Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida

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Tenho sofrido em silêncio tentando esquecer a falta que teu amor me faz.⁠

Tenho você em meus sonhos, em meus pensamentos, você está tão perto mas, não posso te tocar.

Sobre adicionar e remover

Tenho tentado não agir por impulso. E vejo com clareza, após pensar, repensar e estudar os vários ângulos possíveis de uma situação, o que devo remover e acrescentar na minha vida. Infelizmente, isto também inclui pessoas. E pessoas que, em determinado momento, tiveram uma importância primordial na minha existência. Mas eu mudei, elas mudaram. E não foram apenas as idiossincrasias que nos afastaram, mas simplesmente, ter valores que não se casavam mais, desconfortos maiores que alegrias, disputas estéreis, uma necessidade insaciável de despertar emoções negativas, e um vácuo enorme onde havia abraço. Onde havia amor (?).
Não foi fácil, não tem sido, mas tenho me sentido mais coerente com as coisas que me propus a viver. Com as coisas que eu tenho para dar e derramar. Com o espaço que abro para o tipo de relações de trocas reais, de afetos sinceros, de atitudes maduras, de comportamentos honestos. Não quero amar apenas quem é amorável, quero amar quem merece ser amado. Por causa e apesar de. E eu brindo o que é recíproco mesmo que não seja idílico. Tenho plena consciência de que na diferença que o Outro me traz é que aprendo, mas que venha com transparência. Eu prezo pessoas de verdade, estas me são caras. Os fakes eu respeito e deixo que sigam. Não há problema nenhum em nada e ninguém, desde que eu saiba que sobre a minha vida, a mim me cabem as escolhas. E eu dou o meu melhor e mereço receber o melhor também.
E todo este meu trabalho interno poderia ser resumido assim: eu quero crescer para mim mesma.

Sou quem sou. Não tenho inveja nem a ilusão.
Apenas sou a sobrevivente encarando os problemas.
Faça o melhor para si. Não estou disposta á disputar sua beleza é sua integridade

Tenho de aprender a respirar o ar que já não partilhamos.

Tenho trabalhado tanto, mas penso sempre em você. Mais de tardezinha que de manhã, mais naqueles dias que parecem poeira assentada aos poucos e com mais força enquanto a noite avança. Não são pensamentos escuros, embora noturnos. Tão transparentes que até parecem de vidro, vidro tão fino que, quando penso mais forte, parece que vai ficar assim clack! e quebrar em cacos, o pensamento que penso de você. Se não dormisse cedo nem estivesse quase sempre cansado, acho que esses pensamentos quase doeriam e fariam clack! de madrugada e eu me veria catando cacos de vidro entre os lençóis. Brilham, na palma da minha mão. Num deles, tem uma borboleta de asa rasgada. Noutro, um barco confundido com a linha do horizonte, onde também tem uma ilha. Não, não: acho que a ilha mora num caquinho só dela. Noutro, um punhal de jade. Coisas assim, algumas ferem, mesmo essas que são bonitas. Parecem filme, livro, quadro. Não doem porque não ameaçam. Nada que eu penso de você ameaça. Durmo cedo, nunca quebra.

Daí penso coisas bobas quando, sentado na janela do ônibus, depois de trabalhar o dia inteiro, encosto a cabeça na vidraça, deixo a paisagem correr, e penso demais em você. Quando não encontro lugar para sentar, o que é mais freqüente, e me deixava irritado, descobri um jeito engraçado de, mesmo assim, continuar pensando em você. Me seguro naquela barra de ferro, olho através das janelas que, nessa posição, só deixam ver metade do corpo das pessoas pelas calçadas, e procuro nos pés daquelas aqueles que poderiam ser os seus. (A teus pés, lembro.). E fico tão embalado que chego a me curvar, certo que são mesmo os seus pés parados em alguma parada, alguma esquina. Nunca vejo você - seria, seriam? Boas e bobas, são as coisas todas que penso quando penso em você. Assim: de repente ao dobrar uma esquina dou de cara com você que me prega um susto de mentirinha como aqueles que as crianças pregam umas nas outras. Finjo que me assusto, você me abraça e vamos tomar um sorvete, suco de abacaxi com hortelã ou comer salada de frutas em qualquer lugar. Assim: estou pensando em você e o telefone toca e corta o meu pensamento e do outro lado do fio você me diz: estou pensando tanto em você. Digo eu também, mas não sei o que falamos em seguida porque ficamos meio encabulados, a gente tem muito pudor de parecer ridículos melosos piegas bregas românticos pueris banais. Mas no que eu penso, penso também que somos meio tudo isso, não tem jeito, é tudo que vamos dizendo, quando falamos no meu pensamento, é frágil como a voz de Olívia Byington cantando Villa-Lobos, mais perto de Mozart que de Wagner, mais Chagal que Van Gogh, mais Jarmush que Win Wenders, mais Cecília Meireles que Nelson Rodrigues.

Tenho trabalhado tanto, por isso mesmo talvez ando pensando assim em você. Brotam espaços azuis quando penso. No meu pensamento, você nunca me critica por eu ser um pouco tolo, meio melodramático, e penso então tule nuvem castelo seda perfume brisa turquesa vime. E deito a cabeça no seu colo ou você deita a cabeça no meu, tanto faz, e ficamos tanto tempo assim que a terra treme e vulcões explodem e pestes se alastram e nós nem percebemos, no umbigo do universo. Você toca minha mão, eu toco na sua.

Demora tanto que só depois de passarem três mil dias consigo olhar bem dentro dos seus olhos e é então feito mergulhar numas águas verdes tão cristalinas que têm algas na superfície ressaltadas contra a areia branca do fundo. Aqualouco, encontro pérolas. Sei que é meio idiota, mas gosto de pensar desse jeito, e se estou em pé no ônibus solto um pouco as mãos daquela barra de ferro para meu corpo balançar como se estivesse a bordo de um navio ou de você. Fecho os olhos, faz tanto bem, você não sabe. Suspiro tanto quando penso em você, chorar só choro às vezes, e é tão freqüente. Caminho mais devagar, certo que na próxima esquina, quem sabe. Não tenho tido muito tempo ultimamente, mas penso tanto em você que na hora de dormir vezemquando até sorrio e fico passando a ponta do meu dedo no lóbulo da sua orelha e repito repito em voz baixa te amo tanto dorme com os anjos. Mas depois sou eu quem dorme e sonha, sonho com os anjos. Nuvens, espaços azuis, pérolas no fundo do mar. Clack! como se fosse verdade, um beijo.

T enho algo a dizer
E spero qeu goste

A gora tenho q falar
M as estou com vergonha
O lhe cada letra

Qual o maior motivo que tenho para mim amar tanto a ponto de levantar todos os dias cedo e, treinar, conquistar,realizar meus sonhos? O motivo maior sou eu, eu sou meu maior motivo.
Ai sim posso transmitir um pouco do meu amor para as pessoas e armazenar muito amor em estoque.

Portanto a idade que tenho agora, ou que tinha naquele sábado, deveria ser exatamente o dobro da idade contada a partir daquela perda. E de alguma forma, por ser justamente naquele sábado de chuva, em novembro, na tarde, essa perda — ou partida, ou ausência, ou separação, ou como queiram chamá-la — atingia seu justo dobro.

Desisto. Essa é a palavra na qual mais tenho medo, sempre aconselho todos a nunca falarem, mas sempre chega uma hora que eu tenho que dizê-la.

Penso...
...Que te irrito muito
...Que te faço sofrer
...Que te prendo
...Que tenho medo de te perder
...Que vai embora
...Que irás me deixar
...Que durara para sempre
...Mas, antes de pensar tudo isto:
Penso em te amar

Tenho andado distraída. Impaciente e indecisa. E ainda estou confusa. Só que agora é diferente: Estou tão tranquila e tão contente.

Amar o homem real

Não tenho nenhuma vontade de apaziguar vocês com palavras falsas, ocas e sem valor exortando vocês a amar a humanidade.

As assim chamadas religiões disseram essas coisas a vocês por gerações. Estou aqui para estimulá-los a amar o homem real, para amar seus companheiros — não a humanidade, mas o homem que vive e trabalha junto a você.

Humanidade é apenas uma palavra; humanidade é apenas um rótulo. Você não pode encontrar a humanidade em lugar nenhum. E, assim, a humanidade é fácil de amar porque a única coisa que você tem que fazer é declamar alguns chavões.

Osho, em "The Long and The Short and The All

Fim do jogo, mas não do campeonato...
Sei que posso ganhar... Ainda tenho uma chance.
Tenho uma estratégia de jogo, um lance perfeito...
O lance que me leve para a final.
Você também o tem... Sempre teve.
É só usá-lo. Não tem segredo.
Seja o que você é. Nada mais.
Não faça caras para agradar os outros...
Sorria mais... Sei que você consegue...
Sempre conseguiu.
Ria, chore, faça o que tem vontade.
Faça da vida um momento único e especial.
Marcante.
Se emocione com uma demonstração de amor.
Sim. Pois ele, o amor, não é fácil de encontrar.
E muito menos de conseguir...
Seja paciente. O que é seu, de verdade, não se vai.
Tenha força de vontade. Pois, você só conseguirá algo
por seus próprios méritos. E não pelos outros.
E acima de tudo, ACREDITE, pois só acreditando
Você consegue o que quer. Faça por onde merecer,
Que a vida se encarrega do resto.

Assim, estou orando, mesmo sem saber como orar. Descanso, mesmo quando me sinto impaciente; tenho paz quando estou sendo tentado; sinto-me seguro em meio à ansiedade; cercado de uma nuvem de luz, mesmo quando estou no meio das trevas; em amor, enquanto ainda tenho dúvidas.

Tenho pena dos que não arriscam, dos que se contentam com o morno.. Aproveitam, se aventuram, deixem a vida mais animada, mais balançada, dá uma acelerada.. Vida parada, não tem graça!!

Esta gatinha aqui tem garras, e não tenho medo de usá-las.

Wandinha (série)
1ª temporada, episódio 1.

É dizer: "- não tenho nada contra o candomblé, mas..."

Sempre existe o "mas", para mostrar que a pessoa tem algo contra!

º Não tenho inimigas... Mas sim concorrência, que gostariam de ser igual a mim º

Dependendo da semana, tenho de uma a cinco consultas. Psicólogo? Consultório? Que nada, apenas coloco duas de minhas muitas personalidades - e olha que não sou geminiana - pra conversar. A Camille madura, séria, racional - típica psicóloga - e a Camille sentimental, turbilhão de emoções, muitas vezes infantil e sonhadora, precisando de alguém que traga seus pés ao chão. E ainda é de graça.

Mas aconselho todos a fazerem isso: procurar um canto que gostem, confortável, colocar uma boa música, talvez até um bom cheiro, e começar a conversar com si próprio. Melhor que muita análise por aí.

Quando falamos em voz alta tudo que nos incomoda - ainda que para nós mesmos, somente - o problema vai diminuindo, se dissolvendo, as vezes até some de vez. E com isso, ainda não corremos o risco de magoar outra pessoa em um ato impensado. Palavras podem doer mais que gestos, mas se agredirmos a nós mesmos, o perdão vem fácil. O esquecimento também.

Ah, como eu adoro ser a psicóloga de mim mesma, me conhecer mais e melhor a cada “sessão”. Isso tem feito eu me amar, me respeitar e me admirar mais do que nunca.

Tenho me aceitado melhor; e com isso, venho conseguindo demonstrar aos outros quem eu realmente sou, do que eu realmente gosto, sem me preocupar com julgamentos, dedos apontados e etc.

Aprendi a ver que se libertar de pudores, regras rígidas de comportamento e forma de pensar, é bom em inúmeros sentidos: primeiro, quando você faz o que gosta, da forma que gosta, quando quer, sendo dono de si mesmo e se sentindo livre, é mais feliz. A vida fica mais leve, mas bonita de ser vista e vivida. Além disso, quando se caem as velhas máscaras - o que é um processo lento e as vezes um pouco doloroso, visto que de tanto usadas, elas se entranham em nossa pele - é como um divisor de águas. Só continua ao seu lado quem realmente te ama e te aceita.

E então, a vida muda. Mas isso tudo é muito lento. Minha vida, por exemplo, mesmo depois de algumas tardes e noites no divã, ainda está mudando aos poucos. Ainda tô insatisfeita com muita coisa - dentro e fora de mim.

Mas o que mudou radicalmente foi a minha forma de me enxergar. Jogando fora o padrão alheio, e me aplicando dentro do meu padrão, me sinto mais feliz.

Desisti de tentar me mudar pra agradar aos outros, entende, caro leitor? Agora só vou mudar o que EU não estiver gostando.

Vou continuar olhando apaixonadamente pra lua sempre que ela aparecer, acordando mal humorada de manhã, detestando os dias de domingo, comendo chocolate mesmo sabendo que depois vou me xingar um pouco, lendo o horóscopo e crendo piamente no que ele diz, bagunçando o quarto logo depois de ter trabalho pra arrumar, jogando roupas dentro do armário. Vou continuar ouvindo Taylor Swift, escrevendo histórias de amor, chorando ao ver filmes considerados bobos, acreditando em Romeu e Julieta, parando e voltando a roer unha e tentando aprender a tocar violão sozinha. Vou continuar rindo de tombos e tropeços, chorando quando vir uma criança morrer de fome na rua, tendo nojo do mundo quando leio ou vejo um jornal, mas amando o mundo quando olho da minha janela, da janela do carro ou enquanto dou minhas voltas por aí. Vou continuar me surpreendendo com as pessoas - como cada um é diferente do outro, deitando no travesseiro e imaginando aquela pessoa que está longe mas eu queria perto, lembrando das coisas boas que me aconteceram, organizando minha semana - mesmo sabendo que não vou fazer metade do que está nos planos, na data certa - e planejando começar aquela dieta pra perder aqueles quilinhos - mesmo sabendo que eu vou continuar comendo tudo e ficando irritada quando a blusa evidencia a presença de uma barriga, variando de humor e de opiniões. Vou continuar rindo da vida, amando escrever e tirar fotografias, detestando ler, planejando ir pra São Paulo, Minas Gerais, Inglaterra, França - mas esses planos eu quero cumprir mesmo, hein -. Vou continuar sonhando com uma foto na sacada de Julieta em Verona, um encontro romântico sob as luzes de Paris. É isso, vou continuar sonhando. Sempre que a realidade apertar, sempre que as coisas estiverem ruins, vou fechar os olhos.

Eu sou assim. E não vou mudar - não por ser teimosa, mas por me amar exatamente como eu sou.