Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Como muitos com quem converso, tenho estado de luto pr este sonho louco de liberdade, e busquei consolo. Temos que "ficar humanos". Mas o poder das palavras, escritas ou verbalizadas não reside em si, mas na ação transformadora que elas invocam.
"Fique Humano"
Em tempos em que o amor e a compaixão universal são atos de rebelião, a nossa própria essência é colocada nua para o exame, insistindo na pergunta: o que significa ser humano?
Sendo humanos, nos foi confiada algo sagrado – a preservação de toda a vida.
Não olhe para onde esta nossa oferta, pois ela está contigo, por ti e com você.
É o humano em ti que te chama de "casa".
Responda!
Tenho sentido saudade,
saudade enorme,
feito a saudade do amor…
Hoje te disse saudade,
saudade de verdade,
saudade feito dor…
Mas ao ouvir o som da tua voz,
tive que me conter,
conter minha alegria…
Alegria de te ouvir,
alegria de sentir…
Tua presença…
Eu te amo,
Eu te amo,
Eu te amo…
E sinto saudade,
saudade de ti…
Saudade.
Dá-me uma chance,
diz que sim,
diz que sim….
Eu te amo…
Quem sabe te veja amanhã,
senão depois de amanhã…
Saudade…
~~ANJO ARREBATADOR~~
~~E COMO O AMOR ACONTECE~~
E como o amor acontece?
Tenho ouvido com tamanha insistência esta pergunta que admito, as vezes, sentir vontade de me arriscar numa resposta que comece desta forma: “Sabe, eu tenho lá minhas teses….”.
Para amigos e amigas mais próximos, gosto de contar como vejo o amor desabrochar. Alguns dão com os ombros, duvidando, com alguma razão, das minhas teorias e saem-se logo com um “Ih… psicólogo inventa cada coisa!” Outros, mais confiantes, prestam atenção e até procuram encontrar algum sentido no que digo. Mas, de maneira geral, o tema provoca interesse e, via de regra, muitos e mal-disfarçados suspiros.
De alguma forma, minhas teses são forjadas a partir das histórias que escuto, acompanho e vivencio. Pedacinhos roubados das narrativas alheias, e das minhas próprias vivências, que me ajudam a compor esta maravilhosa colcha de retalhos em que se constitui a magnífica e singular experiência humana.
Teço-a, portanto, com todo o carinho de que disponho e com extremo desvelo. Reconheço cada parte como fragmento expressivo de histórias, únicas e extraordinárias, que me são confiadas e das quais tiro o que de melhor posso captar no sentido de absorver e, lentamente, tentar compreender.
E, então, o amor acontece.
A cada instante e em todos os lugares. E se revela no olhar que dirigimos ao interlocutor interessado, na mão que estendemos para auxiliar a quem precisa atravessar um obstáculo real ou imaginário, no abraço apertado, no beijo e no contato afetuoso e amável.
Mas o amor, aquele indomável e magnífico sentimento raro, que nos faz acordar no meio da noite com vontade de conversar sobre coisas tolas só para sentir confirmada a existência daquele ser que, decididamente, tornou-se indispensável para a nossa antes tão solitária trajetória, esse amor só acontece quando estamos disponíveis para amar. Ou quando resolvemos abrir a pesada porta do quarto escuro por trás da qual se esconde o nosso medo de arriscar.
E aqui reside minha teoria central: a gente decide quando e como amar. E, não, não é o amor que determina quando nos capturar.
O que percebo, a todo momento e em cada lugar para onde me disponho a dirigir um olhar livre de julgamentos, é a sincera vontade de partilhar a vida, de seguir adiante junto de alguém significativo o bastante para merecer se aproximar daquilo que trazemos de mais valioso: nossa verdadeira história.
E não existem fórmulas seguras ou perfeitas para identificar quem, promissoramente, possua a chance de vir a ser um bom companheiro de viagem. Mas existe uma pista que, invariavelmente, nunca falha: ache uma pessoa com a qual você goste de conversar muito e a toda hora. Com quem dividir experiências seja a melhor parte do dia. Se, junto a ela, qualquer assunto vale a pena ser debatido, mesmo que partilhado de pontos de vistas muito diferentes, você tirou a sorte grande. Está diante de um grande parceiro de jornada.
Quando o ouvir e o falar forem experiências tão gratificantes como segurar mãos quentinhas no exato momento em que sente muito frio, então, você deve estar bem perto de alguém muito especial de verdade.
E se, depois de algum tempo de relacionamento (vivendo juntos ou em casas separadas), os problemas de seu parceiro já se incorporaram aos seus, tornando aquele monte de meu e seu em um simples e superlativo nosso, então este companheiro, definitivamente, já faz parte da sua vida. E você parte da dele.
Porque amar implica estar acessível para uma conjunta produção criativa, capaz da alquimia de transformar coisas velhas, recrudescidas e, aparentemente, imutáveis em algo potencialmente novo, original e surpreendente. O bom-amor transforma o amado e o amante e converte as pequenas experiências banais e cotidianas em grandes e inesquecíveis eventos.
Cada um entra com o que tem de melhor. Se eu toco violão e você canta, podemos compor uma bela canção. Se eu desenho e você escreve, posso ilustrar seu livro e você comentar o meu. Um olha para o outro com genuíno interesse, imaginando o que pode fazer para torná-lo mais feliz. Se antecipa, considera, ampara e cura as feridas. As diferenças, os inescapáveis conflitos, precisam ser tratados com carinho e, acima de tudo, honestidade. Não vale fingir que tolera, que compreende ou aceita. Não cabem deslealdades como não bancar brigas produtivas – sim, elas existem! E só podem ser travadas entre pessoas que mantêm laços de confiança e apreço. Parece difícil mas, quando existe o desejo sincero, essas coisas simplesmente fluem da intenção para o gesto. Daí, você sai do lugar-comum, onde todos somos números e meras presenças, para um lugar de destaque no centro da festa.
Deixamos de ser unos para nos tornarmos plurais. De monocromáticos passamos a reproduzir cores que antes não sabíamos possuir. E, com alegria, vemos nossa caixinha de lápis se encher de cor abandonando, finalmente, o preto e cinza que encobriam nossa solidão. De simples nos tornamos complexos e tudo ganha um gosto infinitamente melhor.
Uma vida, então, não vale a pena ser vivida se não experimentarmos a doçura e a maciez do contato amoroso. Único e perfeito posto que humano.
Então… que tal arranjar uma grande amor pra sua vida? Mesmo que dure só enquanto permaneça a chama do encanto? Ou que resista por séculos como contam as lendas?
Experimentar este bálsamo através de um ou de vários amores, pouco importa. O estado amoroso nos torna melhores e mais generosos. É um indiscutível e poderoso estímulo para nosso sistema imunológico. E torna a vida muito mais colorida e saborosa.
~~EDEMILSON RIBAS~~
Alguns escondem, tenho 70 anos, sou aposentado a 4 anos e alguns meses e por incrível possa parecer para algumas pessoas, trabalho numa empresa a mais de 7 anos, não tenho preguiça, comprometido, responsável, ético, respeitando sempre pelo que sou pago e acreditem, sonho alto muito alto, penso como a águia, sempre olhando de cima em busca de algo, tenho expectativa de vida e aconselho, jamais seja um pardal. Por isso, não desista de nada, quer melhorar de vida, trabalhe duro, noutro dia trabalhe novamente, esqueça as coisas fáceis, promessas, continue trabalhando, depois me conta como está sua vida.
Sou exemplo? sou nada,não sou exemplo pra ninguém, cheio de defeitos apenas cumpro com meus compromissos com responsabilidade, vivo a vida da melhor forma possível.
Lembrando, gosto muito de um choppinho e balada é pessoal, sou baladeiro.
Tenho um buraco negro...que as vezes fica pintado de vermelho.
CADÊ os dedos?
Tenho me ouvida-do.
Encontrei algo agradável, pra ser complementado.
Tenho raiva de contas e impostos para pagar. Sempre tem alguém ou algo para levar o tão suado dinheiro dos meus dias.
Tenho inspiração nos momentos mais estranhos possíveis, como por exemplo, no trânsito, Iniciando um atendimento, na hora que vou fazer algum trabalho... parece que a inspiração gosta de me ver ocupada.
Não tenho problema com orgulho, nem vaidade alguma para dizer que te quero de volta. Porém, você não aprenderia nada na vida se eu assim fizesse. Continuaria sofrendo de mau caráter e de ego inflado. É uma lição e tanto para você que dói principalmente em mim.
Muitas vezes tenho muitas coisas para dizer, mas verifico que a pessoa não tem maturidade suficiente para recebê-las.
Não me dê dinheiro. Tenho pão e água para sobreviver.
Dê-me uma ideia que me faça pensar porque preciso existir.
tenho a certeza que os consumidores precisam de atitudes corretas
e muitas vezes somos obrigados a deparar com soluções.
Trilho esse caminho, pois foi ao qual escolhi e ao qual fui escolhido, talvez pensai-vos que tenho pouco, mas dentre poucos sei dar o devido valor ao pouco que tenho.
Rauan de Santana Rosa
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