Que Saudade dos meus 15 anos
Na esperança de que seja doce, eu me entrego de corpo e alma. Pois em meus dias de confusão somente seu olhar me acalma.
Na expectativa de que dê certo, eu me entrego sem medo. Me dou de corpo e alma, e te revelo os meus segredos.
Na ânsia de ter seu corpo, qualquer minuto longe é tempo demais. Não me contento em só te ouvir ao telefone, isso agora é pouco e já não me satisfaz.
Na tentativa de matar a saudade, releio cartas e abraço meu travesseiro. Por muitas noites dormi assim, pois nele ainda tem o seu cheiro.
Na ilusão de que seja eterno, peço somente que fique por perto, que me dê seu amor e aceite meu coração. E independente do que aconteça, peço que nunca me esqueça, que não vá embora jamais, peço desperadamente que fique aqui e também que nunca me deixe partir...
Não quero meus inimigos longe de mim, se é que tenho isso! Eu os quero o mais próximo para mostrar o quando sou superior a eles!
Meus olhos se abriram
E vejo que tua imagem a meu lado é só uma miragem desesperada
De quem não aceita admitir que esta só.
Anseio em tocar-te o corpo,
Sentindo teus lábios nos meus,
Meu sangue fervendo,
Coração acelerado,
Respiração ofegante.
Hoje a noite ta calma aos meus olhos. Só o movimento da chuva que embala pensamentos vagos e apressados, que não se entregam por pensarem que não precisam intensificar como pensamentos. É o desenho da boca deixado na xícara com tinta de café, é o grito da vinheta clichê da televisão, dublagens tão artificiais como voz de telemarketing, fumaça do cigarro aposentado no cinzeiro que incomoda tentando chamar atenção. São meus amores fúteis tomando espaço no meu tempo. Passo mais uma noite em claro? Evito o papel em branco? Qual o meu papel? Esqueceram de me entregar o roteiro hoje... Basta sorrir e desviar a intenção de se destacar, deixar que o açude feito a partir da minha compreensão desmorone e deixe meu ego transbordar e se afogar nele mesmo
Nostalgia
Neste pais de lenda,que me encanta,
Ficaram meus brocados,que despi,
E as jóias que p´la aias reparti.
Como as outras rosas de Rainha santa!
Tanta opala que eue tinha!tanta,tanta!
Foi por lá que eu semeei e que as perdi
Mostrem-me esse país onde eu nasci.
Mostre-me o reino de que sou infanta!
ó meu pais de sonho e ansiedade,
Não sei se esta quimera que me assombra,
é feita de mentira ou de verdade!
Quero voltar!Não sei por onde vim...
Ah!Não sei mais que a sombra duma sombra
Por entre tanta sombra igual a mim!
Razão, de que me serve o teu socorro?
Mandas-me não amar e não pensar...
Eu ardo, eu amo e meus pensamentos meu Deus já não cabe em mim...
Dizes-me que sossegue...
Eu peno, eu morro para nascer em você...
O menino dos olhos verde
Eu penso que os meus sentimentos são apenas mais um motivo das minhas composições.
Como o verde do mar são seus olhos
com o sorriso estampado em tua face eu sempre encontro meu egoísmo.
[...] Com o mar sonhava...
Em meus olhos estavam
a água; Água de sal
salgado mal, vazio horizontal [...]
[...] Meu drama, único e amado drama.
Tornando poético o patético pequeno mundo dos sonhos meus [...]
Com meu amor
Prender-te-ei no meu coração
E assim junto a mim viverás pra sempre
Sob os meus cuidados.
Autoria: Leila dos Reis
Eu cresci sem pai então eu espero que um dia quando eu morrer eu quero que meus filhos olhem para trás e digam 'O meu pai era um cara que tinha muita esperança'.
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