Que meus Pes me Levem
Quando sentir preguiça...
Pense, a preguiça fortalece os meus inimigos. E o meu maior inimigo sou eu, quando permito que a distração interfira no andamento de meus propósitos.
Você só está orgulhoso de mim porque eu faço o que você pede. Você não dá a mínima para meus sentimentos, nunca deu, então não me trate com condescendência.
Teus olhos penetrantes sobre os meus olhos.
Tua boca em minha boca e teu corpo sobre o meu corpo,
Me atiçam, me acendem e me fazem pegar fogo.
E eu quero sempre repetir a nossa última vez.
Pode ter sido a cinco ou há dez minutos,
Não importa! Meu desejo é repetir tudo outra vez.
De repente sinto uma tristeza, com meus olhos fechados vejo como se estivesse em um lugar escuro, vazio, sem nada e nem ninguém a minha volta, apenas ela, e com ela a sua dor, que invade o corpo inteiro, momento sem saber para onde ir e onde quero chegar, simplesmente existindo e sobrevivendo no piloto automático.
ELA É PRA SEMPRE
Eu sei que eu errei
Fiz meus olhos vagarem
Em outra mulher
E sem querer esqueci minha Mulher
A minha tão digna
Uma mina tão limpa de água
A 'minha' de fé
O meu presente divino
Mais uma vez
Ela vai e me perdoa
Devo escolher por Aquela que eu amo
Você é o colírio que lava meus olhos
Meu óculos de descanso
Tudo o que eu preciso ver
DATA: 22/07/2021
CIDADE: PARAÍBA DO SUL - RJ
neste instante escrevendo meus pensamentos , me sinto bem , pois agora a minha dor se transformou em aprendizado e conhecimentos .
Caio Leandro Raulino P.
Dentro da finitude da vida, desejo que os meus momentos felizes vividos aqui se tornem eternos e fiquem marcados na película do tempo.
Por que escorrem gotas salgadas dos meus olhos? Perguntou o sapo:
- São chamadas lágrimas! Respondeu a raposa.
"A alma vibra sempre que algo é capaz de tocá-la, escorre pelos olhos que são feito janelas entre o mundo físico, e o oceano dentro de nós".
Com um olhar perdido gritou o sapo:
-ALMAS JAMAIS DEVERIAM SER TOCADAS!
(É uma mistura de frio, vazio e uma vontade de não existir mais).
A raposa fitou o sapo e disse em voz baixa, enquanto fungava seu nariz:
Pela dor, não. Não deveria mesmo.
Mas existe o amor.
Um sentimento maior que os sete mares, maior que todos os males.
Um poder antigo que nos foi dado como um presente pelo criador.
Transforma tudo aquilo que toca.
Por ele sim, vale a pena se permitir transbordar.
Poesias seriam muito poucas, palavras não existem mais para explicar os meus sentimentos, a língua portuguesa não decifra mais o seu amor, os cientistas não sabem mais descobrir o que sinto, o universo não compreende mais nada, tudo está tão plenamente perfeito, que não sei mais aonde cheguei, só sei que não quero mais te deixar, você me inspira para escrever cada palavra nessa poesia, você é a minha fortaleza, o meu refúgio, o sonho que não quero acordar, a rainha que domina o meu coração, a mulher que porta a chave do meu coração, a mulher que conquistou a minha confiança, não sei mais, não sei mais como escrever coisas para dizer ou expressar o meu amor por você...
Fico aos prantos pelo sentimento que me consome, será ela minha alma gêmea? Quais são meus outros amores perto deste, que me faz perder a hora? Sofrendo em silêncio, com um sentimento de sentir-se sem sentimento. Uma vida sem ela não é uma vida, é um carma. Meus dias sem você não são dias, é o purgatório. Meu coração se enche de paixão e arde como se não houvesse horizonte sem você, mas sofrer por alguém que nem ao menos sabe que você a ama? Pois bem! Oamor não se explica, só se sente, seja ele bom ou doloroso. Sigo aqui com este amor platônico, intenso e absoluto.
Não, eu não esqueci de você hoje, em nenhum de todos os meus segundos de hoje você saiu da minha cabeça, você é e SEMPRE será muito especial pra mim, nunca se esqueça.
Posso envergonhar-me dos meus erros, porém nunca temê-los, nem tão pouco escondê-los pois deles tiro lições preciosas para mim e outros!
A flor dos meus jardins,
que todos os dias,
tu me ilumine com o seu olhar,=.
Que todos os dias sinta o seu abraço,
o seu beijo de veludo.
Quando olho para o céu, vejo você minha flor.
