Que Saudade dos meus 15 anos
Se realmente quer me conhecer,
deveria bater na porta dos meus demônios,
eles seriam bem mais sucintos do que eu.
É por este vasto mundo, que meus pequenos pés inseguros e já cansados, trémulos nos seus devaneios, cedem as milhas a percorrer, paisagens a contemplar, povos e culturas a conhecer às palavras que os visitam… essas pontes que reclamam virgulas, reticências, pontos de interrogação, exclamando de excitação por cada descoberta articulada entre frases que registam os Audazes…pois anseiam por dar mundos ao Mundo… salpicando cada viagem com poemas e versos feitos coragem…
“Triste como mergulhou meus sentimentos em águas violentas, ora, vacilando, continua a afogar, pois as paixões não sabem nadar.”
Giovane Silva Santos
Levanto a bandeira, pois tenho nas Mãos de Deus a sustentação necessária para os meus braços defenderem toda forma de AMOR.
#lgbtqia+
Foi em uma noite qualquer que te encontrei... Quando fechei meus olhos, cruzei com a vastidão dos seus. Naquele momento meu coração até errou a batida, perdeu o compasso dentro daquele seu sorrisinho tímido.
A luz que refletia em seus óculos redondos, iluminava seu olhar, revelando o profundo verde no qual eu me perdia.
Era lindo como a brisa suave do vento balançava os seus cabelos curtos e perfeitamente alinhados, os tirando do lugar.
Seu perfume doce quase que me chamava para senti-lo mais de perto. Não pude resistir, me aproximei envolvendo aquela cintura pequena com minhas mãos, sentindo as curvas do seu corpo através do tecido negro do seu vestido.
Ela não hesitou nem por um momento em me corresponder com um olhar desejoso.
A puxei para perto beijando aqueles lábios marcados com batom vermelho.
Automaticamente fechei os olhos para aproveitar cada minuto.
Nada me faltava, me encantei naquela menina, ela era perfeita ao meu ver...
Quando abri os olhos ela já não estava mais aqui, só me restou seu cheiro que se esvaiu ao passo que eu terminava de despertar.
Tentei voltar a dormir e em um sono profundo procurá-la, mas não a encontrei.
Nada sei sobre ela, nem mesmo sei seu nome, mas sei que mesmo por apenas um momento eu a amei.
Como esquecer a mulher do meu sonho?
E eu só peço que me guarde, me proteja
E perdoe os meus pecados pra sair da lama
Quantas vezes eu errei? Eu sei, eu reconheço
E eu paguei pelos pecados em busca da fama
Ah, esse silêncio gritando em meus ouvidos, clamando pra eu me mexer...
E esse corpo dormente, doente, carente, querendo te ver...
Ah, tempo, negocia comigo, vai!?
Quantas vezes tentei expressar meus sentimentos em um papel, querendo escrever de coisas diferentes, mas percebi que todas me levavam a você, meus pensamentos, meu corpo, minha alma, todas clamam aos sentimentos que tenho por você.
Lamento na presença do luar.
Por intermédio da ansiedade
meus, uivos poéticos ao sereno
Na companhia do Anseio carnívoro De um lobo sedento e lascivo Observando-o com avidez!
Ao Frenesi exalado por tua epiderme.
O som orquestrado por violinos fúnebres.
Colocará um encerramento ao vosso sofrimento.
Eu que passei por tantas vezes
perto de ter os teus sentimentos
apegados aos meus
que carinho...
me via feliz de alegria nada era tão bom
esses teus olhares e sorrisos
algo que faz falta até os dias de hoje...
a medida que o teu coração se abri
mas difícil é estar distante
como um céu sem pássaros para voar
e o verde do campo sem as flores
ou terra sem chuva para molha-la...
as esperanças voam como poeira no ar
desde que abrir teu mas lindo e encantador
jeito, que tanto faz meus dias melhores
sem sinal de quando pode acabar
por não ter medidas exatas...
ele tanto cresce sem jeito pra
deixar que não se tem adeus, nem até logo
por melhor estar junto e separados na distancia
mas carrego um pedaço no íntimo
qual só eu e você intende...
saudades quase sem explicação.
Encantava-me tanto na infância ,
Com a possibilidade de meus heróis
Mudarem o mundo ,
Para me deparar hoje na vida adulta
Com a realidade de que não seriam sequer capazes
De mudar a sua própria vida
Hoje avistei os meus pássaros longínquos e ouvi deles a alforria adocicada dos frutos, então, eu soube do silêncio maduro que me tragava, e a ti, presença de suspensão à fala dos olhos.
Meus pensamentos são como ondas em um mar tempestuoso, vem e vão me fazendo sentir como um barco à deriva.
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