Que Saudade dos meus 15 anos
Essa noite – de ventania – sonhei um sonho tão gratificante. Era um menino de 14 anos e uma menina de 13 que corriam um atrás do outro, se escondendo atrás de árvores, e às gargalhadas, brincando. E eis que de repente eles param e mudos, graves, espantados se olham nos olhos: é que eles sabiam que um dia iriam amar.
Por anos busquei a sabedoria perseguindo o conhecimento, até que um belo dia me dei conta: a sabedoria está no espírito e independente de conhecimento.
Hoje, eu, depois de tantos anos, vi a mulata da minha vida.
Ela já não tinha mais aquela aparência da nossa adolescência.
Tinha se tornado uma mulher madura.
Estava tão bela, que nem uma deusa chegava aos seus pés.
Ela estava ajudando os necessitados.
Continuava com a sua bondade e gentileza.
Em algum momento, ela olhou direito pra mim.
Porém, imagino que já havia me esquecido.
Mas eu estava muito diferente.
Pois ela mudou para melhor.
Eu fiquei pior.
Não só de aparência, mas também de alma.
Mas senti que ela olhou dentro de mim.
Como se visse minha alma.
Ali, eu desabei.
Chorei como uma criança.
Ela estava vindo até mim.
Porém, eu fugi.
De medo e vergonha.
Quando cheguei em casa,
eu lembrei de nossa época da escola.
Em cada cinco anos, as árvores pensam que o machado é um dos seus porque tem um cabo feito de madeira e ignoram o facto de que durante quatro anos, elas escolhiam tristemente.
EU:..
Será que finalmente,
me darei por liberta,
ah! quantos anos
vão, voam.
Minha primavera,
cheia de flores,
em aromas dócil
siguirei.....
Que será?... oiço o silêncio!
Penso...será?
acreditarei,
quando chegar...
a terra almejada.
Sentirás meu colo,
te darei o ninar,
tocarei as estrelas
sentindo o respirar.
Resta a simples forma,
olhar em seu olhar,
onde o poeta revela
no brilho oculto.
___A luz!
__Sem soberania,
as poesias que brotam
paz___ que vem d´alma!
04.06.218
O Brasil só tem a chance de ganhar de quatro em quatro anos na Copa do Mundo. Na política ele sempre perde.
DOIS MIL ANOS se Passaram, e nossa Infeliz e triste Humanidade, ESPERA um Gesto de: PODER, BONDADE, MISERICÓRDIA, de Um dito : DEUS. Quanta Ingenuidade e Alienação!! O HOMEM É O DEUS IMPERFEITO DO PRÓPRIO HOMEM!!! Rolemberg.
A vida não nos rouba a história com o passar dos anos. Apenas substitui componentes do roteiro respeitando a prerrogativa de nos mantermos protagonistas. O sentimento de perda só acontece quando nos recusamos a aceitar o capítulo novo na tentativa inútil de permanecer reprisando episódios de temporadas que já se esgotaram.
Buda já mostrava há cinco mil anos que, se a corda da cítara fica frouxa, ela não produz o som da música; e se é esticada demais, ela se rompe por conta da pressão excessiva. Assim, a virtude só é possível pelo "caminho do meio", ou seja a busca do equilíbrio entre os extremos, onde nenhum deles se mostrará como a melhor solução. Não sigo Buda, nem Cristo, Maomé ou qualquer outro. Mas procuro aprender com todos eles, pois cada um ofereceu ao mundo um pouco de sua sabedoria.
Com a sexta década começando a me pesar nas costas,
o slogan que elegi para mim nos últimos anos é o seguinte:
"Acredite em quem está sempre buscando a verdade; duvide de quem a encontre!".
Na passagem dos anos a vontade de mudar continua no decorrer dos meses, os dias correm envolvidos a melhorar a situação.
Melindres não está no DNA humano, ao passar dos anos as pessoas trocaram a força natural que possuem, por lamentos choro decadência até a decomposição moral.
A promessa é uma dívida que se carrega, vivendo a contagem do tempo, somando os anos sem nunca alcançar o fim.
O que eu aprendi na vivência na vida vivida, é menor que tudo que eu ignorei com o passar dos anos vividos.
"A ausência dela feriu. A ausência dele, anos depois, curou."
— F.Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
ABRINDO O MEU CORAÇÃO...
.
Com 10 anos de idade eu era engraxate, carregava minha caixa nas costas e também uma cadeira, aos domingos de manhã, ficava esperando a missa terminar, para assim vários pares de sapato poder engraxar, com batidinhas de escova e sambinha no pano, estava feliz, ganhar várias notinhas, este era o meu plano... Também com essa idade, vendia sorvete e pirulito no campo, em outra ocasião, juntava ferro-velho e também vendia alface, este era o meu trabalho, eu valorizava o meu trampo...
Com 13 anos trabalhei como auxiliar de serralheiro, cortando aço e manuseando solda, era arriscado, mas eu queria ganhar o meu próprio dinheiro...
Com 14 anos acordava às 04h00 da manhã e pegava em uma enxada, assim fui com vários amigos para a colheita de batatas, eu não era tão bom, eram sacos de 60 quilos, mas eu conseguia colher de 10 a 15 sacos, o eito era pequeno, mas eu dava enxadada, quem é fera no assunto, vai achar engraçado e dizer que isso era nada...
Com 15 anos comecei a trabalhar em um posto de gasolina, fazia limpeza interna dos carros e também fazia serviço de frentista, às vezes até lavava algum automóvel, dependia da gorjeta, esse era o meu negócio...
Com 18 anos tirei minha esperada habilitação, um mês depois eu já estava dirigindo um caminhão, viajando por todo Brasil sozinho, vivendo uma e outra emoção, fiz mais de mil viagens e conheci o Norte, Nordeste e Sul de nosso país, com tantas aventuras na estrada, escrevi o que passei, sem me esquecer, contei cada detalhe...
Daí com 34 anos, lancei meu primeiro livro, com essa idade, me tornava oficialmente um escritor, continuei a minha saga, precisava me adaptar, parei o caminhão e voltei a estudar, me aperfeiçoei na área que escolhi, com 41 anos de idade e descobrindo uma e outra novidade, me tornei Professor...
Passando a limpo a minha vida bem rapidinho, percebo que foi muito bom começar a trabalhar ainda menino, assim pude aprender a dar valor ao dinheiro recebido, pois como dizia meu pai, nada me foi dado de "mão beijada", a vida é feita de desafios, de conquistas almejadas, tive momentos incríveis, mas também decepcionantes, nada disso me fez desistir, ao contrário, estou mais empolgado do que antes...
Estou aqui e quero ainda muito mais, pois sou na vida, apenas mais um integrante...
ANOS 80
Era fraco e franzino
Menino de rua descobrindo sentimentos
Anos oitenta era assim:
Liberdade no peito
Meio sem jeito ele abraçara a esperança
Bonança em meio às tempestades
E os dias vieram melhores
Saltitante como as flores
Espalhando saudades...
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