Que Saudade dos meus 15 anos
Quando me pego a pensar em você não dou limites a minha imaginação!
Nos meus olhos a tua beleza, na minha boca uma louca vontade de você...
E no meu coração um amor sem sentido, pois o sentido de amar;
É querer, lutar e te ter...
Os versos meus são tão seus que me tocam a alma
Sei que os teus sentimentos se fazem tão verdadeiros
Que tem um pedaço deles em mim...
Portanto quero habitar-te
Amar você...
Sou rebelde da vida e não recebo ordens de ninguém
Meus domínios são de mim e não tem refém
Busco agir da forma que defenda o meu coração
E o meu valor somente eu tenho a me fazer;
Voo por entre a minha imaginação
Para endoçar o meu coração
Mas ainda sim ando carente;
E é pela paz que fazemos guerra
Nossa vida é um tanto desleal;
Pelas lutas sem sentidos
De fardas e brasões;
Da perfeição os detalhes pecam, pois são de puro atrevimento;
Instigantes e maliciosos aos meus pensamentos e imaginações indecentes
Seus atributos me enlouquecem dando-me a excitação;
Entendo que nasceu para levar-me ao caminho da perdição
Ao caminho de revelar o que realmente é bom;
A aglomeração das casas onde moro não é de significado do meu caráter, mas sim de necessidade real;
Aprendo com a minha vida
E estou sempre preparado
Para os meus desafios...
Nunca abaixo a minha guarda
E não desisto por achar
Deixo que me olhem de cima
Em baixo, pois não me misturo...
Por ser diferente
Porque são todos
Iguais e sem conteúdos;
Sonho em ser feliz, viver os meus sonhos como sempre quis;
Mas sem conto de fadas, desejo amar e também ser amada;
Unir o meu coração... Com toda força que houver em minha paixão!
Na comunhão com os meus sentimentos, cumprir com minhas promessas e descartar os meus tormentos;
E buscar a minha felicidade, sonhando os meus desejos, mas com total responsabilidade;
Amo com um amor mais que amável, sem limitar os meus sentimentos, indo além sem querer ser mais que ninguém;
As minhas verdades não são absolutas
Não sou o dono do conhecimento
Sou um apaixonado pelos meus pensamentos
E amante do meu próprio amor;
Quando tropeço em meus caminhos
Busco não lamentar, não me justificar
Apenas busco me entender
E não mais pisar onde pisei;
Minhas escolhas são o reflexo
Das minhas insistências
Sabendo ou não que serão
Ou não vitórias ao meu ser;
Não sou escravo de ninguém, sou senhor de mim
No qual eu canto, minhas batalhas
São harmonia da minha paz;
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