Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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3764 😄 Sinceramente? Ser "Influenciado" por alguém numa Rede Social indica que Eu sou (ou Alguém é) Tolo ou Incauto e que vivo (vive) no Mundo da Lua? Pode ser isso?

3775 ⛲ Se eu não citar a fonte do que publicamente afirmo, sem dúvida é porque esqueci ou porque "A Fonte sou Eu ou C'est Moi" , parecido com a declaração dita ou não dita por aquele Rei de França, quando se referiu ao Estado.
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Fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/L'%C3%89tat,_c'est_moi

⁠Quantos Sonos eu deixei de dormir com medo do Sono Profundo me abraçar e alguém Precisar de mim?


Há pessoas que passam a vida em estado de vigília.


Não necessariamente só porque sofram de insônia, mas porque carregam a estranha sensação de que descansar é um luxo muito perigoso.


Vivem acreditando que, se baixarem a guarda por alguns instantes, algo dará errado, alguém chamará por socorro ou uma responsabilidade inesperada baterá à porta.


É curioso como o Amor, o Dever e o Medo podem vestir a mesma roupa.


Quem ama, cuida.


Quem é responsável se faz presente.


Mas, quando o medo de falhar se torna maior do que a necessidade de repousar, o cuidado deixa de ser virtude e passa a ser prisão.


O Sono Profundo simboliza muito mais do que o descanso do corpo.


Ele representa a confiança de que o mundo continuará girando mesmo sem o nosso controle.


Dormir é um ato silencioso de entrega.


É reconhecer que nem tudo depende de nós e que há batalhas que precisam esperar, sim, pelo amanhecer.


Quantas noites foram roubadas por preocupações que jamais se concretizaram?!?


Quantas madrugadas foram preenchidas por cenários imaginários, enquanto a vida seguia seu curso sem exigir a nossa vigilância permanente?


Talvez a maturidade também consista em aprender que estar disponível não significa estar esgotado.


Quem nunca descansa acaba oferecendo aos outros apenas os restos da própria força, da própria existência.


E ninguém sustenta uma luz acesa para sempre sem, um dia, ver a chama enfraquecer.


Permita-se dormir em paz.


Se alguém realmente precisar de você, que o encontre inteiro, renovado e capaz de estender a mão com serenidade.


Porque há um Tempo para Velar, mas também há um Tempo Sagrado para fechar os olhos, confiar e simplesmente Descansar.

⁠Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.


É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence.


Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo.


Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários.


Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.


Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…


Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional.


Significa calcular riscos.


Medir palavras.


Avisar amigas.


Compartilhar localização em tempo real.


Trocar fechaduras.


Pedir medida protetiva — ou que finge ser.


Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.


E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”.


Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada.


Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.


A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição.


Ensina posse disfarçada de amor.


Controle disfarçado de cuidado.


Ciúme tratado como intensidade emocional.


E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.


Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.


Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural.


Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.


Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.

⁠Talvez, se eu não tivesse cerrado meus ouvidos para as Arquibancadas, a Arena tivesse me Sucumbido.


Há momentos em que sobreviver exige uma espécie de surdez voluntária.


Não porque toda voz externa seja inútil, mas porque, quando estamos no centro da arena, há sempre quem torça pela nossa queda, quem exija espetáculo, quem confunda coragem com imprudência e quem, protegido pela distância, tenha certeza de como deveríamos lutar.


Às vezes, as arquibancadas são muito barulhentas.


Julgam sem carregar o peso da espada, aconselham sem sentir o golpe e comemoram tanto a vitória quanto a derrota — desde que o espetáculo continue.


Aprendi, então, que nem toda voz merece chegar até nós.


Algumas palavras esclarecem; outras apenas confundem.


Algumas críticas nos aperfeiçoam; outras pretendem apenas nos diminuir.


E há aquelas que parecem preocupação, mas são somente a expectativa de assistir ao nosso fracasso de um lugar confortável.


Cerrar os ouvidos, nesse sentido, não foi covardia.


Foi preservar dentro de mim um espaço onde ainda fosse possível ouvir a própria consciência.


Porque a arena não destrói apenas quem perde.


Às vezes, ela sucumbe quem passa tempo demais tentando corresponder aos gritos das arquibancadas.


No fim, talvez maturidade seja justamente isso: saber quando escutar, saber quando responder e, sobretudo, saber quando permanecer em silêncio — não por falta de argumentos, mas porque algumas batalhas terminam no instante em que deixamos de lutar para convencer quem já decidiu o que quer enxergar.


E talvez eu só tenha conseguido atravessar a arena porque, em algum momento, compreendi que o que gira em torno da minha vida não precisava ser um espetáculo para ninguém.

⁠Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.


Toda ação ou reação tem uma história…


Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.


Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção.


Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”?


Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.


E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.


Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar.


Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado.


Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.


Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram.


Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.


A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu.


Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir.


Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.


Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento.


Acolher antes de interpretar.


Escutar antes de explicar.


E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.


Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.


As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.

⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.


Há dias em que o céu parece ter desaprendido a se colorir.


12 de julho de 2026 que o diga!?!


O tempo pesa sobre os ombros, o silêncio faz muito mais barulho do que as palavras, e a alma caminha devagar para não tropeçar nas próprias saudades.


Nesses dias, a memória pode ser uma prisão… ou até um refúgio.


É curioso como a vida nos ensina que não são os dias difíceis que nos sustentam, mas as marcas coloridas e luminosas que o amor espalhado deixou em nós antes que a tempestade chegasse.


Um abraço sincero, um olhar que acolheu sem julgamentos, uma conversa que devolveu esperança, um sorriso que fez o coração acreditar mais uma vez.


São essas lembranças que continuam acesas quando tudo ao redor parece escurecer ou acinzentar.


As pessoas que passam por nossa história não levam apenas sua presença quando partem.


Algumas deixam sementes de eternidade.


Permanecem vivas em pequenos gestos que repetimos, em palavras que ecoam em nós e na força inexplicável que encontramos justamente quando imaginávamos não ter mais nenhuma.


Talvez seja esse o verdadeiro milagre das relações: transformar momentos passageiros em luz permanente.


Porque o amor, quando é verdadeiro, não depende da proximidade para existir.


Ele se instala na memória, colore os dias mais opacos e faz da saudade uma prova de que fomos profundamente tocados.


Que nunca subestimemos o bem que fazemos na vida de alguém.


Um gesto de carinho pode tornar-se a lembrança que sustentará um coração em seus dias mais cinzentos.


E talvez jamais saibamos que fomos a cor que impediu alguém de desistir da beleza da vida.


No fim, descobrimos que viver não é colecionar dias perfeitos, mas guardar lembranças tão intensamente iluminadas que possam suplantar qualquer sombra.


Afinal, quando a esperança parece distante, são as divinas lembranças coloridas que nos lembram que a luz nunca deixou de existir — ela apenas encontrou um lugar seguro em nós.

⁠Se eu não tivesse cerrado meus ouvidos aos que não se atreveram a ir além das arquibancadas, talvez não tivesse sido exitoso na arena.


Existe um tipo de crítica que nasce da experiência, da boa intenção e do desejo sincero de contribuir.


Essa merece ser ouvida!?!


Mas há outra, muito mais comum, que vem daqueles que nunca aceitaram o desafio de entrar em campo.


Pessoas que observam de longe, analisam sem riscos e julgam sem se importar com consequências.


É confortável opinar quando não se carrega o peso da decisão.


Quem está na arena conhece o preço de cada tentativa.


Sabe que a vitória não elimina o medo, apenas demonstra que ele não foi suficiente para impedir o passo seguinte.


Também sabe que o fracasso não é um certificado de incompetência, mas uma possibilidade inevitável para quem escolheu agir em vez de apenas bisbilhotar.


Muitas oportunidades são desperdiçadas porque damos às vozes da arquibancada a mesma autoridade de quem (com)partilha o combate.


Permitimos que o ceticismo alheio se transforme em limite pessoal.


Esquecemos que quem nunca enfrentou a batalha dificilmente compreenderá o valor das cicatrizes.


Silenciar certas opiniões não é arrogância; é discernimento.


Nem toda voz merece ocupar espaço na nossa consciência.


Há momentos em que proteger a própria convicção é uma necessidade, não um capricho.


O êxito muito raramente pertence a quem agradou a plateia.


Geralmente pertence a quem suportou as vaias, ignorou os palpites vazios e permaneceu concentrado no propósito.


Porque, no fim das contas, a arena recompensa a coragem de quem entra para lutar, não a eloquência de quem escolheu permanecer sentado na zona confortável das arquibancadas.

Eu já fui torcedor fanático por futebol. Até que percebi que quando meu time perdia, os jogadores perdiam uma partida e eu perdia o sono. Essa percepção mudou minha forma de assistir às partidas da vida. Hoje não desperdiço meu sono com o que não vale um bocejo. Não é sobre futebol..."
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

Se sou lúcido, aí é que sou louco. Lúcido, eu vejo... Louco, descrevo tudo o que vejo, escrevo...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

E quando os braços da noite me envolvem... Eu sou enamorado da lua, admirador das estrelas, amante... De mim mesmo. Com o que sou, e com o que penso. Em algum lugar... Alguém, eu sei que tem...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Acho que louco é quem dá ouvidos às loucuras que escuta... E pior: escreve. Eu estou rindo de mim mesmo.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

⁠É quando a noite cai,
que eu me levanto,
para tecer meus planos
e realizar meus encantos.
E assim tem sido,
há milhares de anos,
desde que mergulhei em mim,
este profundo oceano.

⁠Eu sou o tipo de mulher que corre com os lobos, que anseia pelo novo,que desbrava os mistérios da vida, que abraça a sua natureza mais primitiva.

⁠Eu gosto de você, mas gosto mais de mim sem você.

Eu gosto de gente que quer, com força e pra ontem!

Sobre a Eucaristia / Santa Ceia do Senhor nas igrejas cristãs, eu acredito que após a oração e consagração o pão e o vinho se torna algo santo.

BRASIL. Eu já fui muito patriota, mas, infelizmente, nosso País tem políticos corruptos que são condenados, depois absolvidos e voltam à Brasília, há uma justiça injusta, criminalidade protegida ao invés de combatida, impostos acima do normal, um salário mínimo abaixo de R$ 3000

O teu olhar de primavera me hipnotiza,
tal qual o sol que o Médio Vale do Itajaí acaricia.
Eu encaro as rotas deste vale com magia,
sem desviar, mas com um sorriso enigmático,
enquanto os dedos do vento tocam nos fios
do meu cabelo: volto a olhar para a estrada.


Pelo ciclo, assumo que estou apaixonada
e decido seguir rumo à querida Rodeio.
Subi a aposta e passei a te notar com outro olhar;
não é segredo que penso nisso o dia inteiro.

“⁠Filho eu poderia ter com qualquer mulher.
Agora não é qualquer mulher que eu teria meu filho.”

Guilherme Pereira