Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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⁠No palco da dor
O coração é o protagonista
Minha mente é a antagonista
Meu sentimentos são os coadjuvantes

Não gosto de colocar nos outros a responsabilidade que é minha.

⁠Você é minha inspiração, você e minha trajetória se rumo à palavra não dita, palavra vazia, coração escuro e único caminho, seguir caminho, se direção, se rumo. Onde lágrimas caíram, nasceram esperanças.

Minha luta, não foi por ti, mas por nós. E então, tive que partir.

Shihan Cícero Melo - Hoshō Ryū Ninpo

Entre teorias e dúvidas humanas, minha fé descansa em silêncio: Deus não precisa ser explicado, apenas sentido, pois o reconheço no silêncio que me sustenta quando o mundo não sabe responder.

⁠Minha cabeça está em mil lugares agora por motivos que não consigo contar, mas meu coração continua exatamente onde estava: com você.

O céu hoje decidiu se demorar,
e nesse cinza que lá fora insiste,
minha mente encontrou o seu lugar:
a luz que em toda a sua calma existe.
Observo o mundo se lavar aos poucos,
enquanto admiro a alma que você tem.
Um coração que não se perde em jogos,
que só conhece o dom de fazer o bem.
É raro encontrar tamanha integridade,
alguém que faz da entrega o seu destino.
Sua bondade é a minha claridade,
meu porto seguro, meu norte e meu hino.
A chuva cai, mas o peito está aquecido,
pois ter você por perto é ter a paz.
Seu brilho é o presente mais bonito,
que o tempo guarda e o amor satisfaz

Minha mente é um campo de girassóis que, mesmo equivocada, continua buscando o sol

O Ponto Fixo do Trânsito


O Agora é a minha única morada, o ponto exato,
a quietude que o caos me permite reivindicar.
Se o defino, ele já é Presente-Passado,
a matéria de memória, a substância de tudo que o riso dos deuses levou.
Não é um vazio findo, mas o volume da minha história,
a textura viva da cicatriz que me torna necessário.
Mas o Agora é também, e sem trégua, Presente-Futuro,
a tensão que me impede o ócio inabitável.
É o vetor da força que move o Ser para o devaneio lúcido—
a criação de um paraíso possível,
mesmo quando a lucidez me diz que ele é breve.
Pois sei que as coisas transitam ao meu redor
e a minha perspectiva é o único centro real.
Se o mundo gira e a folha cai,
minha presença é o ângulo irrepetível
que dá forma e cor à velocidade do trânsito.
Os Deuses, lá no alto, podem rir da minha seriedade,
rindo da minha busca por um sentido,
zombando da pequena chama da minha vontade.
A gargalhada deles é a confirmação:
A vida é regida pela ironia lúdica, não pelo mérito.
Mas a síntese é a minha resposta:
Eu não preciso de um plano perfeito.
Eu sustento a minha existência apesar do riso,
criando o meu próprio éxtase no intervalo.
Eu sou necessário para completar a canção,
e mesmo sabendo que o futuro é incerto,
eu carrego a coragem indiferente de quem sabe:
O ato de estar aqui, no Ponto Exato do Agora,
já é o maior e mais belo de todos os propósitos.


⁠O tempo chamou-me para o amor,aprendi a compreender meus sentimentos. Entreguei meu Coração e minha alma a você; o amor que te ofereci, não encontrará em outra mulher. Cansei de te fazer entender! Cansei de lutar por atenções, você não sabe o verdadeiro significado de amar. Algum dia sentirás falta, e aí tarde demais será. Hoje direi adeus a tudo que vivemos, o passado não mais importa, apenas existirá amor,que o tempo não apaga, mas você não existirá nos meus pensamentos e nem nos meus sonhos. Mas permanecerá no meu coração pois foste o amor mais lindo e doce que um dia conheci.

⁠Meus olhos não consegue ver além do brilho do seu olhar. Coração no seu pulsar perturba minha mente, não podendo encontrar palavras certas ao expressar todo sentimento que transborda em meu ser. Noites sem sono minha alma caminha entre as estrelas procurando encontrar o caminho do seu coração. O amor nasceu, cresceu, vive intensamente em nós. Nos tornamos um único ser no universo.

Meu espírito,e minha alma glorificavam ti senhor; quão grandes é tu senhor meu Deus.

⁠Minha natureza imperfeita me faz o perfeito ser, pois minha maior força é reconhecer minha imperfeição.

SALVE MINHA TERRA!!

Tudo me faz lembrar!
O samba lembra o carnaval;
A chuva repentina, a roupa no varal;
A terra arada e a labuta do capiau.
E jamais hei de olvidar...
A mata e a moto serra;
Da poluição e o planeta Terra;
Nossos mártires ambientais e suas iníquas guerras...
Faço por lembrar!
Chico Mendes pelo Amazonas de meu Brasil;
Zé da Castanha e sua esposa Maria, mulher gentil;
Irmã Dorothy Stang, cheia de fé viril.
Fica para meditar!
O que vem engarrafada vinha da bica;
Do apanhar da árvore, dentro da lata na prateleira fica;
O verde da minha terra, só a bandeira identifica...

A CANÇÃO QUE NÃO É MINHA


Existe uma canção em mim,
Uma canção que não é minha.
Ela vaga imortal no meu inconsciente
E arrasta sensações de tempestade e calmaria.
Nas poucas vezes que estou lúcido,
Sou arrebatado de forma cálida.


Eu, que não sou um entusiasta do meu pessimismo provocado por ela, devo esclarecer: entenda, meu pessimismo é meu bom vivant; não é tristeza, desesperança ou solidão, é apenas solitude.


Entenda: meu pessimismo foi construído com bases fortes na canção entoada na alma.
O pessimismo é meu, e ele se agarra a mim como se eu fosse a última fronteira entre a esperança e o desânimo.


A canção continua tocando, cadenciada e ressoando no caminho da alma, um caminho tortuoso e sem fim!

DOS RUMOS DO MUNDO TRANSITÓRIO




Como hei de sustentar // minha alma corrompida?
Como hei de conseguir // avançar no meu tempo?
A alma está inquieta: // são tempos transitórios,
tempos muito mutáveis, // onde o mundo me convida
ao grande baile da vida, // em cenário que é tosco,
e que é impregnado // de falsos sofismas.
Eu desci alguns níveis // para tentar compreendê-lo,
e por fim senti // uma enorme compaixão.
Procurei um salvador, // mas o que eu vi foi
a luta de "Eu" // versus o mundo.
O mundo que eu vi // era uma terra arrasada;
não havia ternura // e o colorido era opaco.
Desviei o meu olhar // para a outra banda do mundo,
e vi o caminhar // de um velho sábio que dizia:
"Tudo é pura mudança: // o amor, a paixão,
a integridade // e tudo quanto se toca!"
Eu perguntei-lhe: // "E a essência dos homens?"
A resposta veio forte // como espada de dois gumes!
"A essência," disse ele, // "já vem de outros mundos!"
A turbulência em mim // aumentou e não pude
entender o mundo // das coisas ao meu redor.
Tudo é um cenário // de cartas já marcadas,
e também um teatro // que é simples e barato!
Mas eu segui o meu caminho. // Quem sabe o que virá
nestes novos tempos? // Tempos sombrios de luta,
onde quase tudo // é tão transitório e temporal!
Eu insisto no amor // e na essência do perdão,
pois o que resta é // aquietar a minha alma
e aguardar os tempos // que ainda são vindouros;
sem ter muitas expectativas // para não dar vazão
à negra desesperança. // Hei de combater
de maneira intrínseca, // e afastar o bem precioso
da Vida, com sua essência, // dos rumos deste Mundo
das coisas que transitam // ao redor dos meus passos!
E se eu vier a falhar, // ao menos tentei...

A CALIGRAFIA DO ESQUECIMENTO



​Sobre nós, nem mesmo a minha sombra que rasteja no chão sabe os versos que contávamos para o silêncio; e nem mesmo os lugares que guardamos na memória carregam lembranças sobre nós.


​Um dia fomos presença em nosso pequeno instante, e fomos o próprio presente do instante. E, mesmo que eterno, o tempo leva tudo ao esquecimento.


​Somos dois abismos no profundo de nossas memórias, memórias perdidas entre o real e as imaginações. Se um dia fui o herói nas tuas lendas ou o vilão na sombra das tuas lembranças, tudo o que posso esperar é a ausência de nunca saber.


​Sou a sobreposição da verdade que jamais compartilharemos. Em nossos pensamentos, os versos que contávamos se vão em direção ao esquecimento — a caligrafia apagando o que um dia fomos.


​Então, o último conto, um eco que retorna ao silêncio; e assim, restando em nós apenas a lenda, a verdade que jamais saberemos um do outro.

Lua
tão minha
tão sua
única
daqui
ou de acolá

O PRESENTE


Saudade dói, mas é em contraste com essa minha mais doce homenagem que a minha alma te constrói.


Hoje aquele silêncio gritou no meu peito, sem jeito percebi e o guardei com respeito.


Saudade dói, mas é em contraste com essa minha mais doce homenagem que a minha alma te constrói.


Lembranças doces, suaves, que repousam em várias imagens, seu afago tantas vezes me ofertado, hoje tenta preencher aquele vazio deixado.


E do amor que outrora despertou nesse peito apertado que hoje sofre nas minhas várias noites acordado.


Seguir em frente, te honrar em silêncio, assim valorizo nossos momentos, pois de tudo que restou, não foi só saudade, mas um amor que ainda bate, acompanhado da tua imagem.


Fostes embora, me desejastes ser forte, e assim estou seguindo em frente, lutando e com coragem, da tua partida que já nem faço mais contagem, os dias passam, mas para mim, as vezes parecem apenas miragens e um vislumbre do que seria a eternidade.


Sei que dai de cima me observa e deseja que siga bravamente, mas saiba que te amarei eternamente.

"O 'modo off' é o interruptor que desliga as expectativas alheias e liga a minha própria paz."