Que o Ventos nos Leve
Carrego em mim um mar de sonhos,
Mas vivo cercada de ventos contrários,
Pessoas que sugam, semeiam espinhos,
Corações vazios, olhares mercenários.
Dou o meu melhor, espalho luz,
Enquanto me puxam para a escuridão,
Esgotam minha força, testam minha fé,
Mas não calarão meu coração.
Eles temem o voo, o brilho alheio,
Querem lucro, nunca conexão,
Mas meu espírito é chama que arde,
Forte, indomável, em constante evolução.
Não desisto, mesmo exausta,
Pois sei que há um amanhã de paz,
Onde as correntes que hoje me prendem
Serão memórias que ficaram para trás.
Sigo firme, semeando o bem,
O futuro me espera, doce e sereno,
E aqueles que hoje me atrasam o passo
Nunca alcançarão o meu terreno.
Bons amigos são como âncoras em meio às tempestades da vida: não evitam que os ventos soprem, mas nos ajudam a permanecer firmes. Eles nos acolhem com sinceridade, corrigem com amor e celebram nossas vitórias como se fossem suas.
No céu de estrelas fico a sonhar;
Nos ventos que sobram no seu olhar;
Na vida que segue sem se importar;
Nos caminhos que sigo, quero te encontrar;
Uma vida tão pura e muito singela;
Um dia encontrarei minha Cinderela;
Amarei de uma forma tão linda e bela;
E terei um lugarzinho guardado só para ela;
Em quanto isso, seguirei em frente com o coração
Superando tudo, com coragem e determinação;
A felicidade sempre será minha motivação;
Onde nessa vida só levo amor e paixão.
Inspiração para Sentir
Se a inspiração é farol no breu,
sinto-a surgir dos ventos que me atravessam.
Vem do não-dito, do que me perdeu,
e das histórias que os olhos confessam.
Inspiro-me no amor que não se firma,
nos passos incertos que dançam no chão.
No eco vazio de palavras infindas,
e no pulsar de uma saudade sem razão.
Minha escrita nasce de despedidas,
do brilho tímido de um último olhar,
de abraçar o vento e ouvir, em suas idas,
a promessa que nunca vai chegar.
Se há uma fonte que me guia,
são as mágoas e esperanças que guardei.
Cada "se", cada "talvez", cada "um dia"
é o fio com que os versos tecei.
Que outros sintam o que aqui me move,
que sejam tocados por esse querer.
Pois na dor e no amor que o poema envolve,
há sempre um pedaço de viver.
Se ficarmos esperando a chuva passar, os ventos se acalmarem e o sol ficar mais frio, nunca faremos nada na vida!
O Guardião dos Amores Impossíveis
Meu amor caminha entre mistérios,
um homem moldado por ventos contrários,
guardião de segredos, detetive do tempo,
que coleciona sorrisos como quem coleciona lamentos.
É arqueólogo de afetos perdidos,
escava na alma os ecos esquecidos,
e na poeira do passado, encontra verdades,
vestido de elegância, carrega saudades.
Sabe que o amor é feito de urgência,
de um toque que desafia a existência,
sempre um pouco de desespero contido,
sempre um pouco de eterno, renascido.
Ele guarda em si a beleza do impossível,
o peso leve do sonho irresistível.
E ao meu lado, é tempestade e calmaria,
meu amor, meu guardião, minha poesia.
SimoneCruvinel
Uma borboleta que me contou...
Que é preciso leveza para enfrentar os ventos,
Que mudar faz parte do voo,
E que mesmo o menor dos gestos pode transformar o jardim.
Ela disse que florescem sorrisos onde há coragem,
E que cada asa carrega uma história.
Eu escutei a borboleta.
SimoneCruvinel
Bom dia!
Quando a vida nos apertar com força, quando os ventos parecerem impiedosos e as tempestades nos alcançarem, que saibamos olhar para o alto e pedir ao bom Deus que nos sustente. Que Ele segure nossas mãos com firmeza e acalme a alma cansada.
E à vida, sussurremos com coragem: "Pisa devagar, meu coração é cuidado e frágil." Mas ainda assim, é forte o bastante para seguir em frente, porque é guiado pela fé.
Que hoje você encontre a leveza nos passos e a proteção divina em cada decisão. Siga com esperança, porque até nos dias mais difíceis, Deus nos envolve com Seu amor e nos dá forças para recomeçar.
Que seu dia seja abençoado e cheio de paz!
E que novos ventos soprem... Que novos amores apareçam e que novas oportunidades nos alcancem ... Façamos novas todas as coisas...
“Viajas como os rios,
Que fluem guiados por ventos;
Águas carregadas em correnteza,
Levam vida ao solo que lhes traz base,
Seguindo o caminho sereno,
Se desfazem do árduo,
Destinadas a desaguarem no mar;
Mergulham ao subterrâneo
E jamais haveriam de se contentar com menor profundidade,
Pois sabes, águas estão sempre a prenetrar lacunas;
Ainda na tempestade, no interno de tuas marés há calmaria;
Conforta-te com o silêncio,
E achas em si o equilíbrio,
ao deparares-te com a luz,
Reflete-se em tua face o toque suave
das chamas do astro rei;
Desperta-te.”
Navegando final de tarde
Na infinitude do Mar
Abracei ventos e maresias
Envolvi da contemplação do pôr do sol
Onde o sol descia a desenha versos
Palavras que eram música da orientação do navegar.
Kaike Machado
Entre sonhos e projetos antes silenciados,
nasceu a força de quem não se curvou aos ventos contrários.
Perdeu-se o essencial, mas a fé permaneceu firme.
E foi no tropeço que surgiu um novo propósito.
Desde 2018, esse projeto pulsa com alma e razão.
Estuda a música não apenas como arte,
mas como ponte, cura e conexão.
Sem patrocínio, mas com coragem,
segue a missão de revelar o poder transformador de uma canção.
Com excelência e sensibilidade,
deseja tocar vidas, restaurar corações,
dar voz à emoção que muitos não sabem nomear.
Cria projetos, escreve ideias, tira-as do papel —
e faz do simples, um céu.
Apaixonado por palavras e melodias,
traduz sentimentos em versos e sons.
Poemas, letras, arranjos — luz na escuridão.
Cada composição carrega clareza, força e verdade.
Este não é apenas um projeto musical.
É um chamado.
É arte com propósito.
É som que abraça, cura e transforma.
Para a Srta. Intensidade
"Você é como uma tempestade, intensa com ventos fortes e trovões que ecoam no horizonte. Mas, aos poucos, se transforma naquela chuva mansa e gostosa que acalma e traz conforto. É como um abraço seguro e apertado. Você flutua em um equilíbrio perfeito entre suavidade e intensidade, e eu gosto disso."
Noites estreladas
No céu o mar de estrelas
Sempre sorriam a quem sorria também
Ventos leves eram os olhares, brisas além
Eles eram comigo, o que eu também era com eles
As cores tão vibrantes, coloriam meu céu azul claro
Feridas e palavras não eram suficientes, forte e brava ali eu ficava
Meus ídolos ali, imperfeição justificava
A plenitude
Castelo de sonhos, pequenos moradores de papelão
Dias seguem, dos fios amarrados minha alma sorria
Escudos de sangue, proteção eu via
Bonecas de pano, reinos em prantos, brincadeiras alegres em vis
Coroas douradas, cartas assinadas, meus cabelos amarrados
Pequenos nós, por entre laços coloridos
Inocência
Laços arrancados, no céu azul um traço cinza
Coroas douradas, ouro que fere minhas imaginações
Vida cinza, o castelo dos sonhos em ruínas
Papelão envelhecido, não há mais diversão
Ainda havia admiração, noites estreladas
Sorrindo
Tentativas falhas, solitária entre as bonecas
Ferimentos dos escudos, meu herói já não mais surgia
Erro nos longos cabelos, vestidos e bonecas sempre destruíam
Não entendia, sorrisos brilhantes, cegavam os quais
Apagado em sangue, cicatrizes sempre iguais
Anos passam, as cores enfraquecem
Brilhos dos sorrisos já não mais significantes
O choque dos escudos
O monstro surge, a espreita dos meus poucos sonhos
Sangue nos céus, nos sonhos e em mim
Admiração em transformação, medo agora seguia
Cercada por nada, queria companhia
As árvores antes complacentes, rangiam as janelas e fúria brandiam
Figuras negras assustadoras, fugir eu queria
No céu de noites estreladas me sentia sozinha
Abandonada por minha companhia
Vazia, retirado o que havia de bom em mim
aos poucos as estrelas sumiam
No céu daquela noite estrelada, já não havia mais estrelas
Nem a garota que pra elas ainda sorria.
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