Que o Ventos nos Leve
A bailar...
E assim baila minha alma cigana...
Com os ventos que sopram do mar, com a firmeza dos pés que pisam na terra , na rocha .
Assim segue minha alma...
Com os encantos das labaredas que dançam ritmadas nas fogueiras e a magia das sete cores que despontam no céu após as tempestades de verão!
Sigo sempre avante, voltando se preciso for, mas nunca desistindo de seguir.
É de poeira da estrada que escrevo minha estória.
É de flores que vou cobrindo cada caminho...
É da essência das rosas que retiro o mais alegre de mim, o melhor e mais bonito.
OUTONO
Entre o amanhecer e entardecer
de Outono
Nos ventos que sopram,
Nas folhas que caem...
O pensamento vagueia
Enquanto um leve sorriso
Tenta ofuscar a saudade.
A noite calmamente se aproxima
A luz da lua, a luz das estrelas
Com a negritude da noite
Entra numa profusão de cores.
A brisa fria toca suavemente a pele
A esperança chega de mansinho
Para bailar com meus sonhos.
Noite adentro... O tempo todo muda
e há um tipo de esperança em cada hora.
Como plumas os pensamentos flutuam
E me levam de encontro comigo mesmo.
Meu silêncio repousa pausadamente
Nas lembranças de um doce momento.
AGOSTO
Aproximam-se os ventos que sopram forte;
Bafejando criatividade, perfeccionismo e sorte;
Leoninos, virginianos, dominação e timidez;
Mês de folclore, infâmia, superstição e insensatez;
Seu Sol luxuriante tem brilho mais evidente;
Agosto, bom gosto, fé e esperança ardente.
Bagagem do tempo!
Ando sem rumo em meus pensamentos,
Aguardando que novos ventos,
Levem para longe todos os meus tormentos,
Lamento não poder ser forte o tempo todo,
Mas a minha condição atual de ser humano imperfeito,
Às vezes me impede de enxergar o que precisa ser feito,
Então me resta acreditar em milagre,
Em uma nova porta que abre,
Com novos tormentos,
Novos lamentos,
E o mais importante...
Com novos sentimentos,
Porque só assim,
Irei colocar mais experiência...
Em minha bagagem do tempo.
Por vezes é melhor calar-se e deixar que os ventos soprem,
o tempo ira passar, e com ele, a vida ensina...
.... Algumas coisas, o único professor eficiente é a DOR.
Acalma teu coração, e aguarde pois o Tempo de cada um
é único.
Observe a natureza e seu ciclo, e entenderá
que a vida exige que sejamos Fortes no inverno
e tão logo quanto possível é chegada a primavera
nos abençoando com paisagens maravilhosas
e Vem o Verão que por muitas vezes nos proporcionas momentos
incríveis a beira mar, lagos, aquela cor que muita gente quer
e como o ciclo é perfeito nessa fase , as folhas começam a secar
pois é um período de seca
e tão logo chega o outono
hora da colheita, as folhas caem, e tudo recomeça
Seguir em frente sem fraquejar, pois o melhor a Deus Pertence
Setembro chegou!
Seja bem vindo.
Mês de ventos bons, sorte e amor.
Mês que exala aromas, cheiro e flores,
Mês elegante, que traz alegria para gente.
Mês de renascer e uma feliz nova vida viver.
Mês de ver nossas energias revigoradas e esperanças aumentadas.
Mês de curar feridas e brindar a vida.
Mês da primavera, da felicidade sem espera.
Enfim mês do recomeço e sonhos sem tropeço.
Seja bem vindo Setembro encantado,
faça os nossos dias floridos e perfumados
Sergio Fornasari
MENSAGEM DE BOA TARDE
Que os leves ventos de outono, sobre essa tarde esmaecida, nos traga toda á vitalidade precisa que o nosso ego necessita e ao cair o por do sol, que toda razão do existir nos desperta o ser poético que há dentro de cada um de nós.
Boa tarde.
CERRADO SECO (soneto)
Ah! plangente cerrado, quente, sequioso
Ventos abafados, denodados, e ao vento
Dormente melancolia, e tão portentoso
Murmurejante e, navegante de lamento
Sol queimoso, unguinoso, tal moroso
Que no seu firmamento vagar é lento
Inventando no tempo variegado iroso
Parindo nuvens dum cinzento natento
Securas secas, e que secam ardoroso
Veludos galhos, veludosos e poeirento
Que racham sedentos num ardor ditoso
Ah! cerrado seco, de ávido encantamento
De um luar num esplendor esplendoroso
Da lua de contornos, no céu monumento
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Março de 2017
Cerrado goiano
Queiramos ou não, estamos envolvidos nos problemas do mundo; todos os ventos sopram em nosso jardim.
Porque eu me lembro do entusiasmo,
De quando nós éramos para sempre
Antes de todos os ventos
De arrependimento e desconfiança
Agora estamos sentados no seu carro
E nosso amor é um fantasma
DENTES DE LEÃO
São espalhados pelos quatro ventos,
Para não deixar cair no esquecimento
A esperança que, melhor, tudo vai ficar.
Como portadores de boas notícias
Vão às portas de lugares distantes divulgar.
Destemidos e corajosos como um leão,
O animal mais temido da savana.
Com fervor e muita dedicação,
Vão a uma casa, um casebre ou uma cabana,
Com a mensagem de salvação, amor e perdão.
Os pés de quem não se deixar vacilar
São tão admiráveis quanto um dente de leão,
Que, com um sopro, deixa levar
Suas sementes para germinar pelo chão.
FIM
Ivan F. Calori
Que os ventos afastem todo infundado pensamento.
Que a alma respire aliviada após um grito de morte.
É preciso ser flexível para resistir aos ventos fortes da vida... permanece em pé apenas aquele que é capaz de se curvar.
SUAVIZANDO A PAISAGEM
de: Eduardo Pinter
Os ventos de ontem com os rumores dos amanhãs…
Endiabrados conceitos que ninguém se faz entender
Costuram as sombras dos males infernais
Com a dor saudando saudades de invernos passageiros
E contaminando verdadeiras mentiras em prol de um câncer maior:
Nossa certeza não tem certeza de nada
E a Imprensa só imprensa o que não pensa
E o esgoto deste riacho que nos contenta
Só nos interessa pois de fato é da ignorância
Do que realmente nos alimenta.
25 Jun 2013
Eduardo Pinter
VIOLÃO DE TAÇAS
de: Eduardo Pinter
O ventos sombrios da mente calada
Acorda com vontade de se esconder
Inspira a morte numa angústia abafada
Mais puro que o frio não há como morrer
Mais impuro e divino também não há como viver
As questões se vão como se vão as questões
Pr’algum lugar onde desvendas a incompreensão
Pode-se fugir do inverno mas, não das estações
Pode-se ignorar a alma mas, não o coração
Não me é estranha esta sensação
Acordar num silêncio vazio entre esta multidão
Me faz pensar no que penso noturnamente
Afogar-se num violão com taças e uma canção
E se trancar na noite em meu próprio refúgio
Talvez convidar amigos e descobrir que não sou o único
23 Ago 2013
Eduardo Pinter
Que os ventos soprem o aroma das flores
E chegue ate você, em forma de um forte
Abraço meu, bem apertadinho.
Vai vida! Me leva para onde nasce os ventos! Me leva junto para onde os corações se erguem, onde os sonhos são gerados, onde a arte é feita! Me leva junto em cada gota que cái! Me leva para onde precisa ser refletido um pouquinho de luz! Vida me faz feliz de novo! Me leva a todas as aventuras que já houveram na terra, me leva para todos os romances que existiram e todos os felizes para sempre! Vai vida, pega-me pela mão e arrastame para além mar...para os seres esquecidos dos oceanos, das aguás jamais exploradas! Vai vida, enterra-me logo de forma honrosa e dái-me o descanso dos merecidos aventureiros. Sinto saudade dos meus irmãos que ja se foram a 10000 anos. Vem vida me levar...põe-me asas e deixa-me livre para conhecer aquilo que ainda não conheci, pois estava ocupado de mais sofrendo.
Que os bons ventos levem até você, a saudade que me atormenta e faça com que pense um pouco em mim, porque apesar da distância continuo te querendo e te desejando mesmo assim.
Se, afastando-se de mim, acreditava que tudo acabou? Engano seu, isto só fez aumentar mais o meu amor.
Árvore
Fui árvore.
Suscetível aos ventos.
Sustentei-me com as próprias raízes.
Fui sombra.
Fui pouso de pássaros.
O último bando me trouxe asas.
Alcei voo.
Não conheço mais limites
Nas asas poéticas da imaginação.
Voa poesia.
Bate teus versos.
Iça o poeta
Às nuvens de inspiração.
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