Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
SAUDADES DA ROÇA
E nos caminhos quebrados do meu tempo,
a roça fiz de lamento, as mãos que espocavam
ao tocar o cabo da enxada, mesmo assim aprendi
tanto, lá não se precisava de caderno ou lápis
os ensinamentos do campo, fazem com que
se valorizem as matas, as águas, a Natureza em si...
O respeito ao homem...Eu montado ali no cara branca,
um boi Zebu valente, de raça, carregava parte da colheita.
E a noite chorava, o cansaço era visível, o corpo dolorido
se encaixava no estrado da cama, dormia como nem eu imaginava, sonhava...E no outro dia ao nascer do Sol, lá estava eu novamente, caminhava para a roça que me chamava, o aprendizado continuava...
Sabia? Que mesmo assim sinto saudades...
Nem imaginava, aquela vida me encantava!
muitas vezes meus pensamentos são saudades,
outras vezes sentimentos e em alguns instantes apenas um pensamento.
Saudades....
Saudades das nossas conversas,
Do teu cheiro suave e sublime,
Fico aqui com a mente imersa,
De um passado que me exprime.
Exprime àquelas doces lembranças,
Que nos teus colos ficava à sonhar,
Quantas vontades tenho de ser criança,
Só para o prazer de ao teu lado estar.
Quanta falta você me faz,
Quão vazio ficou meu coração,
Sei que o futuro nada traz,
Apenas,sombras da recriação.
Recriarei a imagem de uma rainha,
De um ser doce e angelical,
Do meu amor da minha mãezinha,
Deixaste um legado universal.
Quantos sonhos eu quis,
Pra poder revê-la de novo,
Sou apenas um órfão aprendiz,
Que traz em si,o DNA desse povo.
Te amar é o meu egoísmo,
Te esquecer?Não existe,é só uma ilusão,
Sou grato,pelo teu idealismo,
Te amo sem limites e noção.
Vou seguir o meu caminho, nessa forma inversa,
Acreditando que o melhor, ainda está por vir,
Viver intensamente, o tempo que me resta,
Com a esperança, de um dia ao teu lado, de novo sorrir....
Lourival Alves
Saudades do tempo, dos velhos momentos,
Dos anos passados que foram com o vento,
Sorrisos, lembranças, belos sentimentos,
De transformações e de renascimentos,
Praias, viagens pela madrugada,
Nossa rotina era o pé na estrada
ESPERANÇA (soneto)
Saudades de ti, me vem com ternura
Teu nome, ao amor, não é indiferente
Entre o poetar, e nos versos murmura
Recordação, nos suspiros, de repente!
Longe de ti, o pranto, mísero, tortura
Essa solidão, que geme tristemente
Mas, as alegrias vividas, porventura
Abalança o tormento, tão presente
Nesse amargo sofrer, o teu nome
A florescer na secura do cerrado
No peito o saudosar, me consome
Ao evocá-lo... agridoce atmosfera
Que no desejo é mais que desejado
E, na inspiração... ainda te espera!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31/01/2020, 07’03” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Noite fria, coração apertado
Aí que saudades do
Meu amado, que foi embora
Sem me dar um abraço.
Dia longo, mente cansada
Aí que dor saber que
Estou longe de você
Que me faz sorrir, ate o amanhecer.
Dia triste, mente a milhão
Será que entendes que és
Tu a minha razão?
Razão para continuar.
Saudades do meu pai
Que vôo para longe de mim
Além do horizonte, mas
Mesmo de longe me faz sorrir.
SAUDADE EM PROSA (soneto)
As saudades lá se foram, respingadas
Lá pelo tempo... outra estória e verso
Mesmo assim na memória ficou imerso
Depois de tantas dores, tantas paradas
E o que assemelhava um conto de fadas
Tornou-se à emoção um trovar perverso
E no destino toda um argueiro disperso
De espinhos, nas lembranças poetadas
Então vi, que não adianta de ela fugir
Não tem nenhum contento, ao poeta
Se existe saudade, com ela deve-se ir
Embeber-se! uma estratégica solução
E, tê-la como coautora em sua meta
Pois, sempre a terá na prosa do coração....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/02/2020, 11’40” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
amores marcados, que fingem apagados
amores impossíveis de esquecimentos
ah, essas saudades de você !
saudades segredadas nos abraços furtivos
dos amantes eternos. (I
Brindemos por este magnífico dia que se despede para deixar muitas saudades.
Nossa fé que estava perdendo as cores nos surpreendeu novamente.
Que a GRATIDÃO seja expressa com toda sua glória.
E que nosso Criador nos perdoe pelas hesitações passageiras nesta fé.
(Teorilang)
Pequenos traços de saudade.
Autor: Ederson Silva.
Olhos cheios de saudades, vento a tocar minha pele,
espelhos da vida a passar imagens já esquecidas.
A lágrima teimosa a ir de encontro ao chão,
somente a solidão me faz companhia.
Pequenos traços de saudade,
que insiste a mendigar sentimentos de cada momento.
No fundo portas retratos que contam a nossa história,
um cinzeiro a elevar uma fumaça de cigarro das companhias de noites frias.
Versos sendo compostos para disfarçar minha memória;
fecho os olhos e sinto sua presença.
Você sussurra em meu ouvido,
a música que fazia parte de nossa trilha sonora.
Me vejo e não reconheço, um suspiro no fundo;
Acordo, era apenas um sonho...
SAUDADE...
Sim, nossa alma sente saudades…
Às vezes do colo que protegia e nos acalentava na infância, do frio na barriga das paixões da adolescência, dos mimos dos avós que se foram. Ah saudade!
Você é o trem de regresso aos tempos que não voltam mais. É a ponte que nos liga aos momentos mais felizes de nossa existência.
Você nos faz votar a momentos em que queríamos que parasse de contar o tempo.
►Saudades
Às vezes se torna um conto cômico
Se lembrar de alguém que não irá voltar
Acaba por se transformar em algo momentâneo
Assim como um beijo que jamais voltarei a sentir
Aqueles lábios macios que jamais irei usufruir
Curvas que minhas mãos nunca mais poderão conduzir
Tudo o que resta é um pobre coração infeliz.
E, em demasiada expectativa
O abandono me deixou em profunda agonia
E, talvez sem um bilhete ou recado,
Aquela tristeza que eu julgava ter superado
Hoje está aqui, bem do meu lado
Sussurrando palavras que provocam lágrimas
Lágrimas em depressão, vazias, sem bela emoção
Debulhando-me, recordo outros contos, que pensava serem eternos
Assim como aquela frágil pétala,
Que prometera ficar comigo em inverno, e que se fora bem antes
Agora me vejo em péssimo semblante
Implorando que, em misericórdia, eu tenha mais uma chance
Peço apenas mais uma, desejando ardentemente um único romance.
A caneta começará a se revoltar
Em versos e páginas eu a abuso, sem parar
Sem folga, sem férias, noites a madrugar
Mas, ela sabe que, se eu a soltar
Eu irei me afogar, em mares sem horizonte
Mas deixarei no sótão este ser repugnante.
Não há saudades eternas, quando em nós existe a firme certeza que um dia iremos reencontrar aqueles que foram antes de nós.
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