Que meus Pes me Levem

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Quando quiseres saber se digo a verdade, é só olhar dentro dos meus olhos e admirar o brilho que há neles, se for pouco, minto, mas se não for
Eu lhe desculpo pelo simples fato de você não me conhecer… ( Salmo Elias Mattias)

Meus pensamentos sombrios me tira a paz, não a sentimentos depressivos ou infernais, mais a olhares que confunde meu sentimento, tornando obscuro minha realidade, e na crueldade desse seu olhar sombrio fica meu pensar, olhar que tira de mim a razão e rouba a minha paz, escrito por Armando Nascimento

⁠Sufocar-me irei diante de meus desejos em busca de sua beleza, transbordar-me irei do amor roubado diante de seu olhar, ficarei exausto da dua crueldade, esconderei meu olhar diante de seu olhar, só pra não me embriagar diante de tanta beleza, então sò assim sentirei o sentido do meu querer por você,

⁠Por amor meu mundo parou. Já não sinto mais os desejos dos meus sonhos. Minhas vontades e fantasias. Meus objetivos e metas se foram em nome desse amor. tudo que avia em mim se acabou. Tudo em nome desse amor.

Jose A Nascimento

Nada a Dizer


Minhas palavras não demonstram,
Meus gestos não são compreendidos.
Quieto fico.


Só queria poder falar...
Mas quem me ouviria?
Patos e árvores?


Deito-me na grama e penso,
Pois sei que a pessoa que me ouvirá
Mora dentro de mim.

⁠Deus Vai Me Defender dos Meus Acusadores Em Nome de Jesus.

Eu ⁠Não Peço Para Deus Realizar Meus Sonhos Pois Eu Prefiro os Sonhos de Deus.

⁠⁠Filho Amado, Hoje Eu Te Curo, Hoje Eu Te Restauro
Tu és Meu Filho Amado
Te Pego em Meus Braços, Vem Com Teu Pai.

"Minha beleza externa é reflexo de minha riqueza interna,
meus olhos são espelhos de minha alma,
meu brilho ninguém apaga!
O que tenho de mais preciso está internamente, no !
O meu melhor lado é sempre o de dentro."

Acho que já posso escrever um livro sobre você. Um simples “oiii” mudou tudo: meus pensamentos, meus caminhos e até o jeito de sentir. Em apenas sete dias, você atravessou estados, derrubou barreiras e fez meu coração bater como se já te conhecesse há vidas. Ainda não sei seu cheiro nem o gosto dos seus beijos, mas sei que é você quem mora nos meus pensamentos. Goiânia nunca pareceu tão perto de Minas Gerais.

Ainda que eu acerte, serei julgado pelos meus erros, pessoas são difíceis de lidar.

⁠Esse ano, prometi a mim mesmo que minha vida vai mudar e não vou deixar mais nada atrapalhar meus objetivos.

Quem dera que meus parentes tivessem a mesma coragem e ousadia para me trair, mentir e falar mal de mim na minha presença ao vivo e a cores.

Aquela canção
Quando meus olhos percorreram o caminho até você
e te viram andando,
correram para observar,
e não para criticar.

O rascunho que era o seu amor,
algo inacabado,
estrelado por si só,
onde a mim cabia apenas observar.

O que saiu da minha boca,
nos lábios,
resumiu-se em canção:
não triste, porém necessária.

Ela ecoou na noite fria e escura,
enquanto eu me consolava
nas mãos que meus braços sentiram,
e minha alma ecoava
a mais triste canção.

Amor cura
Florestas são pintadas em meus pulmões.
Relevo.

Na doença do amor, a cura é um milagre — eu creio.
Não estou doente,
apenas me perdi entre os arbustos da vida
e já não consigo ver as estrelas.

A lua não vem,
e a brisa passa leve,
para não me machucar ainda mais.

Na verdade, estreei tarde em sua vida.

Gritar não adianta.
A vida é uma estância,
mas poeiras e tempestades causam tristeza,
e memórias se dissolvem ao vento,
lembrando que remendos nunca são inteiros.

Fecho os olhos,
e meu coração derrete
como fogo em plástico,
nas chamas altas e líquidas
diante de meus olhos —
e se desfaz.

Ele é vivissimo em meus pensamentos e morto na minha vida.

Minha base tem nome: meus filhos.
São eles que me sustentam nos dias difíceis,
que me lembram quem eu sou
e por quem sigo em frente.
2026 vem aí, e eu vou com coragem,
com sonhos mais firmes
e com o coração ancorado no amor que construí com eles.
Tudo o que planto é por nós.
Tudo o que conquisto é com eles.
Minha força começa aqui

Estou chegando redimido.
Não dos aplausos, nem das promessas fáceis, mas dos meus próprios sonhos — aqueles que caíram antes de pousar. Eles aterrissaram tortos, feridos, desfigurados pela espera e pela realidade que não pede licença.
Não há vitimismo aqui. Há consciência.
Perdi o mapa, sim. Os caminhos se confundem, o certo e o incerto caminham lado a lado, e fugir já não é opção. Fugir é para quem ainda acredita que escapar resolve. Eu não.
Carrego dúvidas, mas não carrego medo.
O que restou em mim foi a lucidez dura de quem caiu e levantou sem plateia. Se o rumo não é claro, eu faço do passo a direção. Se o chão é instável, eu piso mesmo assim.
Não sigo promessas, sigo responsabilidade.
O caminho certo não se revela — se constrói. E o incerto não assusta quem já perdeu tudo que podia perder. Estou chegando não para pedir passagem, mas para ocupar o espaço que é meu por decisão, não por acaso.

ABSTRAÇÕES
Os meus olhos sustentam a lua
A rosa controla o beija flor
E os insetos fazem seu trabalho
As colunas que sustentam
a terra teu seus imãs
A terra fecunda germina a hortelã,
E a rebeldia dos anjos
Cria a harmonia entre o bem e o mal...
Daí surge a paixão
Que tinge de rubro mercúrio,
E o amor que tinge de opala a lua
A saudade que preenche os oceanos
e o que somos além de Abstrações???

RASTAFARI

O Promotor soltou o verbo; grave, sua voz soou aos meus ouvidos ao som de todos os idiomas e todos os dialetos, como uma declaração a humanidade, sobre quem era o mais espúrios dos seres sobre a face da terra: eu. O juiz que me lembrava um camarão, pela cor da sua pele e pelo seu bigode aparado e sua toga irrepreensível, apenas assentia. Imaginei atrás daquele birô, uma guilhotina com lâmina tão afiada, que certamente faria minha cabeça saltitar como uma bola de basquete nas mão de Magic... ou talvez fosse uma corda preparada num cadafalso; e eu morreria dando língua, deboche à burguesia e seus valores fajutos... quiçá uma fogueira queimasse todas as minhas máculas. Talvez. O promotor continuaria horas a fio com os ‘’elogios’’a ponto de eu imaginar acentuando-se os meus pés-de-galinha, aliás, toda a minha face estaria traçada por aquela angústia, não fosse a providencial e majestosa presença da princesa, que adentrara o tribunal.
Seus impetuosos seios pareciam uma oferenda. Até então, eu não sabia qual era o meu crime, até reparar em toda a sensualidade da boca da princesa. Eu fora sempre alguém torpe assim, ou era a presença da princesa que me tornava um cafajeste? Seus quadris também não me passaram despercebidos; centenas de adjetivos fervilhavam na minha cabeça, todos lidos e entendidos pela majestade a ponto de fazê-la enrubescer. O promotor também parecia conseguir essa proeza, pois no seu lero-lero, palavras como torpe e sadismo, passaram a serem ouvidas com freqüência.
A sentença parecia implacável, irremediável, mas depois de conhecer toda aquela graça, morrer seria um grande azar; restava-me a esperança da defesa; era um negro, cabelos tipo rastafári, estatura mediana numa França burguesa, loira e de olhos claros, onde já havia perecido dentre outros, Joana D’arc a guerreira; contudo se a defesa tivesse metade do “queixo” da promotoria, eu seria absolvido.
O martelo do meritíssimo soara trazendo-me a realidade, quando eu quase sentira o sabor sexy da burguesinha; a palavra foi dada à defesa: Serafim, parecia escárnio, mas não, era a graça do nosso herói, que mais parecia um representante do reggae da memorável Jamaica do Bob Marley. Ou seria um macumbeiro da periferia soteropolitana, ou dos confins maranhense... em que ele se basearia, além do baseado?

O negro começou com um linguajar de fazer inveja a qualquer jurista, deixando todos boquiabertos inclusive o jurista Cid Carvalho emtão famoso pela sua inigualável oratória, mas depois introduziu uma enxurrada de gírias, fazendo aparecer nos lábios da princesinha o mais belo dos sorrisos e nos seus olhos um ar de cumplicidade. O rastafári estava conquistando aquele reinado, e, provavelmente eu seria absolvido para testemunhar a majestade viciada e sodomizada, não, preferível a guilhotina!
Senti o corpo todo estremecer, depois percebi a leiteira ainda pingando nas mãos de Isabel. Eu estava todo molhado entre lençóis e travesseiros deitado na cama, tudo não passara de um pesadelo, e, provavelmente, indignada com alguma reação minha durante o sonho, Isabel tomou essa atitude de me acordar assim. Um negão rastafári abotoava o vestido de Isabel, no que pude perceber, era uma fantasia de princesa. Era desfile da escola de samba e o enredo era o império.
Será que o meu sonho tornar-se-ia realidade? Isso me assustaria, se eu não percebesse que esse rastafári era um fiel representante de uma comunidade gay...