Que meus Pes me Levem
Minha linda flor, mulher de meus anseios, anjo a me encontrar, me curvarei para te exaltar, sendo súdito menino apaixonado a cortejar;
Meus sentimentos lhe imploram pelo prazer de te olhar, pois quero muito te beijar a ponto de te roubar te amar contemplar e eternamente te amar;
O céu é o limite para o meu coração, pois os meus sentimentos criaram asas para ir além do que se possa imaginar;
Declamo meus pensamentos compondo o meu coração, tendo a decisão de amortecê-lo das injúrias e invejas.
Emprego minhas esperanças no que ainda sobrevive ou do que tenha restado em mim para não mais intensificar a raiva.
Meramente você se encontra em meus pensamentos, desarrumando o meu juízo, mas me dando a certeza do amor;
Mas se ao menos você se importasse com o que tenho a lhe oferecer, você entenderia o sentido do meu coração;
Se os meus sonhos ainda não se realizaram? É por que eu ainda não encontrei os sentimentos da minha realidade;
Ter amigos é ter a chave para abrir as portas das possibilidades, meus amigos nem sabem o quanto são meus, creio eu que nunca perceberam o amor, a fidelidade, no qual, lhes devoto com absoluta sinceridade que tenho a eles... Eu não fiz amigos, mas sim reconheci os meus irmãos!
Seus olhos são Esmeralda que me provocam na equação dos meus passos... Calculando a medida desmedida do meu coração;
Muita dàs vezes me entusiasmo com os meus sonhos
Às vezes tenho vontade de seguir para algum lugar onde ninguém me conheça... Bem distante;
Eu quase sempre ando muito ocupado
Mas para os meus amigos sinceros, eu arrumo um tempo deixando o meu trabalho de lado
E para os que eu não tiro do coração
Eu busco lisonjear, entendendo que é uma forma de retribuição
Pois cada um dos meus amigos eu os trato como irmãos
Eu tenho toda positividade e acredito que todos nós caminhamos na mesma direção...
Porém, cumprimento os meus amigos para ter sonhos suaves e doces
Com todo carinho e respeito eu desejo uma boa noite!
Eu rodeio as minhas origens balbuciando as minhas positividades imperfeitas
E os meus primordios é a fascinação das minhas narrativas
Quando nem sei de qual seria a minha maneira!
Abro meus olhos, mas era apenas um sonho. Acordo assustada - ainda sinto sua mão quente a tocar meu rosto. E o som do teu riso parece que ainda ecoa nas paredes do quarto... indo e voltando - e me acertando.
Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.
Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.
Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.
Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.
Fico calado porque explicar cansa.
O barulho por dentro não aceita plateia.
Meus dias viraram caos sem canção,
não há melodia quando a vida aperta o pescoço —
apenas silêncio e resistência.
Já mendiguei migalhas passageiras,
não por fraqueza, mas por sobrevivência.
Aprendi que o orgulho também se dobra
quando a realidade pesa mais que o peito.
Ainda assim, não o joguei fora:
recolhi cada pedaço espalhado
dessa alma sofrida que insiste em ficar de pé.
Não revelo o caos que vivo agora
porque nem todo abismo precisa de testemunha.
Algumas guerras são travadas calado,
com dentes cerrados e passos firmes.
Quem me vê quieto não vê rendição —
