódio. Eu te amei de graça. Acertei no amor, só errei no alvo. Tire a máscara e mostre também sua fragilidade ou vai viver eternamente essa personalidade falsa, que em meio à sensibilidade deixa escapar cruel sua própria destrutividade. Você não vai me calar, nem a loucura me calou. Eu já sofri tortura. Você tem palco e aplausos, eu tenho uma pele marcada por violência. E você ainda acredita que pode me diminuir. Eu conheço a escola da rua e das grades, e nenhas não há consolo nem apoio. Apena uma instituição sem rosto. Meu sofrimento é a doença que sua soberba ignora. Não, não é serventia da casa, é um coração em brasa. Coma seus privilégios e deixe em paz meu vazio e minha solidão. Eu que te amei em vão, desconheço desilusão e tenho uma voz farta que não cabe na sua sala. Tire a máscara e fale olhando nos meus olhos, sei que vai se calar, pois quem é você sem palco? Sapo cururu na beira do rio, quando o sapo canta maninha, é porque tem frio. Gélido coração é o seu e se um dia você ganhou minha confiança, hoje perdeu minha esperança do ser que eu pensava que você era, em meu estado de primavera. Eu amo João, você ama Maria. Quadrilha. Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar. Não, não tire a máscara. Não quero ver seu rosto. Suba no palco com seu novo projeto. Eu te conheço no palco da vida. E você tem sido meu professor, me ensinando lentamente a te odiar. Mas vou simplesmente esquecer. Você passará. Mascarado passou. Meus versos continuarão se sei bem a pessoa que sou. A canou virou, quem deixou ela virar? Sou o avaro burguês que não soube remar. Tire de perto de mim a palavra amar. Eu não te odiar. Escreverei mil versos enquanto a vida for testemunha da minha existência. Eu sou resiliência calada. Essa é a serventia da casa. Meu peito, meu lar.

Quando se confia, abre-se a porta da alma; a decepção nasce quando quem entra não está à altura do lugar que recebeu.

Quem se permite adoecer por qualquer coisa, não se cura por coisa alguma. Mas, quem se permite curar-se por qualquer coisa, não adoece por coisa alguma.

Não adianta ficar fantasiando as coisas na cabeça, quem te quer não fica um dia sem falar com você só dando tempo e atenção pro contatinho e no outro dia te manda mensagem como se nada tivesse acontecido. Fica esperto, tem gente que se lambuza depois traz o resto pra você provar.
Espero ter ajudado.

Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.

Quem não ama receber um cafuné e um café na cama sem prévia combinação...

Gosto de quem sabe que a evolução é um caminho solitário, mas que fica muito mais interessante quando cruzamos com alguém que lê a vida na mesma frequência que a nossa."

Para mim, o ingrediente essencial de um bom filme é a capacidade de emocionar quem o assiste.

Você tem aquela liberdade rara de quem não busca se encaixar no mundo, mas sim construir um mundo onde a alma tenha espaço para crescer e os sentidos fiquem sempre aguçados.

A verdadeira coragem de vencer revela-se em quem aprende com as correções da vida e transforma o conhecimento académico e espiritual em movimento consciente da própria existência.