Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Não basta fingir que não a vejo, não basta fingir não a quero, não basta mais esconder, tenho que expor seja por meio de palavras não ditas a você diretamente mais jogado aos céus.
Não me falta tempo para conhecer pessoas novas; Só acho isso desnecessário, o que já tenho me basta.
Para você acabaram as palavras
Não tenho mais nada a te dizer, minhas palavras acabaram...
Você me fez sofrer, mas do que eu possa crer...
Não tenho mais palavras,
por isso remeto-me ao silêncio
dos meus dias...
Calaram-se todas,
deixando-me nesta masmorra
triste, porque ainda amo você.
Mas o vazio por não te-lo dói-me na alma.
Abro a boca para falar
mas o som é mudo...
e sofre ante a minha impotência.
Não consigo mais falar nada pra você,
! Quero gritar e não posso!
Minhas palavras não saem quando chego perto de você,
Palavras estão prisioneiras na minha mente,
incontactáveis, sem futuro, sem presente.
Acabaram as palavras todas,
as de amor e as de dor,
as de jubilo e as de raiva.
Silenciaram-se,
emudeceram
prisioneiras em mim.
Os sentimentos remetidos ao silêncio
são vazios opressores
que doem na garganta.
Acabaram todas as palavras que eu poderia te dizer, agora colocarei você no inconciente do meu cerébro, e o meu coração terá respeitar minha decisão!
Sem você
Carinhos que não tenho mais
Carícias que não sinto mais
Essa solidão que me assola
Sinto-me como em um cais
Será que viverei sempre assim
Sempre assim sem você
Assim sempre a esperar-te
A esperar-te prá que?
Pois sei que não me amas
Sei que não voltarás
E eu cá com minha solidão
Hei de me virar
Não se pode esperar o que não vem
Não se pode forçar um sentimento
Deve-se deixar fluir
Caso contrário, é só lamento
Oh! Não mais lamentações
Tentarei trilhar-me sem resquícios teus
Pois não nascemos juntos
E você. Já me disse: Adeus.
Sou grande porque Deus quer assim, não tenho que ficar com pensamentos de derrota e nem permitir que pessoas que não sabem o que querem da vida tentem abalar a minha fé, as minhas convicções. Não há mais tempo para se perder.
''Tenho sede de conhecimento, de liberdade, de entretenimento, de justiça, de amor.. Me recuso a viver na agoniante monotonicidade. Me Disponho a viver novas experiências. De gostar das coisas simples, de nem sempre querer descobrir as coisas latentes.. Sempre permitir-se sentir um mistério..''
Posso não ser Deus pra ver tudo o que andam falando de mim por ai, mas tenho cérebro e penso longe, sou determinado nas minhas atitudes
Tenho a finalidade de conscientizar o ser humano sobre a verdadeira realidade, que é a impericilidade do bem - pois o mal sendo sua ausência, é impossivel querer viver indefinidamente nele, que constitui na oposição à existência.
E nas pedras que tenho catado do mar, sonho em construir um castelo; e quando enfim encontrar meu príncipe, em suas mãos entregarei tal sonho e direi que em minha história sempre existiu um conto de fadas, só me faltava encontrar a verdadeira razão de vivê-la.
Saudade é um mistério que tenho tentado desvendar da maneira mais crítica e racional possível. Com lágrimas, tenho acomodado um coração cheio de lembranças e momentos verdadeiramente inesquecíveis.
Há noites que fico o tempo todo sonhando. Mas em muitas delas não tenho nem um sonho sequer. Já vi mendigos passando fome e não fiz nada, já ajudei muitos que passavam fome de comida e não apenas de comida. Me lembro de colegas com dificuldade em matérias onde me empenhei para ajudá los, mas já fingi não ver esses colegas. Dialoguei com amigos que precisavam, já me enganei falando que o problema de muitos amigos não era o meu. Marquei gols com um parceiro livre do lado, mas perdi o dobro por não tocar a bola pra esses parceiros. Gritei o nome de amigos no meio da rua, mas já me fingi de surdo quando os mesmos amigos me gritavam. Fiquei muito tempo depois da aula pra aprender algo, mas também fugi de aulas importantíssimas. Fingi saber menos pra que as pessoas se sentissem melhor do meu lado, já me transformei no egoísta que sabe de tudo. Já tive romances maravilhosos, já chorei por não ter tido esses romances. Tirei fotos com um falso sorriso escancarado, já dei sorrisos que nem mostravam os dentes, mas era puros e nunca saíram em fotos. Já disse " Eu te amo" esperando ouvir a mesma coisa, já fui surpreendido por escutar o mesmo " Eu te amo" sem dizer uma única palavra seque. Enfim como todos neste mundo já fiz coisas admiráveis, em contrapartida já fiz coisas detestáveis as quais eu poderia ter evitado. Enquanto muitos visam o equilíbrio emocional...outros se preocupam apenas com o ciclo diário de emoções. No fundo Deus não se importa com o número, a quantidade de coisas que fazemos, o que realmente importa é a quantidade de "Amor" que colocamos naquilo que fazemos, em uma conversa, um abraço, um sorriso, as atitudes, as palavras em tudo na vida toda...
“Nossa historia acabou não tenho nada mais a falar com você... A única palavra que tenho agora para lhe falar é adeus."
Tenho uma certa dificuldade de entender que as coisas mudam, as pessoas mudam, os sentimentos mudam; mas quando se trata de nós, só o que deveria mudar eram os nossos sobrenomes.
MÃE - UM POEMA DE SAUDADE.
Não tenho mãe, quem me dera
Pudesse ter a ventura
De numa vida futura,
Ter outra vez Dna. Vera.
I
Eu não queria fazer um poema de saudade,
É que saudade é solidão presente,
Tampouco relembrar momentos de felicidade,
Nem gestos de mágica ternura...
Antes, eu queria tê-los novamente,
Guardados para sempre aqui comigo...
Ah! Que bom abrir os olhos
E ter o sorriso que me iluminava nas manhãs,
Estender a mão em busca da mão amiga
E encontrá-la...
Por isso,
Eu não queria fazer um poema de saudade...
Poema que meus olhos molhados
Quase não me deixam escrever,
Mas que o meu coração de poeta
E filho que ficou, escreve pra você,
Como último adeus e homenagem...
As horas continuam a se suceder
E só o velho relógio de parede as registra...
Nada é mais como antes,
E eu nunca serei como antes ,
Sem a presença daquela que amei, amo e amarei...
Não importa...
II
Recordações afloram à minha mente,
O lugar no sofá da sala está vazio,
O meu coração está vazio...
Não ouço mais a mesma voz que me repreendia
Pelas coisas erradas que fazia,
Nem aquela voz que carinhosamente
Me despertava com um “Bom dia!”...
Minh’alma morreu um pouco...
Eu morri um pouco!
A ausência de você é chaga que tortura...
Nem o Sol, embora claro o dia,
Consegue iluminar o negror
Da minha noite escura...
Hoje, eu vou conseguir,
Não obstante as lágrimas que teimam
em se fazer presentes
e a tristeza que agora me acompanha,
fazer o poema que sempre quis pra você,
Nem que seja, ainda que tarde,
Um poema de saudade...
EMILIO CARLOS ALVES
Enviado por EMILIO CARLOS ALVES em 14/01/2008
Reeditado em 14/01/2008
Código do texto: T817319
Quero vencer e não desisto, mesmo que para isso seja preciso abrir mão do que tenho para correr pelo "impossível". Pode até ser dito como "impossível", mas para mim será possível. Tantos “impossíveis” tornaram-se possíveis, tudo porque alguém acreditou que erra possível.
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