Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
A vida é linda, complicada e nunca ocorre como o planejado. E a verdade é que não tenho ideia do que o futuro guarda pra mim. Mas eu sei que amor de verdade é escolher a pessoa a vida toda… todo dia. Começo, meio e fim.
Tento controla todos os monstros que tem dentro de mim no qual não tenho tempo mais de controla o dos outros.
Derrepente a vida me fez um convite -Venha comigo!
Tenho pouco tempo pra arrumar meus sentimentos. Colocar no coração apenas o essencial, sentimentos verdadeiros e que de tão simples, leves.
A condição pra esta incrível viagem é deixar pra tras todo o peso dos erros e da culpa que enfraquece.
Preciso ser livre pra seguir a vida
Só tenho a agradecer a Deus por toda a sorte e livramento que ele me deu durante todo esse tempo de vida.
Estamos em uma linha da vida
em que não sabemos o nosso destino.
Mas tenho certeza absoluta que é
Seguir em frente!
Olho para o mundo e tenho medo dele. Acho que no fundo tenho medo da felicidade ou ela de mim. Sempre que estou muito feliz fico desconfiada. Desconfio secretamente e vou-me afastando para que ela não acabe por si só. Prefiro eu correr dela, assim não corro o risco da felicidade me deixar.
Fico em silêncio por um longo tempo e procuro saber o valor dele. Há tantas coisas que eu queria escrever, mas, não posso. As palavras me deixam com medo, por isso fico calada. Há tantas coisas que nunca escrevi e que morrerão comigo. Este silêncio é a minha garantia. Dentro dele está o meu EU gritante.
Quero explodir para que as palavras se libertem. Seria uma loucura as palavras soltas por aí. Ninguém entenderia nada, porque elas se misturariam. Às vezes quero a verdade outras vezes o oposto dela me alimenta. O cotidiano me mata de tédio, por isso me reservo e escrevo.
A vida é tão passageira! É como um sopro. Sopramos e ela se vai. Não entendemos nada da vida e isso me deixa angustiada. Pensar que a vida é um sopro, logo vem à minha mente uma bolha de sabão solta no ar. Tocamos nela e ela explode.
Ficam no ar apenas pedacinhos que vão se desintegrando um a um. Assim imagino o sopro da vida. Uma película muito fina, quase invisível, transparente, brilhante com multicores como se fosse um arco-íris. Duram apenas alguns segundos e explodem.
São os segundos mais belos que nossos olhos já fotografaram e guardaram na gaveta do tempo. Assim é o sopro da vida. Simples, intenso e belo. Se deixarmos passar em branco ele se vai sem deixar nenhum vestígio.
Na vida só tenho pressa na pista de alta velocidade.
Não tem como apreciar uma taça de vinho em um quarto a meia-luz, o toque dos lábios ao se encontrarem, muito menos aquele olhar que no meio do silêncio consegue expressar mil palavras.
Hoje sou mais ser;
Quero mais é compreender;
Que a vida não é só ter;
E não é só enxergar, tenho que realmente ver;
Dialogar e não gritar e de mansinho cada palavra dizer;
Entender que ser razão nem sempre me traz prazer;
Ter gratidão é sempre o meu dever;
A boa ação, procuro todos os dias fazer;
Pois o que me resgata de verdade; é saber viver;
O que me torna sábio é entender;
Que o amor é a fonte inesgotável de todo florescer.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Quando conheço alguém muito inteligente e com muita experiencia de vida, não tenho inveja não, procuro aprender o máximo com essa pessoa.
A inveja é a própria decadência, o indivíduo invejoso nunca vai sair da mediocridade.
Muitos que tenho visto virar "zen", "naturalistas", "espiritualistas" não conseguem, contudo, virar simples altruístas nem melhorar de verdade.
Hoje ao acordar agradeci a Deus por tudo que tenho e
também pelas coisas que ainda não possuo.
pessoas que ainda permanecem em minha vida,
coisas que ainda me apego.
A vida é difícil de ser entendida pois a felicidade é difícil de ser explicada.
(Gil Macedo)
Muitas vezes, não sei o que quero, a única certeza que tenho é que NÃO QUERO passar por esta vida, sem aprender!
Sem aprender a re-aprender, sem aprender a esquecer, sem aprender a desaprender!
Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.
Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.
A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.
Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.
Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.
Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.
E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?
Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.
Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?
Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.
Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.
Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.
Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.
Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?
A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.
- Tenho vários motivos para não me preocupar com algumas coisas que me sobre-vem. Passei por muitas coisas, e quando vejo algumas acontecerem novamente, sorriu, e digo: - Há problema; eu te conheço, e já passei por você no caminho; você não me afeta mais!
- Na escola da vida já passei: Pelo maternal, pelo primário, alfabetização, fundamental, ensino médio, e agora estou fazendo faculdade. Não tenho todas as experiências da vida, mas coleciono algumas que me tornaram mais forte, e que não me abalam mais.
- Por isso hoje em dia, não me preocupo com muitas coisas; deixo tudo nas mãos do meu Senhor; pois sei que ele resolve por mim, aquilo que não posso resolver; A minha vida está nas mãos de Deus! Não me abalo com palavras, com empurrões, com graças, com afrontas, com pedradas, e nem com difamações.
- As vezes até tentam testar minha paciência, meu caráter, minha personalidade, pra ver se realmente sou como realmente digo que sou; Mas cá pra nós... Só Deus conhece o meu deitar e o meu levantar, de perto Ele me conhece, e sabe todos os meus pensamentos! Se algo acontece em minha vida, glórias a Deus por isso; e se não acontece... digo o mesmo:
- Glórias a Deus! Porque Ele só tem o melhor para mim, e para a vida daqueles que quiser fazer o melhor. Então, não tenho pressa para nada, não estou preocupado com nada. E digo mais: A vida é muito bela para ser vivida na presença do GRANDE. Creio na minha vitória, e na vitória de muitos... E não irei me abalar com situações, e não desejo que ninguém se abale também.
- Estou bastante feliz, pois tenho um Deus que cuida de mim; e quem pensar que vai me ver arrastando pelo chão e que vai lhe ver da mesma forma; irá ficar arrasado quando ver o que Deus irá fazer! Tem muitas pessoas que precisam aprender sobre a vida; Ainda estão no primário, achando que sabem muito! Papai do céu é um ótimo professor, e não tem coisa melhor, do que aprender com Ele! Dedico esta mensagem a todos que gostam de mim de verdade, e aos que não gostam também. Deus é fiel, e só faz o melhor. Obrigado Jesus!
“ Não posso qualificar opiniões, nem me abster dos fatos, mas de uma coisa tenho certeza, nesta vida ninguém pertence a ninguém. ”
Há certas pessoas
Que gostam de humilhar
Com violência os outros
Tenho pena delas
São uns infelizes.🍂
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