Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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⁠Tenho alguém que partiu,
e eu daria tudo na vida
para abraçá-lo novamente…

Inserida por camarapaulaana

Que hoje a vida me reserve pequenas surpresas para que eu não me esqueça de que o simples pode e deve ser uma das coisas mais incríveis da vida.

Inserida por ednafrigato

Sobre minha vida?
tenho um caso de amor..
Gosto dela.
Sobre a minha alma?
Mas em minha alma levo todos os
meus pertences..
O que não está aqui,
não me pertence!

..

Inserida por ssolsevilha

Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar,um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios.
(Em 'Antes do Nascer do Mundo')

Eu estava no meu décimo terceiro ano quando ouvi uma voz, de Deus, me ajudando a governar a minha conduta.

Eu, com minhas tendências bipolares, minha personalidade borderline; vivo num distúrbio caótico repetitivo, que insisti em me despersonalizar, me roubando de mim, sequestrando meus dias, deixando tudo padecer numa sequência de tédio, e minh'alma jazir num vazio crônico eterno.

A flor e o espinho

Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com a minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua
É no espelho que eu vejo a minha mágoa
É minha dor e os meus olhos rasos d'água
Eu na tua vida já fui uma flor
Hoje sou espinho em seu amor
Tire o seu sorriso do caminho
Que eu quero passar com minha dor
Hoje pra você eu sou espinho
Espinho não machuca a flor
Eu só errei quando juntei minh'alma à sua
O sol não pode viver perto da lua

Nelson Cavaquinho
A flor e o espinho, 1973.

Nota: Música composta por Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha.

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Eu aceito suas crises existenciais se você aceitar vez em quando minha ausência sem querer preenchê-la com outro par de pés. Eu sei que suas crises não são de culpa minha, mesmo que a ausência seja. Se compreendermos isso, teremos grande chance de olhar um para o outro com atenção e delicadeza. E ninguém terá que se perguntar quem sorriu, gostou, amou, ou se entregou primeiro. Descobriremos que amor não é sobre quem faz mais, e sim, quem faz. Que, quando entre dois corações existe sintonia, os atos destes só podem terminar em proporção.

Não confunda minha sinceridade com grosseria, falo o que eu penso e não aquilo que te agrada.

⁠Vocês podiam calar a boca. Eu tô tentando me afundar na minha sofrência aqui.

(Takemichi Hanagaki)

Sou uma mulher tentando proteger minha menina. Quando eu deixo ela sair e um babaca a magoa, minha menina chora e fica triste. Mas minha mulher só fica cada vez mais fria e calculista, esperando a hora de dar o troco. Já que não cuidou de mim, se cuida! Deixo avisado.

Eu sei que essa bagunça é culpa minha, e prometo que vou consertar isso, mas preciso de ajuda.

Minha timidez é estranha. Quando estou perto de pessoas que eu conheço, eu me divirto e enlouqueço como ninguém. Se eu estou perto de pessoas que eu não conheço, não me reconheço.

"Que eu tenha clareza nos olhos para enxergar quem merece ver a transparência da minha alma".

Eu nunca te disse isso, mas você sempre foi minha favorita.

Eu sou a pessoa que mais me ilude, isso que me assusta. Minha maior inimiga. Mas sendo assim, tem como eu me derrotar e continuar de pé ? Responda-me quem puder.

Se eu pudesse te apagar da minha mente, apagaria agora.

Desculpa, mas eu também sei ser rebelde, sei dizer não amargamente e manter a minha opinião, do meu jeito.Eu cheguei a conclusão de que eu não quero mais desabafar. Não precisa mais vir com esse ombro pra cima de mim. A maioria dos ombros que me são oferecidos, são falsos.
Vou ficar com meus textos. Eles não enchem o meu saco, não me julgam, não jogam na minha cara o que eu mesmo disse em um momento de puro impulso, eles não têm dedos, não apontariam minhas próprias palavras. Só se eu quiser – e eu não quero. Só se alguém fizer – e aí já não são só as minhas palavras.
Em todo esse meu lado sombrio e escuro, existe uma luz. Em toda essa minha bondade, existe uma sombra. E eu sou humana assim, feita de raiva, ódio, fúria. Feita de amor, de carinho, de colo e palavras doces. É assim que a gente se equilibra, só assim sou completa.

É a minha essência, não posso mudar.
Eu amo a liberdade, sentir o toque da brisa, o gosto suave da vida.
Sou sensível ao sorriso, à lágrima,
Sou sensível ao coração...
não posso negar,
não posso mudar...e não quero.
Se um dia for diferente, não mais serei eu...

Deus não precisa da minha oração. Sou eu quem preciso dela. A oração me aproxima de Deus, revela minha dependência, minha fome e sede por Sua vontade, seu Reino, sua pessoa. A oração muda principalmente a mim – minha visão de Deus, do próximo, das circunstâncias.
(Quando questionado sobre o por quê ele orava em favor de sua esposa com câncer)