Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Minha solidão é marinha, um velho lobo em seu mar.

“Você chegou.
Te reconheci.
Já havia estado ali.
Você minha certeza.
Logo te gostei.
Beijei sua face.
Ate sentirmos.
O amor mais puro”

⁠Prefiro morrer tendo falado a minha maneira do que falar da sua maneira e viver.

Sócrates
PLATÃO. Apologia de Sócrates.

Só te esquecerei
Quando o véu da morte cobrir meus olhos,
E de minha sepultura nascerá um cravo branco
Escrito em letras de sangue ...
Ainda TE AMO !

"O meu coração não é de pedra.
Mas, a minha cabeça é dura sim!"
☆Haredita Angel

Quando a alma chora

"Há dias em que minha alma só enxerga escuridão, tudo parece estar nebuloso, sem nenhum raio de luz.
São dias como esse que a alma chora, não há palavras ou gestos que possa modificar a dor que sinto.
Nesses momentos busco por alguma força que me ajude a passar por esse sofrimento.
Tento me fazer de forte, mas por dentro minha alma chora desconsolada, só se sabe a essência dessa dor quem já passou.
É uma dor sem tamanho, é ferida que sangra lentamente drenando a alegria, injetando na alma uma saudade sei lá do que ou de quem.
A alma chora tentando sobreviver as lembranças esquecidas de algo que ficou no passado.
Tenho a sensação de estar sempre recomeçando, parece que algo foi arrancado de mim bruscamente sem nenhuma explicação.
Minha alma chora solitária, sem que ninguém me ouça.
São nessas horas sombrias e tristes que minha alma espera por um novo amanhecer, onde o choro possa ser amenizado dando trégua ao sofrimento."
(Roseane Rodrigues)

Não sei fingir. Abraço minhas vontades, mesmo que a minha cara fique roxa de tanto apanhar.

Crie um gato! Você terá sete vidas pra cuidar e com certeza vai esquecer da minha.

Sofrer é passado. Hoje é assim: minha felicidade primeiro, suas decepções depois.

Um dia manchei-me de amarelo
em um girassol
e restou-me pólen em minha boca
daí que minha palavra é germinal.

CUBO DE GELO
Dia após dia, durante anos, aquela foi minha rotina. E até hoje me pergunto: como é possível?
Levantar ir ao trabalho. Bem, eu acordo cedo, eu gosto. Seis em ponto estou pronto. Café tomado, estômago vazio. De fato prefiro mesmo tomar café no trabalho, mas pela manhã, em casa, vai bem. Pois bem, dia após dia os ônibus cheios, pessoas, carros, espelhos. Tudo tão calmo e ao mesmo tempo é desespero. Movimento com o passar dos postes diante do meu pensar distante e desinteressante, observado de canto a canto, de sereno a delirante. Uma senhora que olha e disfarça. Olho para o relógio, perto de chegar, mais um sinaleiro. Olho para trás, procuro me posicionar, posição de saída. As portas se abrem, desço. Saio por primeiro. Passo após passo pela calçada em preto e branco, os prédios, as praças, os pombos. Ah, um dia frio faz mesmo observar. Os passos parecem desacelerar, enquanto o relógio derrete o tempo. Ora, só preciso chegar! Pois tenho tempo! Estou a voltar, novamente vejo as cenas, o ônibus, os postes, a senhora que me olha com desejo, quero dizer: disfarça! Eu vejo. Como é possível? Novamente paro, penso! As pessoas em câmera lenta, e eu: desespero? Ah, esse eu neste cubo de gelo, que segredo deste olhar a delirar... Só um olhar a delirar. Será mesmo? Passam-me uma a uma – as pessoas, sim, as pessoas – e eu a perguntar: e o meu tempo? Devagar! Devo chegar, distancio-me. Dias frios fazem mesmo observar. Rio, porque em vez de ir adiante, estou indo para trás. Como é possível? Novamente, tenso, penso: dia frio faz mesmo observar. Suores na testa e como suo neste cubo de gelo. Ah, que segredo, apenas meu olhar a delirar. Nem pergunto. Mas será mesmo? Os ternos, as saias, o vento. Estala os dedos a velha senhora naquele bar. Como eu posso escutar? A brasa a queimar no cigarro do mendigo. As luvas sujas, os trajes, um pão mordido, pego sobre luvas sem dedos, e no braço uma coberta a arrastar. Novamente lembro! Preciso chegar! Eu tenho tempo, devo me lembrar! O sono vem me incomodar. Minha inquietude posta em cheque, posição: sentido! Resolvo parar! Como é possível? Sigo o caminho e isso pode ser muito... Ah, deixa pra lá. Observo idéias em linha reticente, tudo devagar de dentro de um cubo de gelo. Meu tempo! É mesmo, um dia frio faz mesmo observar.

A maioria das pessoas costuma fazer piada com a cara das outras. Prefiro tirar sarro da minha própria. Isso é ser um pouco menos desagradavel.

O espetáculo deve continuar! Por dentro, o meu coração está se partindo... Minha maquiagem está derretendo... mas o meu sorriso... permanece!

A minha visão tem sido sempre o de ser uma luz positiva. Uma simples vitória está sendo capaz de me inspirar.

Deuses do lodo ou da lama!


Abaixo minha cabeça, cubro com as mão
o meu rosto, e choro;
É um pranto silencioso, onde ás lágrimas
não escorrem, vago entre meditações cruciantes.
Penso que somos bons ou parecemos bons,
Enquanto não nos assaltam a tentação a,
impiedade em nossa viagem pelos caminhos da vida.
Somos Deuses do lodo ou da lama não importa!
Somos Deuses mas, tanto sofrimento me arrojara a tantas plagas.
Meu olhar vivaz cansados de errar de sofrer sofrer,
me perco no fundo do oceano de minhas recordações, dos meus martírios Vejo uma alma alanceada por duras amargurosas, provações.

Débitos tormentoso em meu destino
Como uma fera mortalmente ferida. Minha cabeça tomba para o lado vergavando-me,
as pernas arrasto-me até a minha cama e lá...
minha cabeça pendera para o lado para nunca mais ergue-la.

Sem dúvida foi um sonho curioso, minha querida; agora vá correndo tomar o se chá, está ficando tarde.

Você não sabe meu nome, você não sabe minha história, então não me julgue.

Não se pode enlouquecer por todos os loucos, e esse mundo não é digno de minha lucidez. E é persistindo na diferença de quem sou e de como escrevo, que acabarei me tornando sábio. Talvez como Quintana que disse "... A poesia é uma loucura lúcida”. E existe um prazer em viver fora da normalidade, no movimento dos dedos sobre o papel, na beleza de cair e levantar. Ninguém quer aplaudir, todos querem vaiar. Somente um louco me entenderá, todos querem saber, mas minha insanidade não permite explicar.

⁠Quero que saiba que vou te amar
Pra mim você é como minha música favorita
Vive sempre nos meus pensamentos
Você é uma melodia perfeita
Cada nota tocada é amais pura perfeição.

...quando voltei percebi que não era mais o mesmo, mais que todos a minha volta ainda pensão que sou...