Que Saudades eu tenho da Aurora da minha Vida
Minha caixinha de recordações já está ficando cheia, boba, como se precisasse disso pra lembrar de pessoas que entraram na minha vida e foram embora.
MINHA SUPLICA PELA PAZ NA PALESTINA.
A GUERRA "SANTA":
A beleza da ODE
Irradia-se no coração
Das almas sensitivas
E enruga-se
Na razão
Daqueles
Que fazem a guerra
Pela paz dos homens.
Não vejam como obrigação conviver comigo, pois minha busca é de pessoas para viver e não conviver. Faça o mesmo.
Votando nulo, sei que não altero o resultado nas urnas, mas prefiro manter a minha opinião, em vez de vendê-la ao jogo do “menos pior”. Votem em quem quiser, mas tenham alguma convicção, pelo menos. Caso contrário, por que os políticos se esforçariam para melhorar, se sabem que o eleitor se contenta com o “menos pior”?
Não da pra viver preso a dogmas e doutrinas,
só quero minha mente, em sintonia com meu corpo, sempre certo, de que estou no caminho correto, em busca do equilíbrio.
Não quero riqueza, não desejo luxo, não quero viver buscando objetivos fúteis que a sociedade define como "sucesso na vida"
Quero uma vida , sem depender de consolos,
aqueles, que confortam pessoas. Sabe como é, religião, foi feita pra isso,
o ser humano se consolando com promessas, talvez sim, seja verdade, feliz é quem se sente bem, com o crê.
Respeito talvez seja, a chave, de um mundo melhor, sem esquecer a tolerância, que falta em muitos por ai ocasionando conflitos, gerados também, pela tal chamada ignorância.
Minha alma não chora somente a dor da saudade...chora mais ainda a tristeza de um sonho não realizado.
Lúcida Loucura
E na longa madrugada,
Dentro da minha mente,
Descompassadamente,
Tudo gira mais depressa
Presa nesse imenso sufoco,
Sinto um perfume
E me vejo entre flores e desejos, afagos e apertos
Da lúcida loucura de amar você
meu paraiso foi transformado em inferno da noite pro dia, num piscar de olhos minha alegria passou a ser uma fantasia que minha mente cria pra fugir do escrúpulo mundo atual.
Sinto sem incomodo...
0 vento de sonhos alheios me soprar na face
Eis onde reside minha leveza de ser.
Sem um mínimo de esforço...ignoro qualquer fato ou pessoa que nada me acrescente. Minha meta sempre foi, é e será seguir meu caminho sem olhar para trás.Logo, dispenso presepadas.
Descobria a face da maldade
E de tudo que não conhecia
Preparei meu coração
Regredi minha paixão
E observei que o mundo
É tão vazio e solitário
Que a mim não pertencia
E que tudo era muito superficial e vazio
Desiludi-me, fingi e tentei escapar.
Acabei como um momento de puro sofrimento
E destruí meu coração
Fui encantado pelas palavras
Que eram dissimulados, enganosas e destrutivas.
Não sou mais quem eu era
Morreu o velho eu e surgiu um velho ser.
MINHA UTOPIA:
Deixei o passado
Pensando encontrar o futuro
Vividos dois quartos de século
Ainda assim não o encontrei
O presente me remete ao passado
Para rever o futuro que sonhei:
Morar em shangrilar ser ator, cantor,
Ou jogador de futebol
Ter grana, dez filhos e um vô
Me perdi de volta ao passado
Na incerteza que há o futuro.
E que tudo, se não utopia,
Resume-se ao instante
Presente.
Meu sonho é acordar com dois homens na minha cama um me chamando de " Mamãe" e o outro de "Amor" !! *---*
hoje ao levantar-me de manhã deparei com minha terra Cunha triste, Ao indaga-la por que tamanha tristeza ela me respondeu "Eu não estou triste, é que hoje eu estou um pouco mais cansada"...queria ser melhor a vocês meus filhos, e estou pensando comigo onde foi que eu errei; meus filhos não parecem mais se importar comigo, perderam o amor próprio , por mim e seus irmãos, tudo é só egoismo e individualidade, não merecia isso filho ...!!! Maior que minha tristeza e meu cansaço é a vergonha de ver meus filhos vencidos sem coragem de lutar...
nene policia
Então a minha alma perdeu todo o entusiasmo, e meu coração desacelerou em sua presença, perdi o riso, e a vontade de te olhar, nunca antes senti tamanha decepção assim, pois aos poucos tento acreditar que não foi tudo mentira, mas a sua frieza e indiferença só me faz pensar o contrario.
COISA DE MENINA
Quando nasci, minha mãe me deu o nome da minha bisavó, figura feminina da qual todos se orgulhavam.
Mãe, avó e esposa exemplar, bisa Eliza levou um casamento até o fim, como manda os bons costumes do matrimônio “perfeito”: ‘Até que a morte os separou’. Sofreu ameaças, agressões e gritos de um marido agressivo e alcoólatra. Mas, “como deve ser”, nunca cogitou uma separação.
Doce, bondosa, religiosa, mãe de oito filhos. Assim era a mulher que inspirou meu nome.
Já nos primeiros dias de vida, ganhei pulseira de ouro e um par de brincos. Coisa de menina.
Antes mesmo de aprender a falar, já tinha dezenas de bonecas.
Minha mãe gostava de fotografar cada passo meu, e, para isso, contratava um fotógrafo profissional. Trocas de roupa, penteados e vários batons a cada foto.
Tive coleção de Bonecas Barbie, milhares de roupinha, sapatinhos, bijuterias... Tive todas as coisas de menina.
Minha avó me proibiu de brincar na rua o quanto pode. Porque isso não era coisa de menina.
Menina tinha que brincar em casa. Com as amiguinhas. De casinha, comidinha, mamãe e filhinha!
E assim foi. Até meus onze anos.
Foi aos onze que descobri a rua. Foi aos onze que descobri que além das panelinhas, havia um mundo de brincadeiras e diversão!
Foi quando descobri as trilhas de bicicleta, os inúmeros ‘piques’, o jogo de Taco, bolinha de gude e o rolimã.
Foi quando percebi que eu era flamenguista e o que isso de fato significava. Foi quando eu descobri o que era um pênalti e um gol olímpico.
Anos depois, grávida, vi minha vida se encaminhar sem que eu me desse conta. Perdi as rédeas e as coisas aconteceram, simplesmente.
Montei casa, me mudei e voltei a brincar de casinha!
Uma brincadeira que me sufocava a cada dia. Daquelas que dá vontade de guardar tudo numa caixa e não brincar nunca mais. Deixar lá no alto do guarda-roupa, até mofar e ir pro lixo.
Não durou muito. Não havia como durar.
Levou tempo, mas hoje entendo com perfeição. Eu não cabia naquele lugar, naquela vida. Aquela brincadeira já não me servia mais. Eu queria as trilhas e o rolimã!
Separei.
Queria trabalhar em algo que pudesse fazer diferença na vida das pessoas. Estudei, me formei.
Hoje, sou Pedagoga, com dois empregos públicos, e mãe do Arthur, com oito anos.
Nenhum marido.
Não lavo, não passo, não cozinho, não limpo!
Sou um desastre para encontrar coisas, e um maior ainda para manter arrumações.
Esqueço roupa no chão do banheiro, toalha molhada em cima da cama, sapato no meio do caminho! Tomo iniciativa em relacionamentos, pago a conta, pego o telefone, no fim da noite, sou eu quem vou pra casa!
Minha avó tem Alzheimer avançado. Quase não reconhece ninguém. Mas, ao me ver, sempre pergunta: “Quando você vai casar?”
Lido com olhares de lamento de amigas, que torcem para que eu me case,trabalhe menos, tenha mais filhos...
Hoje sei que posso me casar sim, mas que isso não implica em voltar a brincar de casinha. A certeza de que não preciso mais das panelinhas, me traz leveza.
De minha bisa, apenas o nome. Dos ensinamentos da infância, a certeza que posso ser o que eu quiser.
Entre bonecas e rolimãs, futebol e novela, sigo sendo o que sou, sem necessidade de aceitação externa e com a certeza que nada disso me faz menos ‘menina’. Pois coisa de menina é tudo que a menina quiser!
"Escrevo para o céu de minha alma
Solicitando às estrelas que brilhem
Nos corações dos meus amigos
Neste novo ano que se inicia."
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