Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Como uma estrela que dança nua

No teu íntimo Universo,

Tenho o sublime compromisso

De ser explícito desejo,

Para ser consumido por você

Sempre que te der vontade.



Entre nós habita uma magia

No nosso exílio submerso,

Vive um precioso engajamento

De ser liberdade

Sem rotina e sem cobrança,

Para vivenciarmos a liberdade.



Sem reverso e com contentamento

De subverter nossas rotinas,

Temos o gosto até pelo perverso

Não temos limite e pudor,

Absortos em nossas magias

Para brindarmos a cada momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Obedeço com louvor

Sereno como um rio,

Assim te tenho amor.



Brindo com doçura

Carinhosa como água,

Que beija, rega e passa.



Temo não te rever mais

E perder das estações

A imagem que trouxe paz.



Canto a derradeira canção

De ninar a noite do meu bem,

Quem sabe um dia você vem?

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho uma canção, uma rota

E a carta náutica

Até para decifrar:

a rota que me leve

para viver e te reencontrar.



Talvez eu não consiga chegar,

- não me importa!

Eu não vou sossegar jamais!...



Porque talvez eu não transmita

- segurança

Através do meu jeito de calar

E de seguir em frente,

Neste mundo descontente.

Eu tenho um jeito de me expressar

- diferente

Talvez não me perceba assim,

Eu falo diferente sim;

De um jeito que jamais esquecerás de mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho o balanço das amendoeiras

(mãos extremamente macias),

Tempo para escrever poesias

(tenho muito o quê cultivar),

Tempo para ventar versos...,

(para espalhar o meu perfume)

E no teu íntimo penetrar.



Valsa em mim, não durma!

Balançam as amendoeiras,

Lá no meio da rua...,

Assim sendo infinitamente - tua,

Um acorde iluminado pela Lua

Ciente de que és o Sol e regente,

Das orquestras das orquídeas

Dos afetos sem perfídias,

Valsa em mim porque me toca

Algo mui sublime que plantaste

De tal forma que hoje rio à toa.



Tenho tempo porque tenho,

Tempo e o balanço

das amendoeiras,

O que há em mim,

tem tempo para tudo;

Tenho no pulso

O relógio do amor,

Para mim, o amor não passa

E não muda - nunca!



Brisa tão mansa,

Como a infância,

Doce esperança,

Mística cândida,

Sublime poética

De ser trigueira

E madrugadeira

Que balança

Como uma amendoeira.


A minha extravagância

Tão atemporal,

A minha loucura

Tão celestial,

Nascem do desafio

Tal como o vento

Cortante,

No oceano

A desafiá-lo,

Sou um mistério

Inteiro;

Nascido para te desatinar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho em mim

o frescor,

- está em mim

o odor

Bem nas minhas

pétalas

está escrita

a poesia de amor.



Tenho você em mim,

Por todas as manhãs

e tardes,

Pelas noites

e madrugadas...,

Tornei-me a safada

das safadas.



Maria sem vergonha

e despudorada,

Nasci assim: desavergonhada

Para ir

completamente além

E ser bem lembrada

como o teu bem.



Erótica sinestesia,

Eterna energia,

Pura poesia....

e emergência de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desta rua
de paz
inabalável
aqui tenho
o meu
nobre abrigo,
Temos um
endereço
invejável,
Brotam versos
de amor
e o desejo
incontido.

Porque sei
que ele virá,
mas nem
quando
e como virá.

E me orgulho
de estar em
companhia
diária de tão
bons vizinhos.

Enquanto
ele não vem,
tenho tempo
para sarar
a minha dor
e daqui enviar
todos os dias mil
versos de amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho na memória guardada,

Não há mais como dizer,

Talvez esteja sepultada,

Em terra longínqua,

Hei de um dia te contar,

Fizeram a gente esquecer,

Não é possível sequer falar.





Este poema é impublicável,

Mas é inevitável...

Ele fala de sobrevida,

Ele fala da Morte,

E da vida além da Morte.



Abraçando a lembrança,

Não há mais esperança,

Ylang-ylang é o teu perfume no ar,

Serena musa, não sei onde estás,

Talvez um dia você vai voltar,

Talvez pobre de você,

Algum dia o destino irá mostrar.





Esse poema não presta,

Eu deveria atirá-lo no lixo,

Ele não deu a cara a tapa,

Filho de alma covarde,

É quase uma denúncia...

Os ares e ‘as flores de abril’,

Uma música de Chico Buarque,

A imagem da mulher esfumaçada,

Talvez esteja desfigurada,

Teve a imagem desaparecida,

E alma roubada,

Não quero falar sobre mais nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A leveza dum suspiro

A saudade em flor

Assim vou vivendo

Escrevendo a saudade

Que tenho do teu amor



Nunca te deixei

Foi o vento que me levou

Porque tenho as asas leves

Como as asas do beija-flor



U’a ternura entregue

A saudade permanece

Assim vou te amando

Crendo que os arcanos

Por nós estão conspirando



Nunca te abandonei

Foi o destino que nos afastou

Desconfio que o meu amor era só

E só ele não te bastou



U’a história que não perece

A saudade não fenece

Assim ela vai vivendo

Certa que ela não fenece

Um sacrifício de amor, ela te pede.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho flores na fronte

Carrego você comigo,

De mim não te tiro;

O teu beijo é fonte

De toda a inspiração.

Só de te olhar,

Não resisto,

Quero te amar,

Insisto,

Não canso de esperar,

Suplico - e repito,

Como uma oração...



Tenho sabores na boca,

Todos em minha saliva,

Especiais para dois,

Esperando por ti,

Não me farei de esquiva,

Te olhei como quem solicita,

Aguardo você aqui,

Para experimentar,

Para apalpar,

Para acarinhar,

Para beijar,

Para o teu colo me dar.



A tua imagem é evocação

Do que é mais puro,

Do que é mais belo,

Do que há de mais fecundo,

Nunca vi nada igual

Nesse mundo és paraíso,

Um inacreditável feitiço;

Que rendido aos meus versos,

Tornou-se um menino levado,

Em meu peito abrigado,

Farei-te meu bem amado,

Completamente entregue à paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sigo no teu corpo

Suave é o teu balanço

Saber que te tenho

É um delicioso descanso



Beijo o teu beijo

Com delicioso jeito manso

Colo no teu colo

Danço do meu jeito

E você me bole do jeito que eu gosto



Roçaste o teu desejo

Provocaste um soneto

Outros mil ainda virão

Entregarei para ti o meu coração



Todos passam a ser um

Quando desabrocha a primavera

Seja no mar ou na serra

O coração sempre vira terra

Pronto para ser mais do que um



Oriental é a orientação

Vozes macias, - fino afeto

Homem e mulher que se apreciam

Seguem juntos muito além do sexo...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Resoluta do desejo de te amar,

Tenho medo de te decepcionar;

Procuras por meus mistérios,

mistérios não tenho para ofertar.



As vontades são amigas da poesia,

As saudades viram doces versos,

Um segundo sem a tua atenção:

é para mim um Universo...



Sou flor do campo, perfumada,

És doçura tremenda, alvorada;

Voo livremente com a passarada,

sonho ser para sempre a tua amada.



Fecho os olhos para te encontrar,

Só de nos imaginar: contorço-me

De loucura boa - coisa de moça;

Sou tua fera, mas também

sei ser super macia... [poesia]!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do despertar até ao sono,

E tenho nos embalado,

Colhas para ti

- a mais fina safra de beijos -

Não por impulso.



Faça um bom vinho,

E me recolha

No teu coração

Enamorado;

Sei que estás

Apaixonado.



O meu verso alexandrino

Toma conta intrépido,

Ele te faz a cada dia mais menino

Como um amanhecer

- lépido.



Sou o teu sorriso que não se contém,

Sei que podem nos julgar;

Não há o quê temer,

Nós nos queremos bem,

Juntos iremos muito além...

Inserida por anna_flavia_schmitt

É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração

Não sinto mais frio

Você me tem na sua mão

Faça o quê quiser comigo

Sou tua brisa perfumada

- e encantada...



É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração

Não corro mais perigo

Encontrei o meu abrigo

Tenho o seu coração

Morando nele

- estou protegida...



É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração

Ele nos aproxima

Sempre me manterei pequena

Para ser grande nos teus braços

A minh'alma nos serena

- nos determina ...



É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração

Eternamente enamorado

Ele nos encaixa,

e nos intensifica

Vou te provocando

com os meu versos de menina

Para sermos imensos

nos sentidos e delírios...



É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração

Guardo-o sob minha proteção

Perdoe-me por às vezes ser grande

E também por também muito insegura,

É o jeito que encontrei

de ser tua, e toda doçura...



É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração

Sob a guarda da paixão

Não sinto mais frio

Só sinto os carinhos

dos teus arrepios

Tenho a sua pulsação

- sou a dona do teu coração...



É um elogio ao inverno

Encontrei o meu dono

Tenho o seu coração, sou pura devoção

Vou te provocando silenciosamente com poesias

Sei com certeza que você sempre volta

Você pode me deixar falando sozinha

Mas nunca na condição de nunca

estar te amando sozinha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não tenho mais vontade de falar com ninguém, Só tenho vontade de escrever versos para você, Só para te trazer - e me endoidecer...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho que te confessar que a paixão chegou para ficar, Não vejo a hora de te abraçar, E ao pé do teu ouvido sussurrar que ainda vamos nos amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho alma de namorada, Respiro na intensidade que respira o amor, Vivo da vontade poética de fazer do teu coração a minha habitação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você cresce no peito com o tamanho da espera, Virás até o meu coração,tenho certeza, Virás com a vontade de morar em nós...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho praticamente certeza que o generoso Fundão Eleitoral vai passar, mas a única coisa que já era para ter sido feita era uma emenda constitucional para incluir o recall para trocar todos os parlamentares inúteis ao interesse público.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vivendo nesta Era
de um monstro
invisível e mortal,
Por ambição
tenho me feito
voz universal,
Mansa paragem
ensinando as vias
para a liberdade
mesmo longe
da tempestade.

Os flocos de gelo
próprios do tempo
nesta bela noite
nos cobrem como
se fossem uma
chuva de arroz
ao menos em sonho:
Para não deixar
o descaso roubar
a essência
e o quê me leva
a não desistir
rumo à felicidade.

Da felicidade que
eu hei de ter
em sua companhia
no deserto de sal
e que virá em breve
na próxima
Superlua de Neve;
Nós dois com direito
à paz sideral
e tudo aquilo
que a paixão atreve
e dois adultos
que se merecem.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não quero continuar
sendo a única garota
triste da cidade,
é por isso que tenho
buscado um modo
de superar o ego
a cada adversidade,...

Vivo com olhar no céu
para ver se encontro
o par de galáxias do teu,
e ligo o som da noite;

Porque espero
pela manhã de garoa
fina com o vento
balançando bambuzais,
árvores nativas,
plantação de eucaliptos,
e sem urgência nós dois
entre os abraços perfeitos,...

Algo diz que o amor
virá e surpreenderá
com decretos e partituras
cessando todas as buscas;

Na próxima noite de luar
que sozinha não vou estar,
porque estaremos sem
ampulheta e com direito
a dança do Universo,
porque teremos tempo.

Inserida por anna_flavia_schmitt