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Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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"Se tudo o que tenho é tempo, a eternidade não é suficiente"

Não tenho medo da morte, tenho medo do que mata dolorosamente."

Que terríveis são os dias que não tenho teu olhar vindo de encontro ao meu, pra diminuir os meus problemas.

Tenho lutado contra princípios e padrões que a anos embalaram meu cérebro no saco de petisco...

Tenho muitos homens aos meus pés, entretanto não possuo nenhum em minhas mãos

Tenho aqui 20 centímetros de puro prazer ... uma bela barra de chocolate ao leite.

Tenho cultivado dessas felicidades sem hora marcada, que não avisam da chegada e se esquecem de propósito da hora da partida.

Esses dias cinzas vão ser recompensados. Tenho certeza.
É normal crise de choro à toa né? Não dá pra ser mulher-maravilha todo dia.
Tchau, e como diz meu amado Chico "amanhã vai ser outro dia!" Tenho fé. Fé e amigos... quer dupla mais infalível?

Não concorro ao cargo de Miss Simpatia, por isso não tenho a menor intenção de agradar a todos, custe o que custar. Quando agrado, não preciso me justificar! E quando preciso, não faço muito esforço, pois bem sei que quem não me suporta faria de tudo para me contrariar novamente, de novo e sempre. Se quiser minha amizade: Valorize! Se quiser minha confiança: Retribua! E se quiser meu amor: Lute!

As Pessoas Costumam Me Julgar Como Fraco, Antes Mesmo de Conhecer a Força Que Tenho.

Não tenho nenhuma pretensão em ser uma pessoa formal, levanto de madrugada para comer azeitonas, não sigo padrões, meu humor é ofensivo, faço Tattoo nas minhas Barbie's uma delas tem o cabelo Undercut de cor verde de autoria minha, eu me canso de mim mesma, não sou adepta de religiões acredito que "Religião" é dos Homens, e a " Fé " é de Deus.
Durmo na vertical, com um cachorro de pelúcia "Nina" se ela cai no chão acordo, sou viciada em Coca-Cola, tenho picos de abstinência.
Minha alma é tão livre quanto posso imaginar, gosto de jogar o cigarro pela janela só pra vê-lo cair. Falo com meu gato, danço " Billy Idol " com meu cachorro não me importo se pareço uma louca é apenas o amor que explode quando olhos em seus olhos .
E para completar não sei que tipo de pessoa eu sou, só estou tentando acertar não tenho medo de arriscar ou me arrepender

-Você está sempre tão calada, porque?
-Não tenho nada para dizer apenas.
-Nunca?
-As vezes tenho.
-E porque não diz?
-E alguém se importaria?

Amor que lhe juro
Não é o lugar nem o momento,
Mas não consigo conter, tenho que escrever o que está em meus pensamentos,
Eu temo que você não creia, mas acredite ele é puro.
Já corre por minhas veias o amor que lhe juro!

Não quero saber de problemas já tenho muitos;
Quero saber de Paz talvez amor e as amizades são frutos.''

Prepare-se, pois o pior está para vir. Meu motivo é absurdo: não tenho motivo. Um dia acordei e percebi que minha vida era perfeita. Tudo o que eu queria, com seis anos, tinha conseguido. Descobri que a perfeição é uma situação incômoda. Fiquei inquieta. O que fazer quando tudo está numa boa... quando tudo é o que você quer? Tenho um lar perfeito... uma carreira, um filho talentoso... um marido que estimula meu corpo e minha alma todos os dias. Não queria mais nada. Não querer, deixou-me vazia. Queria querer de novo. Assim, fui procurar. E achei. Pois o que eu quero agora... é recuperar tudo o que perdi.

Preciso tomar ar, fingir que sou normal e tenho um profundo interesse pelas pessoas e acontecimentos culturais e todas essas estonteantes possibilidades urbanas.

O que tenho aprendido nesses longos anos através do Judô,é que nada sei,sinceramente nada sei.

Medo de Tudo


"Tenho visto tanta gente com medo
Medo de amar
Medo de se arriscar
Medo de dizer: te amo.
Medo de sair a rua
Medo de uma guerra nuclear
Medo de a água doce acabar
Medo de usar o orkut
Medo de perder o emprego
Tanto medo, que eu chego a pensar:

O que vale mais?Esquecer o medo e viver, ou se esconder de tudo e padecer, como se o mal que tanto temes, já tivesse lhe tirado, todo o prazer de viver?" (J.Ruy)

Tenho cautela, com pessoas que riem de tudo! Podem ser imunes a azia, porém em sua grande maioria, experts na hipocrisia!!

Barrow-on-Furness

I
Sou vil, sou reles, como toda a gente
Não tenho ideais, mas não os tem ninguém.
Quem diz que os tem é como eu, mas mente.
Quem diz que busca é porque não os tem.
É com a imaginação que eu amo o bem.
Meu baixo ser porém não mo consente.
Passo, fantasma do meu ser presente,
Ébrio, por intervalos, de um Além.

Como todos não creio no que creio.
Talvez possa morrer por esse ideal.
Mas, enquanto não morro, falo c leio.

Justificar-me? Sou quem todos são...
Modificar-me? Para meu igual?...
— Acaba lá com isso, ó coração!

II
Deuses, forças, almas de ciência ou fé,
Eh! Tanta explicação que nada explica!
Estou sentado no cais, numa barrica,
E não compreendo mais do que de pé.
Por que o havia de compreender?
Pois sim, mas também por que o não havia?
Águia do rio, correndo suja e fria,
Eu passo como tu, sem mais valer...

Ó universo, novelo emaranhado,
Que paciência de dedos de quem pensa
Em outras cousa te põe separado?

Deixa de ser novelo o que nos fica...
A que brincar? Ao amor?, à indif'rença?
Por mim, só me levanto da barrica.

III
Corre, raio de rio, e leva ao mar
A minha indiferença subjetiva!
Qual "leva ao mar"! Tua presença esquiva
Que tem comigo e com o meu pensar?
Lesma de sorte! Vivo a cavalgar
A sombra de um jumento. A vida viva
Vive a dar nomes ao que não se ativa,
Morre a pôr etiquetas ao grande ar...

Escancarado Furness, mais três dias
Te, aturarei, pobre engenheiro preso
A sucessibilíssimas vistorias...

Depois, ir-me-ei embora, eu e o desprezo
(E tu irás do mesmo modo que ias),
Qualquer, na gare, de cigarro aceso...

IV
Conclusão a sucata! ... Fiz o cálculo,
Saiu-me certo, fui elogiado...
Meu coração é um enorme estrado
Onde se expõe um pequeno animálculo
A microscópio de desilusões
Findei, prolixo nas minúcias fúteis...
Minhas conclusões Dráticas, inúteis...
Minhas conclusões teóricas, confusões...

Que teorias há para quem sente
o cérebro quebrar-se, como um dente
Dum pente de mendigo que emigrou?

Fecho o caderno dos apontamentos
E faço riscos moles e cinzentos
Nas costas do envelope do que sou ...

V
Há quanto tempo, Portugal, há quanto
Vivemos separados! Ah, mas a alma,
Esta alma incerta, nunca forte ou calma,
Não se distrai de ti, nem bem nem tanto.
Sonho, histérico oculto, um vão recanto...
O rio Furness, que é o que aqui banha,
Só ironicamente me acompanha,
Que estou parado e ele correndo tanto ...

Tanto? Sim, tanto relativamente...
Arre, acabemos com as distinções,
As subtilezas, o interstício, o entre,
A metafísica das sensações —

Acabemos com isto e tudo mais ...
Ah, que ânsia humana de ser rio ou cais!